Nossa causa é contra o coletivismo, não contra pessoas!

Só para deixar bem claro, este blog não faz apologia a nenhuma doutrina extremista, apologia a qualquer crime, nem defende bairrismos e coletivismos. Incluindo aí, feminismo, masculinismo, nazismo, comunismo, fascismo e outros ismos.

Acreditamos que a sociedade não é feita de oprimidos e opressores, como defendia Rousseau, Marx, Simone de Beauvoir, Antonio Gramsci e mais estupidamente Foucault. Aliás, o que temos visto hoje, é uma caricatura marxista cultural, transmitida e propagandeada pela imprensa, de movimentos radicais fanáticos como FEMEN, Marcha das Vadias, MST, Movimentos Racialistas e LGBTs. Esta caricatura é estridente e beira limites do absurdo humano. Pior se torna, quando elevada ao status de lei, nos movimentos Quilombolas, Leia de “Feminícidio”, Cotas, PLC 122 etc. É como um hospício governado por loucos criando leis e mais leis para atomizar o indivíduo e levá-lo insanidade da correção política.

A sociedade é formada por tons de cinza, pessoas más e outras boas que podem estar em qualquer agrupamento e pertencer a qualquer classe e gênero. Ela é importante, porque sua menor minoria é o indivíduo, como defendia os pensadores libertários, Mises, Hayek e Ayn Rand, como defende o afro-americano liberal Thomas Sowell. Quando você entende isso, passa a conceber a possibilidade uma mulher agredir, ou mesmo matar, seu esposo e de pessoas negras ou brancas serem capazes de delinquir, não por sua herança genética, mas porque são seres demasiadamente humanos. Você entende também que o ser humano pode ser bom e que os bons ajudam seus familiares, doentes, mendigos, sem-tetos e pessoas ao seu redor. Eles não estão preocupados em reformar o mundo com um discurso abstrato hiper abrangente de igualdade, que não significa nada e apenas serve para massagear um ego hipertrofiado de um socialista de iPhone.

Infelizmente, nossa sociedade, nosso judiciário e legislativo, assim divide a sociedade, entre oprimidos e opressores e acredita em tratar diferente os desiguais. Para eles, todo homem branco é elitista e estuprador, não importa se está mendigando na porta de uma Igreja, todo empresário é ladrão, todo índio foi vilipendiado e somos culpados por erros de antepassados que nem sabemos onde foram enterrados e, portanto, temos uma dívida histórica com estes povos que nos obriga a fracionar o país em milhares de agrupamentos e reservas.

É um precedente perigoso, que está rasgando a constituição e dilacerando-a completamente com um discurso vitimista de “nós contra eles”, criando leis histéricas com penas absurdamente desproporcionais, grupos especiais cujas queixas são entendidas como verdade além dos fatos apurados e mandando para a cadeia pais de família que portam armas para de defender, enquanto criminosos que matam e estupram, de fato, são julgados com luvas de pelica.

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