10 motivos por que homens são mais discriminados que mulheres

Esta é uma resposta ao longo e enfadonho post de Alex Castro no portal “Papo de Homem”, carinhosamente apelidado por muitos como “Papo de Mangina”, em virtude do viés submisso e primário de sua linha editorial ao movimento feminista e outros. Não sei se são iludidos, tampouco sei se o Alex tem completa noção do que escreve, mas de todo modo, fogo amigo queima do mesmo jeito.

Há muito tempo que não entro no Papo de Homem, que jocosamente chamo de “Papo de Mangina”. Mas o que li por lá, recentemente, em texto escrito por Alex Castro, “Feminismo para homens, um curso rápido” foi um vendaval de clichés e literatura selecionada e fornecida por feministas(os).

Mangina e seu complexo de inferioridade
“Mangina” e seu complexo de inferioridade culturalmente inoculado.

Assim como o Mein Kampf, de Adolf Hitler, é a literatura mais eficiente para acabar com o Nazismo e a loucura de seu autor, pois é explicitamente grotesco, o artigo de Castro é extremamente eficiente em pôr fim a sanha nazistóide das feministas radicais a la Valerie Solanas. Ele é explícito, claro. Um curso vitimista radical que enaltece o feminismo e gerou uma quantidade absurda de retro-alimentação negativa, tanto de homens como de mulheres (basta ler os comentários do artigo, mais de 2000).

Enumero aqui, como outros, as exclusões sociais que homens sofrem por serem… homens! Estas exclusões são chamadas de misandria, sendo um elemento essencial da luta de classes pós-marxista, escorada na fábula orwelliana da Revolução dos Bichos (“todos os animais são iguais, mas alguns animais são mais iguais que outros”). Aconselho que o Sr. Alex Castro se atualize.

O feminismo vive uma crise devido ao extremismo de campanhas degradantes, como a Marcha das Vadias, o Movimento FEMEN, a profanação de templos religiosos e campanhas que são pura e simples censura, como tentativas coercitivas de proibir propagandas de cerveja, desodorantes e esmaltes de unha, e, embora tenha alta aceitação política ( políticos vivem “out of this world“) e midiática (jornalistas vivem na periferia da fantasia), tem péssima aceitação popular e menor ainda entre as próprias mulheres. Na pratica, como dizem, a teoria é outra… Pois bem, enumero alguns problemas que o movimento tem causado ao gênero que dizem “amar”, além dos conflitos sociais evidentes.

1- O escritor e phd Warren Farrel atesta que violência e deboche contra homens é humor, enquanto contra mulheres é encarada como agressão. Isso fica bastante evidente em programas de humor televisivos.

2- Homens sofrem altíssima taxa de estupros em presídios, não obstante, a AIDS grassa nestes ambientes.

3 – O Mapa de Violência de 2014 atesta que 91,6% dos casos de homicídios são praticados contra homens. ( http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2014-07/p-quarta-jovem-homem-negro-esse-e-o-perfil-dos-que-mais-morrem-de-forma-viol )

4 – A autora e acadêmica Fernanda Bhona, em uma triagem populacional, descobriu que 77% dos homens sofreram agressão física de suas parceiras, contra 71% das mulheres (http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=mulheres-praticam-mais-violencia-domestica-homens&id=9004).

5 – Homens não têm bons programas de saúde masculina, muito embora câncer de próstata mate mais que qualquer outra forma da doença.

6 – Homens são as maiores vítimas de extorsões judiciais, chamadas de “pensão alimentícia” que, na pratica, existem muitas vezes para satisfazer os luxos de ex-parceiras que não querem trabalhar. Não raramente, estas deixam os filhos a míngua e gastam as pensões com perfumes, shoppings, carros etc.

7 – Homens se aposentam 5 anos mais tarde e morrem 5 anos mais cedo…

8 – Homens são obrigados ao alistamento militar. E não conseguem nem mesmo um reles emprego privados se não o fizerem. Nem mesmo aposentadoria!

9 – Homens são provedores, se não podem prover, não podem viver e irão a mendicância.

10 – Homens não podem interferir no direito de reprodução feminino, muito embora doem 23 cromossomos durante o ato sexual, aborto é pauta feminista e direito exclusivo das mulheres segundo as feministas.

Tenho dito. Poderia incluir aí a alienação parental, uma chaga que tipicamente prejudica o homem, as falsas acusações de estupro e violência etc. Mas para fechar com um número místico, deixo estas dez situações em que homens são excluídos socialmente. E antes que feministas venham aos prantos derramar lágrimas de crocodilo, digo que sou a favor de emancipação feminina e do movimento sufragista, que lutava pelo direito de voto das mulheres. Mas a questão é: Será que feministas querem emancipação ou querem a conveniência de leis e mais leis para alimentar este Leviatã chamado vitimismo estatal?

Fontes: 
Mafia das pensões alimentícias:
http://www.folhavitoria.com.br/geral/blogs/direito-direto/2013/11/25/avos-podem-ser-obrigados-a-pagar-pensao-a-netos/

Feminismo Delirante do Estado permite registro de queixa por “estupro telepático”
https://br.noticias.yahoo.com/blogs/vi-na-internet/delegacia-registra-ocorr%C3%AAncia-estupro-por-pensamento-221511868.html

Misandria: Feministas se defendem com mêa-culpa… Tudo ok, é permitido.
https://we.riseup.net/radfem/a-nova-misandria-joanna-russ

Patterns of Gender in Aeschylean Drama: Seven against Thebes and the Danaid Trilogy”, Froma Zeitlin

Trechos da Wikpedia, no excelente artigo sobre “misandria”:

Julie M. Thompson, uma autora feminista, conecta a misandria com a inveja dos homens, e a aversão a suas características físicas e comportamentais, em particular a “inveja do pênis”, um termo inventado por Sigmund Freud em 1908, em sua teoria do desenvolvimento sexual feminino

Os professores de estudos religiosos Paul Nathanson e Katherine Young fizeram comparações semelhantes em uma série de três livros de 2001 chamada Além da Queda do Homem (Beyond the Fall of Man),7 que trata a misandria como uma forma de preconceito e discriminação que se institucionalizou na sociedade norte-americana com a ajuda do movimento feminista.

A acadêmica Alice Echols, no seu livro de 1989 Daring To Be Bad: Radical Feminism in America, 1967–1975, argumentou que a feminista radical Valerie Solanas demonstrou um nível extremo de misandria comparada a outras feministas radicais na época do seu panfleto, o SCUM Manifesto. Echols declarou,

a misandria despudorada de Solanas — especialmente sua crença na inferioridade biológica do homem — seu apoio a relacionamentos entre “mulheres independentes”, e sua rejeição do sexo como “o refúgio do irracional” se opôs ao tipo de feminismo radical que prevaleceu na maioria dos grupos femininos pelo país.9

Wendy McElroy, uma feminista individualista, escreveu em 2001 que algumas feministas “redefiniram o ponto de vista do movimento do sexo oposto”, como “uma raiva ardente para com os homens parece ter se transformado em um ódio frio”. Ela argumentou que foi uma posição misândrica considerar os homens, como uma classe, serem irreformáveis ou violadores. McElroy declarou que “uma nova ideologia veio no pelotão de frente… feminismo radical ou de gênero”, uma que tem “andado de mãos dadas com [o] movimento politicamente correto que condena o panorama da civilização ocidental como sexista e racista; o produto de ‘homens brancos mortos'”.

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