Sognare Lucido

Obama, O abortista, é Gandhi, Odin, Alá e Deus!

Maio 19, 2009 · 1 Comentário

Obama discursa na universidade católica de South Bend, em Indiana. (Foto: Mandel Ngan/AFP)

Obama discursa na universidade católica de South Bend, em Indiana. (Foto: Mandel Ngan/AFP)

A Igreja Católica excomunga aqueles que apóiam o aborto. Isto é fato. Quem quiser se opor, que o faça. Contudo ter a ousadia, a covarde indecência de receber um prêmio e ainda sair-se com um discurso típico de um déspota na cerimônia, isto sim, é inaceitável. Mas foi o que aconteceu, quando Barack Hussein Obama recebeu o título de Doutor Honoris Causa na “católica” Universidade de Notre Dame, nos EUA.

Pior ainda foi a mea-culpa do Prof. Richard McBrien, docente de Teologia, afirmando que a Universidade não deixou de premiar outras pessoas por terem pontos de vista discrepantes em relação a Igreja. O que ele não disse, é que este ponto de vista do Obama é intolerável, pois leva a excomunhão. Não é somente inaceitável, mas também se destrinchou em financiamentos para instituições que praticam e incentivam o aborto. Pratica, para o fiel católico, considerada pior que o assassinato.

Analisando assim, o tal prof. McBrien, é pior que o próprio Obama, é o aceta de uma conduta que desmembra a própria Igreja de dentro para fora. O prof. McBrien sim, como padre católico, está excomungado. Visto que o Obama não o pode, pois não professa tal fé.

Mas não para por aí, como todo bom tiranete, Obama praticamente proibiu, com toda sua empáfia politicamente correta, piadas direcionadas aos abortistas e vice-versa:

“Cada lado continuará colocando seus argumentos ao público com paixão e convicção. Mas devemos poder fazer isso sem fazer piada daqueles que têm pontos de vista diferentes”

Seguiu-se com essa:
“Como permanecemos firmes em nossos princípios e lutamos pelo que consideramos certo, sem repreender os que têm convicções igualmente firmes no outro lado?”

Ou seja, a repreensão veio na forma da prisão de 5 manifestantes que protestavam contra o queridinho da mídia, (incluindo a abjeta Rede Globo), entre eles a do ex-presidenciável, Allan Keyes, que também protestava. Trocando em miúdos, o que Obama quis afirmar é que o pessoal do Pro-Life, merece ser repreendido, mesmo tendo perdido processos contra o aborto desde 1973, mesmo lutando contra financiamentos públicos para o assassinato de bebês. E a repreensão vem em forma de prisão!

Mas Obama é Deus, agora. Ele e o Partido Democrata não decidem mais quem vive ou morre, porém quem nasce. Pior: ele ainda é venerado, assim como uma deidade mítica, numa instituição religiosa!

Quando processado por falsidade ideológica, é vítima. Quando agride valores religiosos de outros, porque sabidamente a Igreja é contrária ao aborto e nada mais laico que abster-se de eventos religiosos, é corajoso. Quando fala, com disparates ditatoriais, emociona. Ganhou o título mesmo sendo a favor de uma lei que excomunga automaticamente qualquer fiel da doutrina. Título vindo de uma Universidade Católica!

Nada que venha de Obama é errado… defesa do aborto, censura da mídia, uma equipe de gente envolvida em sonegações de impostos, um irmão morrendo de fome no Quênia e outro acusado de estupro. Tudo é abafado pela mídia bajuladora. Obama é um Cristo, um Gandhi. Obama é Deus.

Fonte:http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1129273-5602,00-OBAMA+PEDE+RESPEITO+A+DIFERENCA+DE+OPINIAO+EM+DISCURSO+POLEMICO.html

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Contradições dos sábios esquerdistas

Março 3, 2009 · 5 Comentários

Fazendo coro a ficção de 1984, livro de George Orwell , os movimentos sociais modernos, inspirados no gramscismo e na Teoria Crítica, se refestelam em ataques histriônicos contra as ditaduras de direita (ver recente caso da Folha de São Paulo, onde em edital a datadura brasileira foi chamada de “ditabranda” http://veja.abril.com.br/idade/podcasts/mainardi/), em pró de um estado democrático supostamente alicerçado numa democrácia representativa. Contudo, o conceito parcial de liberdade individual  confunde-se, nesses casos específicos, com o politicamente correto, polarizando os direitos pessoais, de modo que se tornem privilégios de grupos específicos, ao ponto de se ramificarem em disparates ditatoriais. Uma ditadura de minorias.

Um exemplo prático pode ser assistido no filme “O último imperador” (Bernardo Bertolucci). Que conta a história real do último imperador Chinês, Pu Yi. Bom, A China foi invadida pelo Japão na Segunda Grande Guerra, depois foi “tombada” pelos comunistas, e no final o império já não existia, de modo que Pu Yi se transformou em um cidadão comum. Ocorre, lá pelo final do filme, que um dos mestres do imperador, que o educou na prisão, estava na rua, sendo vitimizado pela Juventude Comunista Chinesa, com aquelas baboseiras maoístas de humilhar quem quer que suspeite-se, seja racionário. E ele nem era…Mas a paranóia dos comunistas é tanta que sentem-se perseguidos por Deus, o Diabo, o capitalismo mau e pelos seu próprios asseclas, como na Mafia de O Poderoso Chefão, onde os mafiosos suspeitam uns dos outros e sentem-se traídos a todo momento, e assim partem para a “Pena Capital”, quando qualquer suspeita se evidencia.

Isso ocorre no Brasil, onde as esquerdas tratam a ditadura militar brasileira com a mesma relevância com que se referem ao Holocausto, enquanto fecham os olhos para os genocídios ucranianos, cubanos, cambojanos e russos, todos perpetrados por comunistas. É canalhice explícita comparar os crimes da esquerda com os da direita, e completa desonestidade fazer o mesmo com a Ditadura Militar Brasileira. Está última matou, segundo os cálculos elásticos e superestimados dos militantes esquerdistas, 400 pessoas. Fidel Castro matou 100,000. Che Guevara, 1000. Sim, comparar números é cruel, quem mata é assassino e pronto, mas afirmar que quem mata 400 em 30 anos é tão culpado quanto quem mata 100 milhões (The Black Book of the communism,http://pt.wikipedia.org/wiki/O_livro_negro_do_Comunismo), é uma completa inversão da realidade, um descaramento safado e cruel, simplesmente porque a memória de todas as vítimas da ditadura militar já foi resguardada ad nauseum na trama neuronal, até mesmo no DNA, dos brasileiros, dada a insistência dos professores em colocá-la em todos os livros de história. Entretanto, os 6 milhões de assassinados em Holodomor, o Holocausto Ucraniano perpetrado por Stálin na década de 30 (http://pt.wikipedia.org/wiki/Holodomor), tão cruel quanto o maldito genocídio Nazista, não tem duas linhas em nenhum livro secundário. Por que?

Por que os crimes, desde assassinatos a tapas e petelecos, da direita vêm a tona e se transformam em atentados contra os direitos humanos, enquanto os hediondos genocídios comunistas não só são esquecidos, como até mesmo defendidos por mártires dos direitos humanos como Paulo Freire (em seu livro Pedagogia do Oprimido, Freire faz apologia ao assassinato no seguinte parágrafo: “A revolução é biófila, é criadora de vida, ainda que, para criá-la, seja obrigada a deter vidas que proíbem a vida.”)? No entanto tal autor, por mais que defenda e se omita dos genocídios comunistas, viveu de fazer apologia gratuita ao comunismo e seus mártires assassinos e é referência para 99% dos pedagogos brasileiros. Como dizer que o Brasil não é um país socialista, se seus referenciais são os maiores assassinos da história, conjuntamente com seus cúmplices, e se a Profª Maria Victória Benevides, e praticamente toda a USP, vivem de apologias ao terror comunista, ao lado de Emir Sader, Frei Beto e tantos outros? Como esquecer dos 4 seguranças assassinados cruelmente pelo MST, último dia 21, enquanto o Ministro da Justiça, Tarso Genro, covarde e hipocritamente, apenas considera o MST um movimento arrojado e justo, segundo sua entrevista no Jornal Nacional?

Finalizando, analisemos um movimento menos truculento, porém igualmente ditatorial: O movimento GLBT.  O interessante do movimento homossexual é a incoerência das posturas assumidas: Querem tolerância, mas não permitem que uma pessoa largue o homossexualismo. Dizem que não é doença, e supondo que não seja, por que uma opção tem de ser imposta pela sociedade politicamente correta que querem construir? Não são os artíficies, individualmente, que devem escolher se querem ou não partilhar do coito anal passivo ou ativo? Se expressam em 150 passeatas gays (apenas no Brasil), agridem valores religiosos com caricaturas de padres, pastores etc, mas não suportariam assistir a chacota dos mesmos com sua militância. Ainda, pregam o encarceiramento dos homofóbicos, mesmo sabendo que homofobia é uma fobia, e portanto um distúrbio psiquiátrico, para o qual, o indíviduo portador, deveria ser tratado, caso quisesse, e não preso. Como prender um doente, pela simples presença da molestia? Ora, mas que tipo de liberdade individual  é esta que se expande até o limite da livre consciência alheia? Por que amam os movimentos de esquerda, se nos países comunistas os Gays são tratados como doentes (como em Cuba)? Não há muita lógica nesses movimentos pseudo-liberais, porque a liberdade que tanto almejam é a exata polarização do conservadorismo tacanho de 50 anos atrás, de modo a mitigar qualquer posição contrária. Em suma,  é trocar uma imposição por outra.

E assim vivemos no novo mundo, no Admirável Mundo Novo, chaveando relés, trocando uma ditaduta militar, por uma militante, com o detalhe de que os fantasmas direitistas já foram exorcizados, enquanto os demônios esquerdistas continuam com sua danação revestida de pureza por todos os círculos do Inferno de Dante.

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AIDS e prostituição: O governo incentiva, mente e o HIV progride.

Janeiro 7, 2009 · 7 Comentários

A incidência de HIV entre prositutas é 10 vezes maior que a média da população brasileira

A incidência de HIV entre prositutas é 10 vezes maior que a média da população brasileira.

“A austeridade dos cínicos é ambição de autoridade.”
(Marquês de Maricá)

Programas para redução de danos em saúde pública têm por objetivo dissipar os riscos que determinadas práticas e situações significam para seus envolvidos. Não são uma solução, mas uma minimização  de males maiores. Recentemente acessei um artigo intitulado “O preconceito no relato de profissionais do sexo: violência e estigmatização”,(http://www.aidscongress.net/article.php?id_comunicacao=349 ), nele li uma clara indução a prostituição no seguinte trecho:

“Considerando o início da epidemia da AIDS, a categoria prostituta foi incluída no rol dos “grupos de risco”, o que contribuiu para a inserção das discussões sobre a AIDS na pauta dos movimentos de prostitutas, a fim de desconstruir, socialmente, o preconceito dirigido a essa categorial social, motivando, inclusive, ações políticas no sentido de legalizar a profissão e como forma de estratégia para a redução dos agravos que contribuíam para maior vulnerabilidade à AIDS (Guimarães & Merchán-Hamann, 2005).”

Desconstruir é o termo em voga na atual sociedade moderna politicamente correta. Desconstruir valores, criar novos, abolir mentalidades, “adaptar” tradições, banalizar o sexo. Todas as mentes brilhantes e iluminadas nas faculdades de ciências humanas espalhadas pelo Brasil, simplificam ao máximo a já pedante Teoria Crítica da Escola de Frankfurt em desdobramentos pueris e canalhas no intento de justificar suas propostas para o novo Brasil que “nós queremos”. Não entendem, os iluminados voltairianos, que a imposição por meio da “desconstrução” é uma afronta as liberdades individuais, as mesmas que o próprio Voltaire defendia arraigadamente.

Sabe-se que em 2005 o Brasil rejeitou uma doação de 48 milhões de dólares entregue pela USAIDS, agência americana de combate a AIDS, porque entre as exigências da mesma, estava o combate a prostituição, cuja boa justificativa para seua manutenção em um país, segundo Thomas Coates, diretor do programa de Saúde Global da Universidade da Califórnia, é:  “Muita gente faz sexo por diversão ou por dinheiro”,  ou seja: Ter opções é sempre bom, mesmo que as mesmas signifiquem expor uma parcela da população a um vírus que causa uma doença crônica e mortal. Tudo bem! Se a camisinha falhar para alguém que mantém relação íntima com 100 pessoas por mês, foi apenas por diversão, AIDS por diversão!

Certamente, é desumano não ser informado acerca das margens de falha do preservativo, (5 a 13% no caso do HIV, segundos os relatórios da OMS). Somos levados a crer que o mesmo é 100% eficaz contra tudo! O que é uma mentira covarde. Todavia, muito pior  é assistir nossos filhos serem condicionados a uma vida sexual desregrada, por sabichões como Drauzios Varella e Jairos Bouer, que, com arredondamentos e maniqueísmos crassos, propagam uma filosofia para uma vida sexual “saudável” com a variável “N” parceiros, sem podermos fazer nada, afinal, são “autoridades” . Mas isso é a brisa que precede a tempestade: totalmente condenável é a indução a prostituição, propagandeada pelo Governo Federal de Seu Lula da Silva, como escolha profissional saudável, segura e necessária, e não como uma mazela das sociedades modernas, herança de um passado onde romanos se contorciam de dores advindas da sífilis,  que acomete mulheres desesperançosas, expostas a violência e a uma miríade de DSTs, pobres incautas convertidas em vetor de pragas urbanas.

O caro leitor pode achar que eu estou sendo carola, ou postando um ponto de vista meramente pessoal, mas vocês se lembram das campanhas do governo mostrando mulheres casadas como principal alvo do HIV atualmente, que contraiam de seus maridos promíscuos e infiéis? Pois é, vieram com aquela historinha de fim de “grupo de risco” e etc, com o objetivo de “respeitar os direitos humanos de minorias excluídas”. O resultado não poderia ser mais óbvio: Aumento da incidência do HIV nos grupos de risco, que foram abolidos muito mais por uma postura política que científica. Devido a essa insanidade mesquinha e reptiliana,  pessoas perderam a saúde, por uma questão de “direitos humanos”. Pois bem, o HIV continua seguindo forte ente profissionais do sexo, numa incidência 10 vezes maior que no restante da população, conforme pode ser visto nos dados abaixo, coletados do próprio site do Governo Federal:

“Sorologia para o HIV: A prevalência do HIV entre as profissionais do sexo foi de 6%. Estudo realizado em São Paulo, em 1996, mostrava um índice três vezes maior, 18%.

A prevalência do HIV entre profissionais do sexo é menor que o encontrado, por exemplo, entre presidiárias de Minas Gerais, em 1998 (15%). Também é menor que entre homossexuais (11%, São Paulo, 1997).

A taxa de prevalência entre profissionais do sexo no Brasil é menor que no Canadá (15%), China (10%) e Tailândia (19%) e está acima da Índia (5%) e Argentina (4%). A prevalência do HIV na população brasileira é de 0,65% e entre mulheres, 0,48%.”
FONTE: http://sistemas.aids.gov.br/imprensa/Noticias.asp?NOTCod=45088

Portanto, o estudo mostra dados objetivos que evidenciam uma incidência de HIV entre prostitutas em 6%, enquanto na média da  população brasileira a taxa gira em torno de 0,65%. Caro leitor, usando lógica primária ginasial, qual é o grupo de risco? O grupo das profissionais do sexo (termo politicamente correto para se referir à prostitutas), óbvio, tem uma incidência 10 vezes maior! Mas para o nosso ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e todos os lisonjeiros representantes das “ciências humanas”, isso não existe, não existe grupo de risco, não existe vetor de doenças. Cegueira, burrice ou crime contra a humanidade? Na dúvida, não titubeio: é um amálgama de todos.

O primeiro documento ainda apresenta uma conjetura para a estigmatização e esteriotipação das prostitutas que, como demonstrei com as estatísticas, é uma completa tosquice humanística, ou seja, o brasileiro tem motivos mais que suficientes para combater a prostituição, que denigre as mulheres e dissemina DSTs:

“De acordo com Gaspar (1985), os estigmas referentes à mulher Profissional do Sexo podem estar relacionados com uma perspectiva de comportamento desviante de uma representação da mulher, construída socialmente, centrada no tripé mãe-esposa-dona-de-casa.” (Fonte:http://www.aidscongress.net/article.php?id_comunicacao=349 )

E qual a solução que o Governo Federal adotou? Combater a prostituição? Não. Homóloga-la. Prostituição agora é profissão regularizada pela CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) http://www.mtecbo.gov.br/busca/competencias.asp?codigo=5198 . Por mais descabido que seja, essa é a ideologia dos liberais de esquerda: “Pode transar sem medo, com quem e quantos quiser!”. Mas a Ciência não tarda, nem a natureza. Amanhã, quando estivermos todos contaminados, não haverá mais grupos de risco e as autoridades dirão: “Como mostramos no passado, não há grupo de risco”. Cinismo é realmente uma virtude que me faz falta…

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O que é Recife?

Novembro 19, 2008 · 2 Comentários

Recife é comunista,
Horizontalizamos tudo,
A indiferença,
A pequenez mentalidade mesquinha
Da classe média,
A mudez e a soberba,
A violência e a sordidez,

Aqui os homens batem,
E as mulheres apanham,
Porque os bons,
Os que afagam,
Os que deitam flores em seus corpos,
Não lhes são vis mancebos,

Por aqui,
Nivelar o bem,
O amor, o carinho
O respeito e a fraternidade,
A meiguice para o diferente,
O excluído,
Jamais!!!

Aqui são todos iguais!
Por cima das misérias alheias
Passamos o rolo pressor de nossa indiferença
Horizontalizamos o putrefo,
O ruim, o impulso homicida,
O pedantismo e a má educação,

São todos,
(Pessoas e coisas,
Vícios e ilusões)
Resíduo de um
Provincianismo tacanho…
Moças velhas, algumas mal-casadas,
Homens mal-amados, resignados,
Virtudes dilaceradas, corrompidas

Recife é comunista,
São todos iguais
Não venha para cá,
Não more aqui,
Não traga seus filhos,
Jamais!!!

Bruno Maia

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Ateísmo genocida

Outubro 13, 2008 · 10 Comentários

Resposta ao André do http://ceticismo.net (http://ceticismo.net/2008/10/07/padre-quer-tatuar-gays-para-identifica-los/#comment-4934)

Você é absolutamente vedado pela estupidez André. Ateus selvagens e extremistas como você são perigosos, não somente porque não têm estudo, como também porque selecionam partes de um todo e descontextualizam com uma cara de pau de fazer tremer o mais puro óleo de péroba e geram toda a intolerância genocida conhecida, contra crentes de diversos credos.

Não queria tocar no assunto do darwinismo social, porque sei que apesar de não ser retardado você é vazio como o vácuo. Tal teoria de Herbert Spencer, foi utilizada para legitimar barbaridades enormes, como a eugenia, a superioridade do branco sobre o negro, e em último caso o nazismo.

Equiparan darwinismo con racismo:
http://www.elsiglodetorreon.com.mx/noticia/342678.equiparan-darwinismo-con-racismo.html

Darwinismo Social:
http://encyclopedie-es.snyke.com/articles/darwinismo_social.html

Você é um retrato tosco e mal acabado do que David Berlinski definiu em seu livro The Devil’s Delusion: Atheism and Its Scientific Pretensions (http://www.amazon.com/Devils-Delusion-Atheism-Scientific-Pretensions/dp/0307396266)(A desilusão do diabo: Ateísmo e pretensões científicas), bons darwinistas argumentam com a navalha de occan mas você é somente agressão. Uma boa discussão é a do Comciencia (http://www.comciencia.br/200407/reportagens/02.shtml).

A caixa preta de Darwin de Michael Bene, é outro brilhante livro que desmonta a teoria darwinista inteiramente a partir da irredutibilidade das formas orgânicas. Não, não vou postar trechos de sites, livros e etc, provando o quanto cruel foi o massacre comunista mundo afora de pérolas em pessoa, como Pol Pot, Gen. Giap no Vietnã, Mao na China, Sendero Luminoso, Che Guevara… Mas deixo a transcrissão de um sobrevivente que ousou pensar na isla de Cuba. Você é tão bitolado que negará até a última consequência com subterfúgios rídiculos do tipo “cristãos merecem morrer mesmo”. Ou seja, você é um sociopata, e não se discute valores morais com sociopatas. A sua defesa dos homossexuais é só uma tentativa velada, e muito mal, de arrumar pretexto para perseguir os crentes.

A máquina de matar chamada Che Guevara:

(http://sognarelucido.wordpress.com/2008/09/05/che-guevara-mais-mito-que-realidade/)

“Entre janeiro e fins de junho de 1959, quando Che Guevara deixou de chefiar La Cabana, cerca de 400 pessoas foram lá executadas. Os telegramas secretos enviados pelo embaixador dos eUA à Casa Branca falam de “mais de 500”. Segundo Jorge Castañeda – um dos biógrafos de Che Guevara – ex-Ministro das Relações Exteriores do México, falou de 700 vítimas. Felix Rodríguez, um conhecido agente da CIA que participou da perseguição e prisão de Che Guevara na Bolívia, disse que após sua captura o interrogou sobre as “cerca de 2.000 execuções que havia sido responsável em sua vida”. Che, sem questionar a cifra, respondeu que “todos eram agentes da CIA”.”

O comunismo proposto por Marx é de uma demência atroz, pare de blefar menino, todos já enterraram as teorias de Marx a muito tempo, simplesmente porque para executar seus intentos é necessário matar muita gente. Eric Voegelin desmontou karl Marx inteiramente:

“De 1837 a 1847 Marx clarificou os pensamentos que tiveram a expressão tardia atrás esboçada. Após a visão, impunha-se a acção revolucionária. O reino da necessidade seria a indústria menos a burguesia. O reino da liberdade tinha de crescer por si e não podia ser planeado. Entre adoptar a existência romântica à Bakunine, ou o silêncio, optou por preparar a revolução.”

Ou seja, assim como a ética protestante está intimamente ligada ao cristianismo, isso segundo Webber, para desmontar o sistema do capital e a mais valia, foi preciso para os comunistas, que fossem dizimados povos inteiros, uma “seleção natural” onde ou você se adapta ou morre. No final só há a abolição do capital com morte e genocídio. E é isso que esses marginais querem. Diderot já dizia: “O homem só será livre quando o último déspota for estrangulado com as entranhas do último padre”. É isso que pretendem os ateus, impor sua própria moral sanguinária muito pior no lugar da outra, de moral religiosa. Não somente ele, como também Nietzsche “A moral não tem importância e os valores morais não têm qualquer validade, só são úteis ou inúteis consoante a situação”.

Vale lembrar que a maioria dos grande cientistas, pessoas úteis ao contrário dos desocupados “céticos”, eram pessoas religiosas ou, no mínimo professavam crença em Deus, a exemplo Albert Einstein (http://www.guia.heu.nom.br/fe_de_albert_einstein.htm):

“A opinião comum de que sou ateu repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias científicas não as entendeu.
Creio em um Deus pessoal e posso dizer que, nunca, em minha vida, cedi a uma ideologia atéia.
Não há oposição entre a ciência e a religião. Apenas há cientistas atrasados, que professam idéias que datam de 1880.
Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas. No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que estes cientistas costumam pressupor. Nele se depreendem apenas leis prováveis, formuladas na base de estatísticas reformáveis. Ora, essa indeterminação, no plano da matéria, abre lugar à intervenção de uma causa, que produza o equilíbrio e a harmonia dessas reações dessemelhantes e contraditórias da matéria.
Há, porém, várias maneiras de se representar Deus.
Alguns o representam como o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e o curso dos acontecimentos. Querem pô-lo a seu serviço, por meio de fórmulas mágicas. É o Deus de certos primitivos, antigos ou modernos.
Outros o representam como o Deus jurídico, legislador e agente policial da moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias.
Outros, enfim, como o Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos homens no mais íntimo da consciência.”

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Che Guevara – mais mito que realidade

Setembro 5, 2008 · 3 Comentários

por Carlos I.S. Azambuja em 18 de agosto de 2005

Che Guevara e Fidel Castro

Che Guevara e Fidel Castro

Filho de uma família aristocrática argentina, Che Guevara, que cometeu o erro de confiar em Fidel Castro, levou a que toda uma geração de latino-americanos, que acreditou em seus escritos e em seus exemplos, fosse dizimada em seu nome.

“O revolucionário deve ser uma fria e seletiva máquina de matar”

(CHE GUEVARA, citado por JORGE CASTAÑEDA; jornal “La Época”, do Chile, 31 Jan 97)

O texto abaixo é dedicado àqueles homens e mulheres – a meus amigos, especialmente a uma grande amizade – que, um dia, certamente de boa fé, acreditaram ou continuam acreditando no mito Che Guevara (1928-1967) fabricado pela mídia e por uma esquerda que, afinal, revelou-se, em todo o mundo, um fracasso ao tentar impor às pessoas um presumível bem-estar em troca da liberdade. Sua morte e o desaparecimento de seu corpo, em 1967, na Bolívia, ajudaram a forjar essa legenda.

É surpreendente que os admiradores contemporâneos de Che Guevara, ainda agora, 38 anos depois de sua morte, continuem equivocados ou sendo enganados pelo mito.

É uma seleção do melhor de quatro matérias do escritor peruano Álvaro Vargas Llosa – filho de Mario Vargas Llosa – publicadas em julho e agosto de 2005 pelo jornal argentino El Clarin.

Filho de uma família aristocrática argentina, Che Guevara, que cometeu o erro de confiar em Fidel Castro, levou a que toda uma geração de latino-americanos, que acreditou em seus escritos e em seus exemplos, fosse dizimada em seu nome.

Embora diante do colapso político e ideológico de tudo que Che Guevara representava, por ironia da História, El Che, hoje, é uma marca essencialmente capitalista. Sua imagem com a onipresente foto com sua boina, tirada nos anos 60 por Alberto Korda, adorna jarros, chaveiros, gorros de beisebol, camisetas, lenços, jeans, etc. Há, inclusive, um sabão em pó cujo slogan é “Che lava más blanco”. Esses produtos são comercializados por grandes corporações e empresas. Como para dar força à ironia, o prédio em que nasceu Che Guevara, em Rosário, Argentina, até há pouco esteve ocupado pelo fundo de aposentadorias privadas AFJP Máxima, um dos filhos da privatização da seguridade social na Argentina.

Em 1997, no trigésimo aniversário de sua morte e ano em que foram descobertos seus restos mortais em Vallegrande, Bolívia, cinco biografias de sua vida chegaram às livrarias.

Durante a luta armada, em Cuba, contra Fulgencio Batista, logo ao entrar em Havana Che Guevara executou ou supervisionou as execuções, após julgamentos sumários, de dezenas de suspeitos “inimigos do povo” e de todos aqueles que se encontravam no lugar errado em momento errado.

Como indica seu diário de Sierra Maestra, Guevara eliminou Eutímio Guerra, suspeito de estar passando informações. Diz o diário: “Acabei com o problema dando-lhe um tiro com uma pistola de calibre 32 na têmpora direita. Seus pertences passaram a meu poder”. Mais tarde, “justiçou” Aristídio, um camponês que manifestou o desejo de abandonar a guerrilha. Também não titubeou ao ordenar a morte de Echavarria, irmão de um de seus camaradas, acusado de crimes não especificados. “Tinha que pagar um preço”, diz o diário.

Jaime Costa Vasquez, um comandante do exército revolucionário, conhecido como “El Catalan”, ainda vivo, sustenta que muitas execuções atribuídas a Ramiro Valdés, que mais tarde viria a ser Ministro do Interior de Cuba, foram responsabilidade direta de Guevara porque Valdés, nas montanhas, estava sob suas ordens. “Ante la duda, mátalo”, eram as instruções de Che.

Ainda segundo ”El Catalan”, nas vésperas da vitória, Che ordenou a execução de duas dezenas de pessoas na província de Santa Clara, onde havia chegado sua coluna como parte do ataque final ao governo. Alguns foram fuzilados em um hotel – como escreveu Marcelo Fernández Sayas, outro ex-revolucionário que se transformou em jornalista -. Entre os executados havia camponeses que se haviam unido ao exército de Batista apenas para escapar do desemprego.

Porém, a “fria máquina de matar” somente manifestou todo o seu alcance depois da queda do regime, quando Fidel Castro o designou responsável pelo cárcere de La Cabana. De uma forma que recorda Laurenti Beria, chefe da NKVD, Guevara foi responsável, durante o primeiro semestre de 1959, por um dos períodos mais obscuros da revolução.

Segundo Jose Vilasuso, advogado e professor da Universidade Interamericana de Bayamón, em Porto Rico, que pertenceu ao corpo responsável pelos processos judiciais sumários em La Cabana, “minha função era legalizar profissionalmente as causas e passá-las ao ministério fiscal, sem julgamento algum. Se fuzilava de segunda à sexta. As execuções eram realizadas de madrugada, pouco depois que a sentença fosse prolatada e confirmada de forma automática pelo corpo de apelação. A noite mais sinistra que recordo 7 homens foram executados”.

Javier Arzuaga, capelão que ministrava consolo aos sentenciados à morte e que presenciou dezenas de execuções, que hoje vive em Porto Rico, deu seu testemunho: “Em La Cabana estavam 800 homens em um espaço em que não cabiam mais de 300. Eram militares do exército de Batista, policiais, jornalistas, empresários e comerciantes. O Juiz não era necessariamente um homem de leis e sim um membro do exército rebelde, como todos aqueles que serviam de juízes. Quase todas as apelações eram presididas por Che Guevara e não recordo de nenhum caso cuja sentença tenha sido revogada (…) Até o mês de maio, quando fui embora, assisti a 55 fuzilamentos. Um dos comandantes dos pelotões de fuzilamento era o americano Herman Marks, que parecia gozar quando gritava ‘Pelotão! Atención! Apunten! Fuego!’ (…) Quando me despedi, Che Guevara me disse: ‘Se nos encararmos de novo, seremos inimigos frente a frente’”.

Entre janeiro e fins de junho de 1959, quando Che Guevara deixou de chefiar La Cabana, cerca de 400 pessoas foram lá executadas. Os telegramas secretos enviados pelo embaixador dos eUA à Casa Branca falam de “mais de 500”. Segundo Jorge Castañeda – um dos biógrafos de Che Guevara – ex-Ministro das Relações Exteriores do México, falou de 700 vítimas. Felix Rodríguez, um conhecido agente da CIA que participou da perseguição e prisão de Che Guevara na Bolívia, disse que após sua captura o interrogou sobre as “cerca de 2.000 execuções que havia sido responsável em sua vida”. Che, sem questionar a cifra, respondeu que “todos eram agentes da CIA”.

Uma outra faceta pouco conhecida porém central, de Che Guevara, era seu impulso em despojar as pessoas de suas propriedades. Em suas memórias o líder egípcio Gamal Abdel Nasser registra que Che Guevara lhe perguntou quantas pessoas haviam abandonado o país por causa das reformas. Quando Nasser lhe respondeu que ninguém havia ido embora, Che replicou, furioso, que a forma de medir a profundidade das mudanças era através do número de pessoas “que sentem que não há lugar para eles na nova sociedade”. Esse instinto predatório alcançou seu ponto mais alto em 1965, quando Che começou a falar, como se fosse Deus, do “Homem Novo” que ele e sua revolução criariam.

Essa sua obsessão pelo controle coletivista fez com que, logo no início de 1959, ele e Fidel Castro se tornassem responsáveis pelo projeto do Estado policial cubano. Ramiro Valdés, subordinado a Che durante a guerra de guerrilhas, foi nomeado chefe do G-2, uma organização planejada segundo o modelo da Cheka. Angel Ciutah, um veterano da guerra civil espanhola, que havia estado muito próximo de Ramón Mercader, o assassino de Trotsky, e que mais tarde tornou-se amigo de Che, desempenhou um papel-chave na organização do G-2, juntamente com Luis Alberto Lavandeira que havia desempenhado o cargo de supervisor em La Cabana. Che Guevara, por sua vez, apoderou-se do cargo de chefe do G-6, o organismo encarregado de doutrinar ideologicamente as Forças Armadas.

Em 1961, quando da invasão da Baía dos Porcos por exilados cubanos respaldados pelos EUA, se converteu na ocasião perfeita para consolidar o novo Estado policial, com a prisão de milhares de cubanos e uma nova série de execuções. Segundo Guevara disse ao embaixador soviético Sergei Kudrivisey, “os contra-revolucionários jamais voltariam a levantar a cabeça”. “Contra-revolucionário” foi o termo utilizado por Guevara para designar os que se afastavam do “dogma”. O sinônimo comunista de “hereje”.

Em seu início, a revolução mobilizou voluntários para construir escolas e trabalhar em portos, canaviais e fábricas. Existem fotos de Che como estivador, colhedor de cana e operário têxtil. Todavia, em pouco tempo esse trabalho voluntário tornou-se um pouco menos voluntário e logo o primeiro campo de trabalhos forçados, réplica dos Gulags soviéticos, foi organizado em Cuba, em Guanahacabibes, em fins de 1960. Che explicou a função que exercia o campo de Guanahacabibes: “À Guanahacabibes são mandadas as pessoas que não devem ir para a prisão. As pessoas que tenham cometido faltas à moral revolucionária (…) É um trabalho duro, não um trabalho bestial”.

Esse campo foi o precursor do posterior confinamento sistemático que começou em 1965 na província de Camaguey, de dissidentes, homossexuais, católicos, testemunhas de Jeová, sacerdotes afro-cubanos, sob o estandarte das Unidades Militares de Ajuda à Produção.

O seu período à frente do Banco Nacional de Cuba, durante o qual imprimiu papel-moeda assinados por “Che”, foi assim resumido por Ernesto Betancourt, seu segundo nesse cargo: “Encontrei no Che uma ignorância absoluta a respeito dos princípios mais elementares da economia”. A percepção de Che sobre a economia mundial foi celebremente expressada por ele durante uma conferência hemisférica realizada em 1961 em Punta Del Leste, ao predizer um crescimento de 10% em Cuba “sem nenhum temor” e, para 1980, uma renda per-capita maior do que a dos EUA hoje”. A verdade é que em 1997, quando do trigésimo aniversário de sua morte os cubanos viviam com uma dieta de 2 quilos de arroz e meio quilo de feijão, por mês, 120 gramas de carne duas vezes ao ano, 120 gramas de pasta de soja por semana e 4 ovos por mês. Isso porque, com a reforma agrária, as terras expropriadas não foram para os camponeses, mas para os burocratas do partido único.

Em 1963, foram abandonadas todas as esperanças de industrializar Cuba e a revolução aceitou ser abastecedora de açúcar do bloco soviético em troca do petróleo para cobrir suas necessidades e revender a outros países. E durante as três décadas seguintes, Cuba sobreviveria graças a um subsídio soviético que oscilava entre 65 e 100 milhões de dólares anuais.

Mais: imediatamente após o triunfo da revolução em Cuba, Che organizou grupos guerrilheiros na Nicarágua, República Dominicana, Panamá e Haiti. Todos foram desmantelados pelos exércitos desses países. Em 1964 enviou à morte o jornalista revolucionário argentino Jorge Masseti, fundador da Prensa Latina, convencendo-o de que deveria lançar um ataque contra seu país-natal desde a Bolívia. Também desastrosa foi a expedição de Che Guevara ao Congo em 1965, país que foi forçado a abandonar clandestinamente.

Mais tarde, na Bolívia, Che, pela última vez, foi novamente derrotado. Em seu diário, Che escreve uma melancólica frase: “As massas camponesas não nos ajudam em nada”.

Che, sem dúvida, era audaz e rápido em organizar a vida sobre uma base militar nos territórios sob seu controle, porém não era nenhum general Giap. Seu livro “Guerra de Guerrilhas” ensina que as forças populares podem derrotar qualquer exército e que não se faz necessário aguardar as chamadas condições objetivas, porque um foco insurrecional constituído por um pequeno grupo de guerrilheiros, apartados do partido, podem criar essas condições e, ainda, que a luta se desenvolverá prioritariamente nas zonas rurais. Essa foi, em resumo, a Teoria do Foco Guerrilheiro.

A verdade é que, na América Latina todos os foquistas foram reduzidos a cinzas.

Apesar de tudo isso, Frei Beto, no II Fórum Social Mundial, agora, no Século XXI, disse, em um discurso, que “A sociedade do futuro, mais livre, mais igualitária e mais solidária se define em uma só palavra: socialismo”. Pediu uma salva de palmas para Karl Marx e completou que “o homem novo deve ser filho do casamento de Ernesto Che Guevara e Santa Teresa de Jesus”.

Fonte: http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3979

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Quem tem medo de ser conservador?

Setembro 3, 2008 · Deixe um comentário

Brilhante artigo escrito por  Lefebvre de Saboya denunciando o tipo de discriminação que nós, liberais de direita, sofremos. Infelizmente não temos nenhuma ONG para nos defender e somos chamados de fascistas, racistas e o Diabo a quatro o tempo inteiro.

A direita de hoje, acuada, é vítima do preconceito e enfrenta discriminação.

“A direita é a verdadeira minoria discriminada, e pior, sem nenhuma ONG pra defender”. É assim que a publicitária Paula (nome fictício) vê a rotina da direita brasileira. Depois de décadas enfrentando forte hostilidade, o pensamento de direita (ou liberal, ou conservador) no Brasil se vê em uma situação singular na história das sociedades democráticas: precisa lutar contra o preconceito e a intolerância, dos outros.

Seja na vida profissional, na acadêmica e até mesmo na pessoal, ser de direta é aprender a pisar em ovos. “Já perdi amigos, já quebrei muitos pratos com ex-colegas de trabalho. Hoje, dependendo de quem está por perto, e se sei de antemão como pensam, evito falar em política”, diz Paula, lembrando-se dos casos desagradáveis provocados por diferenças políticas.

O universitário D.V., que também pediu para não ter seu nome divulgado, tirou satisfação com um professor de esquerda na sua faculdade: “Ele insinuou que George W. Bush estava por trás dos atentados de 11 de Setembro, o que não faz o menor sentido”. A discussão terminou na coordenação do curso, mas os dois acabaram se entendendo. “Esses professores estão tão acostumados a dizer qualquer disparate impunemente que, quando confrontados, reagem surpresos”, afirma D.V..

Ao contrário de outras democracias pelo mundo, a direita brasileira foi expulsa do debate da sociedade. A má-interpretação da ideologia conservadora, o desconhecimento das definições políticas e a falta de estudo seriam os fatores responsáveis para esse paradoxo, que não tem semelhança em nenhum outro país onde a democracia já é uma tradição.

“O termo ‘direita’ é quase sempre interpretado como sendo um tipo de desinteresse pelo social, uma tendência oligárquica egoísta”, explica o advogado Douglas Donin, “o país cresceu sem ter contato com um modelo verdadeiramente liberal, cresceram sempre à sombra de um estado paternalista, onipresente. Eles não trabalham com a hipótese de haver bem, justiça e oportunidade que não seja dada pelo Estado”.

A solução para o problema passa pela educação, de acordo com Paula: “A direita corre o risco de permanecer eternamente nessa posição se os valores que defendemos não forem inseridos didaticamente na sociedade brasileira”.

Fonte: http://www.overmundo.com.br/overblog/quem-tem-medo-de-ser-conservador

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Abortistas, aborteiros ou o que se queira!

Agosto 31, 2008 · 2 Comentários

O politicamente correto é uma aberração mesmo, não acham? Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz é um defensor da vida, porém foi processado pela Primeira Turma Recursal de Brasília por chamar abortista de, pasmém, “abortista”. Interessante o fato dos defensores do aborto saberem que sua causa atualmente é criminosa, e processarem alguém por adjetivar, ou melhor, substantivar, os praticantes do ato em menção à referida causa.

Bem, esse episódio ocorreu já há algum tempo, em 2005 (http://www.olavodecarvalho.org/semana/051208jb.htm), porém o que quero mostrar é como os defensores de tais praticas, os mesmos hipócritas que defendem os “direitos humanos” e “reprodutivos” das mulheres são, além de tudo, mentirosos. E como fazer isso? Simples: comparando os dados apresentados numa recente entrevista a Revista Veja, de  Marco Aurélio de Mello, ministro do Supremo, com os dados da ex-senadora Heloisa Helena, comunista roxa, porém com algo de bom no restinho (ela é contra o aborto), segundo o ministro, que de tão cínico deveria ganhar o troféu óleo de peroba do ano:

“Temos 1 milhão de abortos clandestinos por ano no Brasil. Isso implica um risco enorme de vida para a mulher. Na maioria das vezes, o aborto é feito em condições inexistentes de assepsia, sem um apoio médico de primeira grandeza. Há uma hipocrisia aí. O aborto é punido por normas penais, mas é feito de forma escamoteada. Nosso sistema é laico.”

Aí é que vai a deixa da ex-senadora, brilhante, inda que peque no restante de sua causa política:

“Segundo ela, números do banco de dados do Sistema Único de Saúde (Datasus) mostram que, das quase 400 mil mortes de mulheres no Brasil, 64.723 foram por neoplasias; 46.369 por doenças respiratórias; cerca de 18 mil por doenças parasitárias; 20 mil por violência externa; e 1.672 por causas ligadas à gravidez, parto e puerpério (período que se segue ao parto). Ela informou que, desse total, 46 mulheres morreram por aborto provocado.[...]” (http://praxiscrista.blogspot.com/2008/07/ex-senadora-helosa-helena-se-manifesta.html)

Leram bem? Pois é, 46 mulheres morreram em decorrência do aborto provocado. De “1 milhão de abortos” dados defendidos pela Catholics for a Free Choice, uma ONG que de católica não tem nada, e fornecido pela instituição defensora da causa (mui sui generis), Planned Parenthood Foundation, atualmente colecionadora de processos em massa nos Estados Unidos, essas foram as mulheres vítimas dos abortos clandestinos. Longe de mim, querer quantificar o valor da vida humana, esse número, irrisório por demais diante de 1.000.000 de assassinatos, poderia ser erradicado com assistência médica e medidas contraceptivas destinadas a mulheres em situação de risco. Não sou contra a camisinha, embora concorde que, por falhar eventualmente, ela não seja salvo conduto para se praticar sexo promíscuo, tal método, em essência, é uma louvável barreira contra o HIV e como método contraceptivo.

De resto, só posso concordar com o ministro ao afirmar que “há uma hipocrisia aí”, certamente cabível a sua pessoa muito mais que a nós, povo brasileiro. Aliás, é pra isso que elegemos governantes, para nos chamarem de retrogrados, hipocritas, homofóbicos, racistas e o diabo. É para isso que elegemos essa gente, para que defendam minorias, enquanto a maioria passa fome e vive de salário mínimo.

Fontes:

Ex-senadora Heloísa Helena se manifesta contra o aborto, http://praxiscrista.blogspot.com/2008/07/ex-senadora-helosa-helena-se-manifesta.html
Blog do Reinaldo Azevedo, http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
Cabeça de Abortista, http://www.olavodecarvalho.org/semana/051124jb.htm

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Frei Beto, punk-rock e mentirosos fascistas!

Agosto 28, 2008 · 3 Comentários

Frei Beto, apóstolo da fálida teologia da libertação no Brasil, é um mentiroso. Uma rápida olhadela em seu texto, Fidel, Cuba e Revolução, disponível em http://www.via6.com/topico.php?tid=124410  já dá o tom do seu discurso sofista e covarde em defesa da ditadura genocida de fidel castro.

> Dos 11 milhões de habitantes, a minoria rica há tempos abandonou a
> ilha. A maioria sabe que, apesar das dificuldades, o país apresenta
> índices sociais superiores aos das nações mais ricas do continente.
> Segundo a ONU (julho/2003), a esperança de vida em Cuba é de 76,5
> anos, inferior apenas à da Costa Rica (77,9). É a nação mais
> alfabetizada da América Latina: 96,8% dos adultos. Dispõe de um médico
> para cada 400 habitantes. A mortalidade infantil atinge 7 em cada mil
> nascidos vivos – o mesmo índice sueco. E todo o sistema de educação e
> saúde é inteiramente gratuito.

Como católico, não considero Beto outra coisa senão advogado do Diabo, sendo ele próprio um diabo cocho de hierárquia inferior. Ora, caro Frei Beto, porque não disseste que Cuba tem um investimento em saúde baixíssimo quando comparado a outros paises da América Latina? Segundo a Organização Mundial da Saúde, Cuba investe US$ 251,00/por habitante em saúde pública (http://www.who.int/countries/cub/en/), enquanto no Brasil temos o montante de US$ 597,00 (http://www.who.int/countries/bra/en/) e nos EUA US$ 5,700 (http://www.who.int/countries/usa/en/).  A Saúde Cubana está atrás de El Salvador, Suriname, Uruguay, Argentina, Brasil, Colômbia, Panamá, Haiti e Costa Rica, com 7,3% (http://neoliberalismo.wordpress.com/2007/02/17/a-verdade-sobre-a-saude-cubana/).

Os esquerdistas, muy amigos de la revolución, alegam que Cuba investe em medicina preventiva, mas como, se o povo não consegue comer direito, e é de conhecimento médico que a uma população mal alimentada, não fornece ao organismo os recursos nutricionais para a correta manutenção do seu sistema imunológico? Pois é, caso não saibam, em cuba a comida é racionalizada e as calorias consumidas por cada habitante não passam de 1800 (http://www.olavodecarvalho.org/convidados/cuba.htm). Ou seja, de pouco em pouco, as falacias de Frei Beto, cúmplice dos genocídios de Fidel em Cuba, vão se dissipando como a areia que recobre antigas ruínas.

Porém, Beto não para por aí, a sua já reconhecida, pelo menos aos bem informados, cara-de-pau chega ao limite da clemência por um autêntico óleo de peroba, quando afirma, hipocritamente no mesmo artigo, que:

> não ouço o coro de protestos lembrar que, enquanto governador do
> Texas, Bush assinou 152 condenações à morte.

Ora, Frei, esses números Fidel preenchia em um dia, não contra assassinos condenados ao corredor da morte, mas contra pais de família, jovens e mulheres que se revoltavam diante da sociopatia de seu hermano. Fidel, meu hipócrita advogado do diabo, supõe-se, matou 100,000 pessoas, dos quais 10,000 assassinatos são documentados. Foram mortes em paredóns e execuções diversas. Bush, traste como se queira, é apenas um aprendiz:

>Entre os dias 20 e 23 de fevereiro próximo, no Tamiami Park de Miami, Flórida, voluntários de diversos >países organizarão o Memorial Cubano, consistente em mais de 10 mil cruzes brancas, cada uma delas >tendo inscrito o nome de uma vítima do regime comunista de Cuba. Familiares desterrados que nunca >puderam dar o adeus a seus seres queridos assassinados, por não ser-lhes permitido visitar suas tumbas >em Cuba, poderão fazê-lo agora. (http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=1306  e http://www.insanus.org/novacorja/archives/004471.html)

Não sendo bastante essa prova, eu ainda cito o Livro Negro do Comunismo, escrito por Stephane Courtois e mais uma dezena de autores, todos reconhecidos professores. Seus números mostram que os regimes comunistas na América Latina mataram pelo menos 150 mil pessoas, divididas entre Cuba, Nicarágua e Peru, (http://pt.wikipedia.org/wiki/O_livro_negro_do_Comunismo e http://www.lepanto.com.br/EstComunis.html). Uma outra acusação formal, muito “suave”, aponta que fidel torturou e matou diretamente 9 pessoas em Abril de 1961. O artigo do jornal O Dia chama-se “Fidel pode ser julgado por genocídio” (http://diario.iol.pt/noticias/fidel-castro-fidel-genocidio-espanha-tribunal/891599-291.html).

Uma última, recém-saída do forno, que recebi do CMI (Central de Mídia Inpedente)( https://lists.indymedia.org/mailman/private/cmi-brasil/attachments/20080827/24502b4e/attachment-0001.htm ), um site anarquista de esquerda, aponta o que o castrismo ainda está cometendo atrocidades contra os direitos humanos e a democrácia em pleno século XXI, ao prender Gorki Águila, integrante do grupo punk Porno Para Ricardo, por pregar a “contra-cultura” nas atitudes da banda.Se condenado, Gorki poderá pegar até 4 anos de cadeia. Não me espantará se o dito cujo for condenado, ou pior, sumir do mapa a la fidel. Um apelo foi assim escrito:

>”Aos homens e mulheres do mundo
> amantes da Liberdade, a mais viva solidariedade com a cena contestatória e
> contracultural cubana”; somando-nos a campanha dos animadores do projeto
> *Cuba Underground*, em defesa da integridade física dos integrantes de *Porno
> Para Ricardo*; assim como a de seus familiares, amigos e companheiros”.

Pois é, Frei Beto, a vida em Cuba é assim. Uma brasileira, que passou uma temporada na Ilha prisão ( Gisele Gil, agathatriste@uol.com.br), afirmou que, por lá, estudar também não é futuro, pois um médico não ganha mais que um faxineiro, o que por si só já demole a idéia da boa educação cubana: como pode haver educação se não há estímulo? Ainda advertiu sobre a situação total de miséria do povo Cubano: contratou uma empregada cubana, e qual não foi sua supresa ao se deparar com a humilhante cena da mesma catando peles de frango no lixo da casa para preparar uma canja de galinha para sua família, estando a mesma satisfeitíssima com o achado (http://www.olavodecarvalho.org/convidados/altodemais.htm).

Com tantas mentiras que a mídia conta e abafa sobre Cuba e os esquerdistas ainda acusando-a de ser direitista, como podemos engolir a sêco suas falacias, caro Frei Beto? O senhor é um mentiroso, a quem cabe o título deste humilde post como uma luva: “Frei Beto, punk-rock e mentirosos fascistas!”. Se a mídia fosse de direita, de fato, o símbolo do partido comunista seria proíbido no Brasil, em memória dos milhões assassinados pela truculência igualitária dessa porcaria chamada socialismo, assim como é proíbida a apologia ao Nazismo. Aliás, Nazismo (ou nacional-socialismo) e comunismo são a mesma droga, com sutis diferenças estruturais, cujos resultados são os mesmos: matar quem se opõe e quem não se adapta. Mas essa é outra história.

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Cinema Brasileiro, Luta de Classes e Falta de Vergonha na Cara!

Agosto 17, 2008 · Deixe um comentário

Essa é a íntegra da carta que tentei enviar a Petrobras, baseando-me numa matéria do  Felipe Atxa para o Mídia Sem Máscara ( http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=5665 )

Caros patrocinadores,

Gostaria de ver mais critério no patrocínio a obras artísticas, tais como: peças de teatro, filmes, musicais, exposições de arte etc. Não raramente, o que encontramos é uma avidez desenfreada de diretores e produtores reclamando dos seus fracassos, culpando o governo, a classe média, a burguesia, Hollywood et caterva. Quando na maioria das vezes, a escassez de público é devido à incompetência própria do produtor, sendo a característica mais pusilânime do incompetente, a transferência da culpa e a manipulação do público através da mídia.

Abaixo, tomei referência das contribuições financeiras públicas a obras de qualidade discutível. As temáticas são sempre as mesmas: Luta de classes, miséria, violência policial, sexo, socialismo, non sense, existencialismo etc… Não tenho nada contra, mais o “questionamento da sociedade” parece nunca saturar o cérebro ambicioso desses produtores, querem sempre mais e mais e quanto mais fracassam, mais culpam o contribuinte que, não bastando contemplar loucuras com verbas públicas, ainda é bode expiatório dos delírios alheios.

  • “Gaijin – Ama-me Como Sou” 4.107.177,03 para produção, mais 3.575.407,45 no lançamento com um desempenho pífio, a diretora Tizuka Yamasaki ainda prepara outro lançamento.
  • “Antonia”- mais de 2 milhões…

Não vou citar Walter Salles, Fernando Meirelles, entre outros, que também vão as forra quando o assunto é dinheiro público para financiar suas obras. Porém, se Bruxa de Blair, foi feito com menos de USS50, 000 e Laranja Mecânica com menos de 2 milhões, e foram ambos sucessos estrondosos, não encontro outra justificativa para os nossos cineastas, senão a falta de zelo pelo seu público e total desrespeito para com o dinheiro público. Se seus filmes são um fracasso, é porque sem dúvida não agradam, e ninguém pode ser obrigado a “amar” o que não convém.

Atenciosamente,

Bruno Maia

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