Sognare Lucido

Aborto: O Activia do útero saudável!

Julho 2, 2008 · Não Há Comentários

//www.cagle.com/news/abortion/Com 9 métodos contraceptivos disponíveis no mercado, e estou sendo científico, posso chegar a conclusão de que se poderia evitar a gravidez indesejada em 99%, pelo menos…O que sobra é responsabilidade. Se você faz sexo, assuma. Agora se vazou, problema seu…”Controle absoluto” da situação não lhe dá o direito de tapar os buracos com a vida alheia.

A embriologia já disse: A vida começa na concepção. O resto é sofisma e discurso politicamente correto de democrata americano, justificando que crianças nascidas vivas, em abortos falhos, devam ser mortas com uma marretada. Ou talvez um filminho Hollywoodiano com uma atriz sofrendo o Diabo porque não pode criar seu bebê e, de quebra, levando uma estatueta.

O que vejo nessa tentativa pueril de livrar-se da responsabilidade, por parte dos pais e não somente da mulher, é uma covardia. Um medo doloroso de encarar a vida e uma simplificação estúpida das conseqüências biológicas e psicológicas do aborto, para a mulher e para o homem. Aborto é perfeito. Resolve tudo. É o Activia do útero saudável.

O aborto tem um custo biológico grande para a mulher, transtornos psicológicos enormes, e custo financeiro, que, em muito, superam uma boa camisinha. Culpar a mãe é errado mesmo…A culpa é do pai, da mãe, da mãe da mãe e da mídia e governos que comparam a sexualidade humana ao nível mais reles e baixo da animalidade coisificada.

Ainda existe uma verdade, da qual não se pode fugir: O feto é dos dois: 23 cromossomos masculinos e 23 femininos. Não é “coisa de mulher”. Embora, passe muito mais tempo nela, óbvio, ela não faz sozinha. Justificar o aborto com: “Ah, mas às vezes o método falha…” é de uma hipocrisia dantiana: As vezes a arma do policial dispara e mata um inocente, vamos perdoar o coitado então? Às vezes um acidente de trânsito ocorre, porque, “as vezes”, o motorista esqueceu e bebeu demais. Resultado: Vamos perdoar o coitado do motorista que estava “depré” e exagerou na branquinha?

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Pedofilia e ONU: tudo a ver!

Junho 29, 2008 · Não Há Comentários

A ONU e o governo globalista, patrocinam ONGs \"defensoras dos direitos humanos\". A começar pela pedofilia.

Tropas de paz da ONU estão sendo acusadas de pedofilia grave, do pior tipo, com penetração íntima e destruição das estruturas internas do sistema reprodutivo do corpo das crianças. Qual é a novidade? A boa nova é que ninguém está preocupado com isso, a ONU não punirá os responsáveis, como bem frisou. E, só interessa a mídia, quando temos instituições como a Igreja envolvidas. Porque assim sendo, podem associar a moral religiosa a depravação e parafilias. Esse pessoal não vale o que come nem o que defeca. E o que dizer de Hollywood? A fábrica de filmes americana é a grande distribuidora de pontos de “vista ao redor” do mundo. Filmes como Filadélfia, Saved, entre outros, conseguem grande atenção porque são “inovadores” no sentido de desmontar instituições religiosas. Gente intelectual, a maioria de esquerda, fecha os olhos quando a coisa cai pro lado deles.  Alguém espera que o Governo Brasileiro faça algo? Não devia. Não vai fazer. Nosso país é politicamente correto, e ser politicamente correto é ser homossexual (sem qualquer julgamento de valor, pois a sexualidade entre dois adultos é íntima e legitima), ser globalista, fechar os olhos para as barbaridades hediondas da ONU e dá nota máxima para os “rarissimos” milhares de filmes que acusam a Igreja de pedofilia.

ONG denuncia novos abusos de crianças por tropas de paz

Crianças que vivem em áreas atingidas por conflitos ou desastres continuam sofrendo abuso sexual por parte de funcionários de ONGs e membros de tropas de paz, sugere um relatório divulgado nesta terça-feira pela entidade britânica Save the Children.

Intitulado Noone to turn to - The under-reporting of child sexual exploitation and abuse by aid workers and peacekeepers (Ninguém a quem recorrer - A pouco denunciada exploração sexual infantil por funcionários de ONGs e tropas de paz), o documento é resultado de entrevistas feitas em 2007, com 341 crianças na Costa do Marfim, sul do Sudão e no Haiti.

O relatório diz que as vítimas dos abusos são crianças de ambos os sexos, com idade a partir dos seis anos.

Entre os abusos relatados pelas crianças entrevistadas estiveram estupro, prostituição infantil, escravidão sexual, pornografia, troca de sexo por comida, tráfico infantil para sexo e exposição a indecências.

O relatório não identifica as organizações envolvidas nos incidentes, mas afirma que “os que cometem os abusos podem ser encontrados em todo tipo de organização de paz e segurança, entre funcionários de todos os níveis e entre trabalhadores recrutados local e internacionalmente”.

O documento ressalta que as tropas de paz da ONU “são uma fonte particular do abuso em várias localidades, especialmente no Haiti e na Costa do Marfim.

Segundo a autora do documento, Carina Charky, a principal razão pela qual os abusadores não são identificados é o medo das crianças de represálias.

“Para fazer essa pesquisa tivemos que criar um nível de confiança grande com as crianças e prometemos que não levaríamos adiante os casos de abuso que elas identificaram”, afirmou Charky.

Impunidade

O documento ressalta que o aspecto mais chocante do abuso sexual é que a maioria dos casos não é denunciada e que os responsáveis seguem impunes.

Uma adolescente de 13 anos que vive na Costa do Marfim contou sua experiência à BBC. Ela conta que foi estuprada por um grupo de dez soldados de paz da ONU, que a deixaram no chão, sangrando, tremendo e vomitando.

Nenhuma ação foi tomada contra os soldados. Em um caso relatado no documento, uma adolescente de 15 anos no Haiti contou que durante um passeio em um parque, ela e as amigas encontraram dois funcionários de agências humanitárias.

“Eles nos chamaram, mostraram seus órgãos genitais e ofereceram cerca de dois dólares para que fizéssemos sexo oral. Eu não aceitei, mas algumas das minhas amigas aceitaram pelo dinheiro”, contou.

Segundo o documento, a maioria dos casos não é denunciada porque as pessoas temem em ficar em uma situação ainda pior.

“As pessoas não denunciam porque têm medo que as agências parem de trabalhar na região, e nós precisamos delas”, disse um adolescente no sul do Sudão.

Recomendações

O relatório da ONG recomenda a criação de mecanismos locais e internacionais para lidar com as denúncias de abuso.

Segundo a ONG, a comunidade internacional havia prometido uma política de tolerância zero em casos de abuso sexual contra crianças, mas a promessa não está sendo praticada nas áreas afetadas.

Em resposta às acusações do relatório, um porta-voz da ONU, Nick Birnback, afirmou que é impossível garantir que nenhum incidente irá acontecer em uma organização que tem mais de 200 mil funcionários servindo em diferentes regiões.

“O que podemos fazer é reforçar e propagar a mensagem acerca da política de tolerância zero, que significa zero complacência quando alegações confiáveis forem levantadas e quando acreditarmos que algum abuso tenha sido cometido”, afirmou Birnback.

O porta-voz declarou ainda que a ONU não tem autoridade para agir contra os responsáveis.

“Essa é uma das questões que estamos discutindo, mas isso não significa que não acompanhamos os casos de forma rígida quando temos qualquer tipo de alegação. No entanto, é responsabilidade dos países-membros garantir a punição”, afirmou.

A ONU declarou ainda que o relatório é bem-vindo e que a organização irá estudar seu conteúdo atentamente.

A missão de paz da ONU no Haiti é comandada por militares brasileiros.

Fonte: http://criancas.uol.com.br/novidades/bbc/ult4551u77.jhtm

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Direitos humanos: De oprimidos a opressores!

Junho 25, 2008 · 1 Comentário

No Brasil, direitos humanos são, via de regra, justificativa para que oprimidos, respaldados por suas respectivas organizações representativas, pratiquem toda sorte de barbaridade valendo-se do argumento da auto-vitimização, que cria um escudo psicológico, visando transformar em monstro quem quer que conteste atitudes extremistas suas. Assim sendo, quando um bandido estupra sua filha, lhe assalta, ou pior, mata um ente querido seu, a culpa sempre recaí sobre a vítima: Homem branco, opressor, morreu porque o assassino foi vítima da sociedade e estava externando um sentimento de ódio reprimido.Tadinho…

Os traficantes matam muito mais gente que a polícia, exército e demais, porém destes, ninguém ousa falar…Medo. Nos países cristãos os homossexuais têm tantos direitos, que chegam a queimar bandeiras do vaticano e ameaçar de cadeia quem quer que se oponha a eles…Arrogância. Por aqui, grupos raciais têm cotas, nos EUA, assistencialismo…Vantagens, diminuição da desigualdade. A mulher trabalha e tem autonomia…Direitos.

Agora no Oriente Médio, matam os coitados dos gays, das mulheres e dos cristãos, mas pouco se fala…Covardia e oportunismo.

Em tempo: Soube que o estudante de direito Leandro Teles Rocha, parente de um homossexual, mulato, como eu, e judeu, está sendo acusado por grupos extremistas de esquerda, (Grupo Dignidade) de, pasmém, racismo, homofobia e nazismo! Quem vai entender a mente desses sociopatas? Parece-me que foi feita uma queixa a Polícia Federal e o coitado está sofrendo transtornos psicológicos. Óbvio.

Mas esse tipo de coisa não dá manchete, nem filme de Hollywood. O valor do mulato, do Nordestino, do Judeu, do homem branco, em tempos politicamente corretos, é nulo, zero, necas. A esquerda Gramsciana adora pôr pecha em todos que se opoem a ela: É nazista, fascista, homofóbico e a p.q.p.

O Nordeste está às favas. Falta verba, saúde e a miséria é tanta, que não tem um dia em que, ao sair de casa, meus olhos não vertam lágrimas em comoção a indigência das crianças miseráveis limpando para-brisas nas avenidas do Grande Recife. E o que faz Lula? Doa nosso dinheiro para as ONGs coitadistas, graúdas e hipócritas, que vivem de torrar dinheiro público, contratando advogados para enfiar na cadeia quem quer que pense diferente delas. Se eu tenho pena dessa gente e se luto pela sua causa? Não, nenhuma. No passado, fui militante, andava com eles, entregava jornalzinho e fazia essa porra toda. Até que percebi que o dinheiro era muito, e que, assim sendo, muito melhor seria doá-lo aos pobres, de fato. Muito melhor que lutar para prender um Julio Severo da vida, seria dá agua e alimento para um travesti, que vez ou outra, encontrava na orla Olindense e Recifense e, comovido, entregava um sanduíche, dava uns conselhos bobos que minha pouca idade permitia. As ONGs são apenas máquinas ideológicas de processar opositores, e essas máquinas, prefiro que fiquem quebradas.

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Calúnia grave do Sr. Hélio no site e-cristianismo.com, contra minha pessoa

Junho 7, 2008 · Não Há Comentários

A acusação leviana e criminosa do Sr. Hélio no Fórum http://www.e-cristianismo.com, merece uma resposta pública: ele me acusou desavergonhadamente de crime de ódio, uma grave calúnia. Após isso utilizou um subterfúgio perverso: Trancou o post e encerrou a discussão no meu direito de resposta, ganhando por fim da força o debate. Foi uma acusação grave, gravissíma. Porque nos meus posts, ciritiquei severamente a atitude stalinista de alguns grupos GBLT ligados ao governo, ou não. Coisas amenas, como queimar bandeiras do vaticano e pichar banheiros públicos com cruzes profanas, além de proibir qualquer cidadão de tecer uma suave crítica a algumas condutas condenáveis de alguns desses indivíduos, como sexo em público, semi-nudez pública, coitadismo, auto-vitimização, manipulação estatística, imposição de valores nas escolas etc. Nenhuma lei pode dá status a esse tipo de manifstação. O que a lei pode fazer é simples, lógico e eficiente: Proibir o preconceito, não a crítica, contra a liberdade sexual do indíviduo. Proibir o preconceito e regulamentar o casamento gay, porque não é da conta de ninguém o que você pratica na sua intimidade. Claro, analisem a etimologia da palavra intimidade (coisa íntima, reservada).  Devido a um argumento sofisticado e sútil como o meu, fui acusado de crime de ódio respaldado com a modinha lullista da hora: homofobia.

POST do Hélio com link para a discussão:

http://www.e-cristianismo.com/forum/viewtopic.php?p=43973#p43973
Assunto: Ativismo Gay e Liberação Sexual das Crianças

Histérico amigo,

Não preciso ler seu guia primário de estatística, pois já fiz Estatística Aplicada no meu curso de Administração na FGV/SP com os melhores professores do país, e os melhores livros do ramo no mundo, ensinos esses que são seguidamente vividos e testados em minha carreira profissional. Não preciso recorrer a cartilhas de falácias, pois a Teoria da Argumentação (de Ronald Dworkin) e a Nova Retórica (de Chaïm Perelman), entre outros, foram a base da minha dissertação de Mestrado em Teoria Geral do Direito. Então, já que o amigo insiste na questão da qualificação, que busque pelo menos uma apropriada aos temas (de pós-graduação, no mínimo) antes de ousar debater comigo.

O seu ódio contra gays é tão óbvio que você me acusa de levantar bandeiras homossexuais que eu não só não apóio, como em nenhum momento as defendi aqui. O que critiquei na sua posição é muito simples: enquanto você não comparar estatísticas de homossexuais e heterossexuais assassinados EM RAZÃO de sua opção sexual, as suas baboseiras preconceituosas não merecem nem o título de argumentação. São o que são: delírios de uma noite mal dormida. Uma dica: estamos falando de “crimes de ódio”, procure no Google por essa expressão, para pelo menos ter condições de começar a ler a sua cartilha de estatística.

Portanto, guarde as suas contradições e os seus chiliques (com CH) para você mesmo.

Tópico trancado por já ter extrapolado do seu propósito inicial. Se o Vanzo ainda quiser responder a crítica que lhe foi dirigida, favor entrar em contato para reabrir.

Caro Sr. Hélio

“Xilique” entre aspas enaltece um contexo específico, é uma deturpação intencional da etimologia da palavra. Com relação a sua formação acadêmica, o [b]argumento da autoridade[/b] não se encaixa em nenhum discurso, é uma falácia mesmo. Como tens excelente formação, chego a conclusão que querias me ludibriar com argumentos primários, não por ser ignorante, mas por blefe. Muito digno de vossa parte, manter o tópico aberto para o Sr. Vanzo, e apenas para ele, é um merecido direito de resposta, não? Leia [b]“Is Democracy Possible Here?”[/b] do supracitado autor, pena que não tenhamos um Dworkin aqui, os marxistas o “matariam” . Mas, como bem citaste, já extrapolou, mesmo. Estou cansado.

Me acusar de ódio é uma projeção, uma transferência, de algo que sentes mas não admites, uma típica conduta passivo-agressiva, visto que não esbocei ódio, apenas revolta (revolta “ser” diferente de ódio), e sou agressivo no meu discurso (retórica agressiva “ser” diferente de ódio). No final das contas, sua calúnia foi brutal, me acusou de crime de ódio e trancou o tópico, o que não faz diferença, mesmo… É o caro preço que pago por ter opinião e confrontar a autoridade.

Finalizo com uma estatística:

ASSASSINATO DE MULHERES
http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=424CID001

Como podes dizer que não estou comparando assassinato de homo com héteros, se essas mulheres morrem, justamente por serem heterossexuais? Se fossem lésbicas não seriam assassinadas por [b]parceirOs[/b] violentos e ciumentos. E isso é só para citar, se procurar acha muito mais. Ou somente homens podem ser heterossexuais?

Atenciosamente,
bebeto_maya,

P.S. Para não “descer do salto”, não xingo este sujeito, mas ele bem que merece. Foi uma acusação gravíssima; digna de processo jurídico. Mas não perderei meu tempo: Meu telhado não é de vidro, podem arremesar as pedras. Não sofro de coitadismo, sou mestiço, pobre, magricela e nordestino. Porém não ando por aí culpando a “sociedade”, nem chamando-a de racista xenófoba ou coisa que o valha.

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Olavo de Carvalho e a Paralaxe Cognitiva

Junho 7, 2008 · Não Há Comentários

Entrevista de Olavo de Carvalo a Revista Atlântico: http://www.atlantico-online.net/blogue/2008/02/19/a-pedido-de-varias-familias-entrevista-a-olavo-de-carvalho/

Execelente a análise do socialismo utópico que transpõe a fartura que se deseja no tempo presente para uma época em que nunca ocorrerá, e assim engana a todos, com uma utopia burra ancorada no desespero de uma minoria, ou maioria excluída, ou muitas vezes fingida. A destruição da sociedade e de seus princípios básicos, o sequestro cultural de um povo, através a mentalidade revolucionária esquerdista, que não luta por nada e vive da revolução de “porra nenhuma” muitas vezes baseada na premissa de um mal social não comprovado ou ampliado a exaustão, são a tônica do discurso esquerdista. Apoiar-se nas chagas de um povo, para tomar o poder foi o norte de todos os regimes comunistas que grassaram no mundo, afinal, de outro modo não conseguiriam saciar sua sana de poder.

Tão logo tomam o poder colocam em voga suas estratégias destrutivas, antes ocultas nas fases catequisantes em que prometiam o céu, corroboram a essência religiosa e cultural de um povo dócil e carente de amor e destroem os preceitos morais de determinada sociedade, o Gramscismo, então, não poderia ser forma de destruição cultural mais eficiente dentro de uma sociedade neo-comunista. Pior! Criminaliza a cultura anterior. A democrácia transforma-se num travesti, em conflito com sua própria personalidade milenar.

Como tomar o poder de uma sociedade sem apoiar-se nos seus males sociais e prescrever bulas milagrosos com prognósticos perfeitos de cura total do mal? É impossível. E assim agem os movimentos revolucionários: Ludibriam a todos, vendem Marx, como gênio, Jesus como um mendigo judeu, judeus como algozes dos palestinos, ainda que Israel seja um estado mínimo diante da grandeza territorial dos mulçumanos, esvaziam a Igreja de seus preceitos, porém sem destruí-la, visto a mesma ser necessária para a manutenção das massas,  criam monopólios, grupos de poder manipuladores da opinião vigente (vide rede Globo, Folha  e Grupo Abril), transformam a sociedade numa massa misógena sem identidade e delegam aos poucos resistentes a pecha de machistas, racistas homofóbicos ou ignorantes.

O cúmulo de tudo, foi quando li numa Marie Claire da vida, o relato de um psicólogo que considerava preconceituoso, não o homem que é contra o homossexualismo (conduta sexual normal, desde que exercida sem incomodar os outros), porém mais: o indíviduo que não sede ao prazer homossexual, o prazer anal passivo. Ora, nossa identidade, seja homo ou hétero, é o que temos de mais precioso em carne, considerar ignorante o indíviduo que não “dá a bunda” é de uma brutalidade atroz, de uma agressão a estrutura psicológica masculina incomparável. Um psiquiatra, analista, psicológo, ou o diabo que o valha, ao propor uma sandice dessas, mostra não valer o papel do diploma que recebeu. É uma aberração ambulante.

A paralaxe cognitiva só explica o quanto a esquerda é dissonante, imcompreensível e paradoxal: Defende a todo custo a liberdade de um estudante estúpido cuspir na cara de um guarda, porém o direito do guarda em revidar com uma cacetete é relegado à condição de “violência policial”. A revolução de 68 foi portanto uma fraude, salvos determinados momentos. Não é preciso ser gênio para perceber que a revista Continente, ao celebrar os 40 anos desse embuste, com uma capa de um drogado debochando de um guarda, não passa de um veículozinho esquerdopata do pior tipo: Aquele anarquista, sem ideal, ideologia, sem revolução, sem nada. Vazio por excelência. Os senhores que defendem tanto esse tipo de anarquia, deveriam insistir para que o exército acabe com suas discrepâncias sociais, e passe a admitir enfermos, deficientes, idosos e, pasmém, até eu que fui dispensado por incapacidade de servir, em suas fileiras como sujeitos capazes de lutar contra uma eventual invasão territorial. Assim, deste modo, todos vocês, fãs do imbecil mó, Gore Vidal, veriam suas vidinhas forjadas na opinião das redações dos piores jornais brasileiros, que não são poucos senão a esmagadora maioria, ruir sistematicamente até a estrutura sub-atômica do pó de qualquer coisa.

Leiam Olavo de Carvalho, seja você de esquerda ou direita. Sua entrevista é, na falta de um adjetivo melhor, Soberba.

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Re: Ativismo Gay e Liberação Sexual das Crianças.

Maio 31, 2008 · 2 Comentários

Esta é uma resposta a uma discussão sobre o número de assassinatos de homossexuais cometidos no Brasil, que ainda está aberta no Fórum http://www.e-cristianismo.com/. Felizmente nosso país é um local agradável para o convívio e a prática homossexual, são recordes na parada gay de São Paulo, vagas nas melhores Unversidades, funcionalismo público repleto de pessoas com diversas orientações sexuais, selo para ambiente comercial Pró-gay, casas noturnas bons empregos etc. É verdade que no passado não era assim, nosso povo era doente de homofobia. Mas insistir que nossa sociedade é doente de homofobia, e assassina, nos dias de hoje, é calúnia e difamação. Mas é isso que fazem as ONGs falsas, que não lutam pelo direito dos homossexuais de fato, e sim por uma posição politíca e uma agenda que as inclua em todos os ministérios, do turismo a saúde. Tudo está documentado. Com links para sites imparciais. Estou fazendo uso do meu direito democrático, (artigo 5º da constituição), porque embora seja a favor da causa, sou contrário as entidades politizadas e manipuladoras.

Quando argumentei que o número de homossexuais mortos no Brasil é infeiror, proporcionalmente, ao número de assassinatos nos outros segmentos, sendo 0,3% do total, um usuário argumentou com a seguinte expressão de deboche:

“Morri”

Morreu?

Então, eu vou lhe dar a estatística oficial e neutra. Gosto da verdade, e todos sabemos que é impossível colocar 3 milhões de pessoas na Paulista, matematicamente falando…Mas você nem contesta minhas fontes, apenas desqualifica-as. O próprio Luiz Mott, admitiu no CMI (Central De Mídia Independente), ser favorável a relação “de adultos e crianças” e considera retrograda nossa sociedade por não aceitá-la http://archives.lists.indymedia.org/cmi-mulheres/2004-April/001006.html.

Vou lhe dá uma estatística: Os movimentos gays falam que se matou 2.647 pessoas homossexuais desde 1980 no Brasil, http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/04/08/ult23u1777.jhtm, e isto sem considerar crimes homofóbicos ou não, foi o total de mortos mesmo, se levarmos em consideração os crimes homofóbicos temos bem menos. No Brasil se matou, desde a mesma data 800.000 pessoashttp://www.camara.gov.br/sileg/integras/398227.pdf, ora, se 14% da população brasileira é homossexual, http://www.ggb.org.br/moviment_glbt4.html segundo os próprios gays, faça os calcúlos de quantos homossexuais foram mortos no Brasil desde 1980: 0,3% do número total de assassinatos. Me parece que a vida deles vale mais que a nossa, crianças, velhos, mulheres, que a minha, ex-simpatizante da causa, . Mas já sei, o UOL é homofóbico, a Câmara é homofóbica, e o Grupo Gay da Bahia também, e o Jornal de Esquerda CMI, também… Ou então são mentirosos!

É lógico que torço pelos gays, pelo fim do preconceito, pela possibilidade de andar com amigos gays sem ser tachado de “pederasta”, pelo fim da homofobia, pelo casamento deles e pela adoção de crianças por parte deles, mas que seus movimentos mentem, deturpam e impoem sua cultura como algo que deve ser seguido por fim da força, isso é impossível de se negar, a não ser que você seja cego ou não queira enxergar! Claro, posso esperar outro argumento inteligente como “morri”.? Ou então, “Nossa, mas você está obssecado”, ou então uma exclusão do tópico, por incapacidade de outrem em debater civilizadamente. É com VERDADE e CORAGEM que se constrói vitórias, e não com mentiras.

Links de outras fontes, pró-gay:
Log público da Troca de Emails entre Mott e ativistas gays no CMI-
http://archives.lists.indymedia.org/cmi-mulheres/2004-April/001006.html
Assassinato de homossexuais
http://noticias.uol.com.br/ultnot/2008/04/08/ult23u1777.jhtm
Assassinato total de Brasileiros.
http://www.camara.gov.br/sileg/integras/398227.pdf
Número de brasileiros Gays no Brasil.
http://www.ggb.org.br/moviment_glbt4.html

E encerrei meu E-mail. Gostaria que o casamento gay fosse aprovado, que pudessem adotar crianças. Mas impor uma lei anti-democrática,  sob o manto do “combate a homofobia”, é o cúmulo do descaramento e imposição ditatorial. As fontes estão todas aí, é díficil negar o óbvio: Que “morrer de morte matada” no Brasil, é “regalia” de todos e não de grupos especificos, como gays. Mulheres morrem porque são vulneráveis a ataques de bandidos, policiais pelos mesmo motivo visto que os combate, estudantes, porque são assaltados o tempo inteiro, aposentados no caixa do banco e, pasmém, gays porque são vítimas de crimes de homofobia. Todos somos vítimas. Bastou usar um relógio, ou andar com um notebook na pasta.

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Dr.Jairo Bouer: Mentira alienista para imbecil acreditar.

Maio 15, 2008 · 1 Comentário

Navegando pelo mundo da Net, deparei-me com o site do Dr.Jairo Bouer (http://doutorjairo.uol.com.br ), sexólogo, expoente máximo da geração “com camisinha vai até o braço!”. Um site ruim, sem referências médicas, sem prestígio e repleto de meias verdades e contradições severas. Em plena era da AIDS o sujeito, que é médico, dá a entender, intrinsicamente, que a camisinha é 100% segura, ao tempo em que com ela podemos ter “milhares” de parceiros e ainda assim nunca falhará, se for executado seu uso perfeito. Em que mundo o Sr. vive? Um mundo em que os seres humanos, especialmente os jovens, nunca erram? Ora! Os processadores dos melhores computadores falham, mesmo sendo fabricados em salas 1000 vezes mais limpas que uma de cirúrgia, porque a camisinha não falharia? Ela pode falhar, sim. Mas não significa que você não deve utilizá-la, afinal, sem ela, estará 100% exposto.

Vejamos as falácias bem estruturadas do Dr. Jairo. Na resposta a pergunta Posso mesmo confiar na camisinha para prevenir DSTs? o Dr. Jairo simplesmente afirma que sim, e culpa os grupos religiosos por dizerem que não, como se não fosse a OMS que tivesse tomado a primazia da Igreja… Dr. Jairo, nem todos os seus leitores são imbecis quanto o Sr. pressupõe, alguns lêem as fontes oficiais que tanto insistes em deturpar em nome do “amor livre”. Num estudo de 2005 a OMS (Organização Mundial da Saúde), afirma categoricamente que a camisinha é fundamental como método para prevenção parcial de doenças sexualmente transmissíveis. Inclusive mostrando que, para doenças como gonorréia e HPV, a taxa de eficiência é de 50 a 70%. O Sr. aceita o ônus da culpa, pelo seu descaso com a saúde alheia, caso alguém contraia gonorréia ou outra DST, para a qual a camisinha fornece tão somente “alguma proteção” ? Certamente que não, afinal, acima de você está Temporão, o “boi de piranha” para mentirosos de galocha a respeito de DSTs.

Em outra pergunta na mesma página, encontramos a indagação:É verdade que existem doenças sexualmente transmissíveis mesmo com o uso da camisinha?

Para esse questionamento a melhor resposta do  Dr. é que a camisinha protege contra todas as DSTs, menos as áreas expostas do corpo, contaminadas pelo HPV, e depois, para não falar a verdade, que a camisinha não é 100% confiável, faz uma “mêa-culpa”:“De qualquer jeito, a camisinha ainda é o modo mais confiável de manter uma vida sexual ativa saudável e protegida”. Ou seja, é o melhor porque sem ela você tem zero de proteção, porém com ela, não muito mais que 50% em alguns casos, como na transmissão do HPV e no contágio da gonorréia. O “cuidado” dele é uma tentativa de ocultar um racíocinio tão óbvio que até um babuíno conseguiria captar: O de que não dá pra confiar 100%, mas dá pra passar essa impressão “pras “vítimas” do meu ’siteco’.”.

O senhor é tão débil na vã tentativa de ser alienista e maniqueísta que simplesmente, na mesma página (http://doutorjairo.uol.com.br/tira-duvidas.asp?IdTipoItem=4), posta casos de pessoas vítimas de falhas da camisinha, perguntando o que fazer após o rompimento da mesma. Isso chama-se dissonância cognitiva. Falas uma coisa aqui e lá na frente outra oposta, porém queres por fim da força, contrariando todas as lógicas da razão humana, que todos acreditemos na primeira. Sinceramente, não aconselho as mães a levarem seus filhos e filhas para se consultarem com o fortuito médico… Ora, sabemos, por via das pesquisas do Instituto John Hopkins, que a camisinha tem eficácia de 75 a 90% no combate a gravidez. Portanto se acontecer de sua filha ficar grávida após uma consulta com o Dr. Bouer, há alguma possibilidade dela ter sido vítima do mantra “pode tudo, desde que use camisinha!”. Na verdade os país deveriam estar conscientes das possibilidade das falhas dos métodos, para assim, proteger melhor suas proles, com uma sexualidade saudável, permeada pelo uso responsável e constante do preservativo. E não pela abordagem simplista de um sujeito que mais parece a versão oposta das velhas carolas do passado. Por sorte dos adolescentes, o site do Dr. Jairo Bouer, que insiste em passar uma postura visivelmente postiça de  jovem com27 anos, é pouco  visitado para os parâmetros de “celebridade” que convém a este senhor de meia idade. Portanto, pessoal, o que dizem os organismos internacionais, é que sexo deve ser feito sempre de camisinha, porém sempre há um risco no contágio de doenças sexualmente transmissíveis. Risco menor, este, que pagamos para exercer nossa sexualidade plenamente. Mas ainda assim existente.  Dr. Jairo, tenho certeza de que o senhor é um homem culto, médico, que leu todos os estudos da OMS referentes ao tema, portanto deturpação e meias-verdades não ajudam em nada, a informação consciente, com as vantagens e falhas do método, sim. Porque, doutro modo, as pessoas não poderão tomar suas decisões completamente informadas.

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Preservativo:A prevenção deve ser feita, mas não é 100% eficaz.

Maio 12, 2008 · Não Há Comentários

Sou crítico ferrenho das campanhas anti-HIV e anti-DST do Governo Federal Brasileiro. Elas nos passam a impressão de que o uso do preservativo é suficiente para a total proteção do usuário contra infecções sexuais. Pelos seus critérios , o indivíduo pode tomar para si qualquer atitude ou postura sexual que, inda assim, estará seguro contra a AIDS e qualquer DST, ou mesmo uma gravidez indesejada.

Ora, prevenção é importante, devemos sempre utilizar preservativos, mas o uso constante de tal medida preventiva, não é por si só suficiente. É preciso diálogo com a(o) parceira(o) e pôr em prática uma conduta  bem ponderada que leve o indíviduo a diminuição do número de contatos sexuais com múltiplos agentes. A camisinha entraria aí, como um instrumento chave, indispensável para o combate das malditas DST’s, mas não como um escudo miraculoso da permissividade humana, algo que leve a nós todos a plena satisfação dos gozos venéreos, por mais besteais e desregrados que sejam.

E por que questionar a total eficácia do preservativo, ou ao menos, a percepção que se pretende passar dos mesmos através das campanhas governamentais? Porque os profissionais de saúde pública estão preocupados com estatísticas, tão somente. Para eles importa apenas que 70, ou ainda 90%, das pessoas estejam protegidas contra o HIV. Os outros 10% são cordeiros de sacríficio. Sangrados a alguma divindade pagã, em prol de uma maioria escolhida. É a exclusão da minoria, desfavorecida pela sorte. Algo bem típico do pensamento que suprime o indíviduo arbitrariamente de um benefício, pelo bem-estar da coletividade

Vou analisar as próprias estatísticas de Um artigo publicado pelo The Johns Hopkins School of Public Health cuja tradução está disponível no site http://www.bibliomed.com.br. Seu título é Preservativos: Reduzindo as Barreiras. Este documento, elaborado por uma instituição científica reconhecida, explica como os condoms são eficazes na prevenção de DSTs, porém, deixa frestras abertas, por onde nebulosas nuvens insistem em passar, não dissipando as dúvidas. Basicamente, o artigo confere credibilidade a prevenção, mas se esquiva em comentar as margens de erro desta mesma. O que ocorre é a parcial manipulação maniqueísta de uma informação importante, que, doravante pasteurizada, chega aos ouvidos do consumidor, incompleta
: Ou seja, “parcialmente eficaz” se transmuta em “totalmente eficaz”, (o que significa que, se você não utilizar o preservativo, estará sim, 100% exposto, in natura, de fato). A mentira, divulgada nos Meios de comunicação, consiste em passar total segurança sobre um método, que é sim, falível, em determinadas circunstâncias. Uma irresponsabilidade sem precendentes.

Analisando o artigo encontrei alguns dados:

Eficácia do preservativo no seu uso perfeito contra a Gravidez Indesejada:

3 em cada 100 mulheres engravidam, a “boa nova”, segundo o autor, é que essa taxa é bastante baixa, porém pílulas anticoncepcionais têm ineficácia menor que 1%.

Eficácia no seu uso típico contra a Gravidez Indesejada:

O uso típico é o uso do dia-à-dia, portanto é a natureza do que ocorre, de fato. Os estudos realizados
mostram uma ineficácia de 16%,  na Tailândia e 14% nos EUA.

Eficácia contra HIV

Segundo o estudo, a taxa de transmissão do HIV, entre casais soro-discordantes, é menor que 1%. Um estudo avaliou 256 casais nessa condição e concluiu que após 20 meses não houve infecção pelo HIV, entre os casais que usaram de forma consistente o preservativo. Porém, é de se esperar que sendo o ser humano falível por natureza, esse “uso ideal”, na prática, é díficil de se obter. Entretanto, concordo que “não usar” é pratica condenável.

Alguma proteção contra outras DSTs (longe dos 100%, como o Governo Federal nos leva a acreditar)

Nos casos da Clamídia e Gonorréia, a eficácia do preservativo é de 60 a 80%, portanto há uma margem de erro de 20 a 40%. Os programas de saúde pública simplesmente não avisam, ou omitem por elipse,  essas taxas de seus usuários, os médicos fazem o mesmo. O paciente, deveria estar ciente dos índices de falha de um método preventivo, qualquer que seja , como direito seu. Direito a informação, mas não parece ser do interesse da classe médica. É melhor, para o cidadão, permanecer manipulável.

A pior situação está correlacionada ao índice de falhas referente a HPV,  herpes, e trícomoniase. Para esta última as possibilidades de inéficacia chegam a 70%. Segundo o estudo.

Uso incorreto é responsável por 1/4 das gravidezes indesejadas.

Outra estatística gritante. O design de um bom produto deve levar em consideração o índice de falhas do usuário, assim, uma cadeira deve ser suficientemente resistente para suportar o peso de um usuário que opta por sentar-se em seu braço, por exemplo. Porém, esse mesmo estudo mostra que o uso inconsistente do preservativo, é responsável por 1/4 das gravidezes indesejadas nos EUA. A possibilidade de se usar corretamente a camisinha passa por uma via crucis de variáveis e regras que devem ser observadas, de tal modo, que errar na sua colocação, se torna pratica corriqueira. Como confirma o estudo ao afirmar que “As pessoas freqüentemente usam preservativos de forma inconstante ou incorreta”

Taxa de rompimento é baixa, mas não chega a zero: 1 a 13%.

Os estudos apontaram uma taxa de ruptura que varia de 1 a 13% na relação vaginal, mas a média ficou abaixo de 2%. No coito anal essa taxa variou de 1,6 a 7,3%. Mas uma vez, a população não é avisada sobre a possibilidade de haver falha no uso do método. As propagandas governamentais são claras: “Transe ‘até morrer’ com quem quer que seja, desde que use preservativo”.

Casais de longa data são menos propensos a falhas no uso da camisinha.

O estudo apontou uma baixa taxa de rompimentos em casais monogâmicos. Homens com suas namoradas tendem a utilizar o preservativo de maneira mais ineficaz. Enquanto os casados o fazem com mais perícia, devido a experiência na colocação adequada do mesmo.

Defeitos de fabricação ocorrem

Mesmo diante da vigilância pesada das autoridade públicas e de saúde, imprevistos ocorrem. Em 1998, autoridades sul-africanas devolveram milhões de preservativos importados que não foram adequadamente testados. Em 1992, um estudo mostrou que 29 de 89 amostras de preservativos testados apresentavam alguma falha em sua estrutura, o que permitiria a passagem do vírus HIV através de poros existentes em camisinhas defeituosas (http://www.vivatranquilo.com.br/saude/colaboradores/ministerio_saude/preservativos/mat2.htm). Fica claro que como todo e qualquer objeto manufaturado pelo homem, a camisinha não é 100% eficaz, e que portanto o consumidor deveria estar ciente de seus riscos, até para mover ações legais contra os fabricantes e o Ministério da Saúde, que leva-o a crer numa eficácia total do método através de campanhas publicitárias. Isso, entretanto, não deve ser usado como pretexto para a abstenção sexual, ou o sexo desprotegido, e sim para uma vida sexual mais regrada, onde há diálogo e redução do número de parceiros, fortalecida com a segurança, parcial, porém importante, dos famigerados condoms.

Conclusão

  • Eficácia do preservativo contra o HIV: Segundo o estudo, 99% no seu uso ideal (faltam dados referentes ao uso típico).
  • Eficácia do preservativo contra a gravidez: Uso Ideal 97%. Uso típico: 84% no pior caso (Tailândia) com falha de 14% nos EUA.
  • Taxa de ruptura: 1 a 13%.
  • Falha na prevenção contra outras DSTs:
    • Clamídia e Gonorréia: 20 a 40%.
    • HPV,  herpes, e trícomoniase: Até 70%.

  • Portanto, levando-se em consideração que o preservativo tem um eficácia superior a relação sexual desprotegida, ele deve sempre ser utilizado. O inconveniente, perigosissímo, reside no fato do governo omitir as taxas de falha intrínsecas e extrínsecas do método para a população. O consenso geral é de que o uso do preservativo por si só, resolve todos os problemas referentes a gravidez indesejada e transmissão de DSTs. O que não é verdade. Ele confere proteção parcial, bastante alta, contra gravidez, mas apresenta um índice de falhas não desprezível. Ainda com relação a outras DSTs, o preservativo confere alguma proteção, mas pode chegar a apenas 30% nos casos de clamídia e HPV. Portanto é uma conduta criminosa e irresponsável, esta adotada pelo Ministério da Saúde. Não alertar a população sobre o índice de falhas do preservativo, incentivando, inclusive,  meninas de 13 anos a manter relações sexuais precoces (Vide campanha do governo federal: “Bom de cama é quem usa camisinha.”). O preservativo, deve sim, ser proposto dentro de uma poítica “holística”, que inclui educação sexual, redução do número de parceiros, diálogo, e observação dos órgãos sexuais dos parceiros a procura de eventuais verrugas e ulcerações. Ainda que, isoladamente, essas políticas, segundo os próprios estudos, se mostrem falhas, no conjunto são efetivas, pois tendem a preencher os percentis, onde a camisinha deixa lacunas perigosas, (Vide Política do ABC, empregada em Uganda, http://www.usaid.gov/our_work/global_health/aids/News/abcfactsheet.html).

Fontes:
The ABC of The AIDS preventions, http://www.usaid.gov/our_work/global_health/aids/News/abcfactsheet.html, 11.05.2008, 8:35hs.

Preservativos: Eficácia, http://www.vivatranquilo.com.br/saude/colaboradores/ministerio_saude/preservativos/mat2.htm, 11.05.2008, 8:35hs.

Preservativos: Reduzindo as barreiras, Qual é a eficácia dos preservativos?,
http://www.bibliomed.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=12839&ReturnCatID=499

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Homofobia, nunca! Radicalismo GLS, jamais! “Meu WordPress é meu!!!”

Abril 20, 2008 · 1 Comentário


“O principal motivo que me levou a escrever esse documento foi a intransigência e extremismo de alguns movimentos GLS, que ao invés de irem as ruas ajudar travestis e transgêneros prostituídos e contaminados com o vírus HIV, dando-lhes alimento e acolhendo-os, preferem bloquear a livre expressão das pessoas em Blogs, eliminando de todos os usuários do sistema WordPress, mesmo aqueles que sequer estão envolvidos em discussões sexuais, o direito de manifestar seus sentimentos e angústias, uma vez que se pretendia tirar do ar o próprio WordPress. Algo digno de um sistema político fascista. É muito bonito juntar-se a um presidente e defender com demagogia seus ideais, mas ninguém gosta de mostrar, ‘por cima de quem’, tiveram que passar, e o que pretendem fazer aqueles que abrirem a boca: Trancar na cadeia por 5 anos. Isso é justiça, crueldade ou vingança? “

Homossexualismo é o termo usado para definir os indíviduos que praticam sexo com pessoas do mesmo gênero ou que sentem atração apenas, não precisando, para isso, exercer fisicamente o ato sexual. É tão antigo quanto a humanidade, data de antes do Império Romano dominar o mundo. Os homossexuais são indíviduos dignos de respeito, produtivos, educados e limpos ( pelo menos em sua maioria visto que existe gente ruim em todos os segmentos sociais), e não devem, nunca, ser discriminados, assim como qualquer pessoa.

Mas existe um movimento anti-homofobia, no Brasil, encabeçado pelo Professor Doutor Luiz Mott, Decano do movimento Homossexual Brasileiro, que beira a tirania, intolerância ideológica e fanatismo , chegando a querer punir severamente qualquer indíviduo que se mostre contrário a opção sexual de outro, ou mesmo a sua conduta, ( contrariação natural, sem discriminação). Deturpou o que entendemos por direitos humanos, canalizando para si próprio regalias especiais, que nenhum outro ser humano pode ter.

Você pode está pensando que eles são contra ações de violência e discriminação voltadas a gays, antes fossem, e que bom seria: Violência contra homossexuais merece ser punida com cadeia…Mas não são, são contrários a qualquer pessoa que expresse oposição a conduta homossexual, em qualquer nível, (cabe ressaltar que do mesmo modo que respeito os homossexuais também sou a favor da existência de pessoas com pontos de vista discordantes à cerca do homossexualismo). Misturaram direitos humanos com liberdade de expressão, e deturparam o conceito de homofobia, caracterizando como “homofóbicos” pessoas que discordem da prática homoerótica e confundem tolerância com aceitação e concordância. Algo que por se tratar de opção, poderia muito bem ser críticado. Afinal, você crítica a opinião e opção de seus colegas, filhos, etc. O que não significa que você não os ame, mesmo que sua opinião seja um equívoco. Você pode transar com 5000 pessoas, ou 500, mais não pode querer que todos achem isso uma coisa linda, alguns podem até achar, mas é algo pessoal.

Mas com seu programa Brasil Sem Homofobia, o Governo Federal quer muito mais, ele quer calar e prender cristãos, judeus e mulçumanos que pregam, cada qual utilizando suas próprias e milenares escrituras, que o homossexualismo é errado e anti-natural. Para mim essas escrituras religiosas podem até estar erradas ou mal traduzidas, e como simpatizante dos gays que sou, deveriam ser ignoradas pelos mesmos. Mas, epa! Esse é um direito a livre opinião que eu tenho. Não posso impor aos outros. Do mesmo modo não posso convencer ou impor de modo algum a ninguém a aceitação arbitrária, totalitária e fascista da conduta homossexual. Isso fere nossa constituição, no que se refere aos direitos de expressão.

Quer falar mal das Igrejas, fale. Dos políticos, idem. Do homossexualismo, nunca. Senão, você poderá ser preso. E essa é a proposta do PLC 122/06, o projeto de lei, endossado pelo Sr. Mott que visa colocar uma mordaça na boca de quem quer que ouse criticar uma conduta homossexual. Essa coisa conhecida como Liberdade de expressão irá pro lixo.

Algumas pessoas acham esteticamente condenável um beijo gay, outras acham bonito, outras sentem nojo. Alguns seres humanos somente acreditam no “regime” heterossexual, outras são também extremistas e pregam que o mundo deveria ser gay…Nada mais natural, estamos num país livre (ou estávamos), mas ao contrário do cidadão negro, oriental, branco ou amarelo, o cidadão homossexual escolheu essa condição, é uma “opção” sexual e como tal pode ser critícada, assim como podem ser critícadas atitudes fanáticas de religiosos com seus cultos barulhentos e doutrinatórios, atitudes segregacionistas de homens brancos, como por exemplo as de alguns diretores de Cinema e Novelas que quase não colocam cidadãos de cor em papéis importantes. Esses últimos podem ser criticados e condenados, a pessoa foi excluída devido a uma condição natural, e exclusão é diferente da crítica e prática religiosa. Inclusive o indíviduo religioso pode ser criticado pela sua doutrina, mas nunca discriminado.

Uma característica gritante dos governos Marxistas,é o cerceamento da opinião individual dos outros, e não estou falando de desrespeito e sim de opinião contrária. Pelo projeto de lei, a Igreja não poderá mais pregar as passagens de Romanos, na Bíblia, que condenam o homossexualismo, limitando o espectro de culto de católicos e evangélicos, e todos terão a liberdade de exercer a sua opção sexual. Ou seja, não é só o homossexualismo, como pratica milenar que deve ser respeitado, porém que não está acima de críticas, mas a pedofilia, a cropofagia, a zoofilia,e tudo mais referente a sexualidade humana deve ser respeitado e impresso nos livros didáticos. Tudo é liberdade e opção sexual. Por que o “amor entre meninos e homens” não seria, Sr. Prof. Dr. Luiz Mott?

A religião perde seu valor social, sua força e sua capacidade de ditar suas própria regras de convivência. Serão obrigados, os padres, pastores, rabinos, xeques etc. a celebrar, contra os dítames de suas crenças, casamentos gays, mesmo que suas claúsulas proíbam; é uma absurda falta de respeito pela opção religiosa alheia, e nada justifica isso, mesmo porque, se um homossexual não encontrar respaldo em igreja X, ele pode procurar outra, condizente com sua prática . Os mesmo grupos que clamavam pela liberdade do “é proíbido proibir”, hoje querem não somente proíbir, como também prender por até 5 anos, e destruir a vida, de quem quer que se oponha a seus pontos de vista. Tudo porque o cetro do poder mudou de monarca: Agora é a esquerda fascista que o detém e manipula o povo.

Não foi por acaso que o Dr.Luiz Mott, aprovou com veemência esta lei, ao tornar lícita a livre expressão sexual, ela não só permite que adultos bem-resolvidos exerçam, com toda propriedade , sua escolha, o que é correto, pois são maiores de idade, como também optem por práticas pouco ortodoxas como pedofília e zoofília. Talvez pelo fato de que contra ele recaiam pesadas acusações de pedofilia, como mostra o link (http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/06/luiz-mott-pedofilia-j-enquanto-ainda.html). Entenda, caro leitor, não sou contra o homossexualismo, nem tão pouco o homossexual, sou contra o cerceamento da liberdade de expressão, é esse o foco, não estou nem aí pro que você faz na cama.A Liberdade de expressão pode ser exercida com pontos de vista fortes sem agressividade e com respeito ao próximo. A Igreja é contra o homossexualismo, mas não agride seu artífice, o homossexual. É um direito dela, acho errado, mas não podemos criar uma lei para obrigá-la a aceitar o mundo e o estilo de vida gay. Se ela quiser “corrigir” um homossexual, ninguém é obrigado a ser tratado, vai quem quer. Chama-se livre arbítrio, o mesmo que os homossexuais queriam e por ele lutaram.

Uma lei que gere empregos para os travestis, que se prostituem para sobreviver, combata a violência, e pregue o sexo seguro com preservativos, seria ótima. Essa sim, promove a igualdade para os desafortunados, que são prejudicados por suas escolhas pessoais. Porém, uma lei estútpida, que somente serve para masturbar o cerébro de grupos GLS abastados e do Sr. Prof. Dr. (potencialmente pedófilo). Luiz Mott, gerará retro-alimentação na sociedade, e criará movimentos de gueto, intransigentes e violentos, como o dos Skinheads Nazistas. Se você oprime a democrácia, o povo se marginaliza e cria associações ilegais e violentas que vivem de torturar minorias indefesas. Ou seja, o Prof. Dr. Luiz Mott, continuará no alto de seu poleiro dourado, sonhando com seus lolitos pós-púberes, enquanto as minorias pobres constituídas por gays prostítuidos, irão ser agredidas por grupos de ódio alimentados por leis intransigentes.

Esse projeto de lei está confundindo as pessoas, que geralmente incultas, não enxergam os muitos tons de cinza, apenas o preto-e-branco. Ela parece criar oportunidades para a comunidade Gay, mas ao invés disso, cria um sub-grupo privilegiado na constituição, o que por si só já é discriminação, incentiva a pedófilia, e destrói nossa liberdade de expressão com penas brutais de até 5 anos para quem quer que ouse dizer uma palavra contra um homossexual, inda que essa palavra seja um crítica construtiva bem-intencionada. E os conceitos de “contra” são bem relativos, porque juízes estão retirando do ar blogs que simplesmente publicam constatações científicas( Veja mais em http://br-linux.org/2008/wordpress-tentara-evitar-bloqueio-no-brasil-diz-co-fundador-do-site/ ), como doenças que atingem de sobre-maneira os homossexuais . Essas constatações poderiam ajudar a tratar melhor a própria comunidade, combatendo e prevenindo suas doenças, muitas delas venéreas, muitas delas advindas da discriminação. Mas a intransigência do Sr. Mott, simplesmente, considera essas constatações homofóbicas. Para os movimentos GLS, os homossexuais são iguais em tudo, podem fazer de tudo, e nada que os atinja não atinge também os heterossexuais. Quando igualados pelo corte autoritário de navalha, de suas próprias instituições, os gays são discriminados por elas próprias, senão vejamos, andam semi-nús em passeatas, exibem grotescamente suas genitálias em locais públicos, são adeptos do amor livre…Essas generalizações, formentadas pelos próprios grupos GLS, esteriótipam o próprio homossexual, que deveria ser mostrado como um cidadão, cuja vida íntima não interessa a ninguém. Essas palavras são as mesmas do Ilustre Clodovil Hernandez, ele próprio homossexual. A diferença, que deveria ser chamada de diversidade, parece ser conveniente apenas para expressar o que há de bom em ser gay. As doenças, as depressões, o modo de vida, muitas vezes desregrado, são por vezes diferenças que não podem ser mostradas, mesmo que oriundas, em parte, da discriminação. Esses problemas afligem muitas pessoas, como trabalhadores estressados, profissionais do sexo, famílias destroçadas, a mim mesmo! Mas não, não podem jamais, ser preponderantes nos gays, do contrário, trata-se de homofobia, inda que haja um claro desejo de identificar problemas na tão sofrida comunidade, e assim ajudar a saná-los, permitindo aos mesmos o exercício de sua sexualidade. É a horizontalização da sociedade, através de um modelo nazi-fascista e comunista, adotado pelo governo do PT.

Aos meus amigos homossexuais, alguns ilustres professores e colegas por quem nutro imenso carinho e amor fraterno, eu desejo o melhor para o modo de vida que escolheram, exerçam sua sexualidade plenamente, vocês não podem ser discriminados. Mas lembrem-se: Vocês não podem estar além da crítica, do mesmo modo que tomam para si um estilo de vida, “ganham”, com isso, ( assim como os próprio héteros, que são chamados de “fornicadores” pelas Igrejas cristãs), a possibilidade de serem críticados, muitas vezes sem boas bases, e isso chama-se democrácia e liberdade de expressão, que nem sempre significa algo voluptuoso, mas muitas vezes, apenas a triste constatação de que podemos ser vítimas de nossas próprias convicções e opções.

Observação: Homofobia é ódio e pavor à homossexuais. Expressar opinião contrária a uma prática, ou a um grupo, é bem diferente. Como cita o título deste meu post, sou contrário a homofobia e ao extremismo Gay, dois lados opostos e nefastos da sociedade. Entenda por homofobia, na prática, a exlcusão de homossexuais de nossa sociedade, em alguns setores mais conservadores, onde os homossexuais não podem, por exemplo, se casar, como na esmagadora maioria das igrejas e pela própria constituição. Entretanto sempre existirão os espaços religiosos que os aceitarão, e possibilitarão seu casamento. O que é nobre, a meu ver. Somente não considero Nobre a imposição. A Igreja não pode ser obrigada a casar homossexuais, por questão de credo e crença, e como é tão fácil criar um credo atualmente, basta a comunidade GLS, criar uma entidade, como já fizeram com a Igreja Metropolitana, que esteja em completa sintonia com suas opções. É um direito louvável que lhes cabe. Em tempos, sou a favor do casamento gay em instituições religiosas que os aceite, eles podem fazer o que bem entenderem, só não podem censurar a internet e colocar uma mordaça jurídica na boca das pessoas, bem como impor métodos de crença a religiões milenares.

Referências:

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Governador Sérgio Cabral: O Nazista e o aborto!

Março 5, 2008 · Não Há Comentários

Durante a Segunda Grande Guerra, a Alemanha e a maior parte da Europa, encontrava-se tomada pelo regime anti-seminita, discriminatório e genocida de Adolf Hitler. Basicamente as verdades promulgadas por Sir. Hitler levavam todos  a crer que judeus, ciganos, negros, gays e cidadãos  de outras origens supostamente menos nobres, como os poloneses, eram uma praga que estava sorvendo a grandeza da Alemanha ariana e levando o estado a falência. Estudos “ciêntificos” foram feitos para comprovar isso. O resultado? É de conhecimento público, O Holocausto. O assassinato sistemático de milhões de Judeus e outros povos, protagonizado pelo regime mais cruel jamais idealizado por um ser humano.Nos EUA, durante o século XIX e começo do XX, julgamentos, altamente “ciêntíficos”, também chegaram a uma conclusão deplorável: Negro não é gente!

Mas nenhuma atrocidade, talvez se compare a preconizada pelo discurso higienista do Sr. Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, pelo menos nenhuma atrocidade de julgamento de caráter e valores humanistas.Para ele pobre não é gente e pode ser assassinado enquanto ainda estiver no ventre da mãe, ou melhor, pode fazer parte de um programa de “controle de natalidade”, como é descrito eufemisticamente. Suas sábias palavras foram publicadas em http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL155710-5601,00-.html, e segue um trecho de sua entrevista concebida no portal da Globo:

 ”Tem tudo a ver com violência. Você pega o número de filhos por mãe na Lagoa Rodrigo de Freitas, Tijuca, Méier e Copacabana, é padrão sueco. Agora, pega na Rocinha. É padrão Zâmbia, Gabão. Isso é uma fábrica de produzir marginal”

Caro leitor, tire suas próiprias conclusões, porque eu darei as minhas. O governador se baseou no polêmico  “Freakonomics”, livro dos norte-americanos Steven Levitt e Stephen J. Dubner, segundo esta obra, nos Estados Unidos, onde houve legalização do aborto houve redução do índice de violência. Mas eu pergunto, e daí? É tão abolutamente óbvia essa conclusão, mas não é correta somente porque é científica, é preciso considerar os valores éticos. Querem uma solução para o fim da violência no Rio? Eu vou dar três: Uma bomba nuclear, ou bomardeios  certeiros, podem elimininar, com o atual avanço das tecnologias bélicas, todas as favelas e seus moradores criminosos, sem deixar qualquer rastro ou ferir inocentes de bairros nobres, gente muito importante, como o governador. A execução sumária do segundo filho de qualquer casal que ganhe menos de 2 salários mínimos, dimuirá a densidade demográfica, e aumentará a renda per capita da esmagadora maioria da população, isso independente do filho está no ventre ou já ter nascido. Os métodos podem ser muitos: aborto, câmera de gás, asfixia etc. Por último, uma maneira eficiente de diminuir os casos de contaminação por HIV, é a execução de todos os soropositivos identificados, ou no mínimo a identificação e marcação com algum sinal ou tatuagem institucional, como faziam com os judeus na Alemanha Nazista. Esta última possibilidade não reduzirá a violência, mas certamente diminuirá drasticamente o número de infectados pelo vírus HIV. Afinal, ninguém manterá relação sexual com uma pessoa sabidamente contaminada, ou porque ela não existe, já que foi executada pelo estado, ou porque foi colocada em quarentena social através da discriminação anunciada.

Viram como ser ciêntifico pode ser desumano, racista, genocída e nazista? A Ciência existe para melhorar a qualidade de vida das pessoas e manter o equílibrio ambiental intacto (pelo menos deveria..), para elevar o Ser humano a um patamar de conhecimento extremo de sí próprio e do mundo que lhe cerca. Está é a parte ética, este é o propósito. Usar a Ciência para justificar crimes hediondos logicamente resolve muitos problemas práticos, mas atenta contra os valores humanistas, e não religiosos,  nos quais nossa sociedade ocidental se baseia. A Ciência criou e criará cigarros, drogas letais, armas de destruição em massa e tantas outras coisas piores, porque é científico e não significa que seja correto.

Sérgio Cabral jogou todos os nossos conceitos de sociedade e ética no lixo. Ou não, visto que para ele o modelo de sociedade ideal é muito próximo do padrão Sueco. Portanto, sejamos todos ricos, brancos e bem-educados, sejamos nazistas, como o Governador carioca, que usou a prática abominável do aborto para justificar sua brutal incapacidade de lidar com problemas sociais e assim sanar problemas históricos do Brasil.

Em tempos, muitos questionamentos podem ser feitos, com conclusões científicas, sobre o aborto: Em Portugal a legislação permite que a prática seja feita por opção da mulher até 10 semanas após o início da gravidez, porém é de conhecimento médico, que após 5 semanas o feto já dispõe de sistema nervoso. A legalização do aborto também abre as comportas para comportamentos promíscuos e de risco de toda natureza, visto que esta prática será a solução mágica para sexo desprotegido e impensado. Mulheres com plenas condições de criar seus filhos, abortarão para não terem que arcar com a responsabilidade de seus atos e assim continuarem desfrutando da díficil “vida fácil”.

Um outro questionamento interessante diz respeito ao aumento da prática: Na Cidade do México, nas primeiras semanas após a aprovação do aborto, sob excomunhão por parte da Igreja Católica dos deputados que votaram a favor, houve uma aumento desproporcional no número de gestantes que procuraram serviços públicos para realização do procedimento. Pulularam denúncias sobre a incapacidade do estado de prover assistência adequada as mulheres, visto que a interrupção da gravidez pode acarretar problemas sérios a saúde feminina. Essas denúncias iam desde fetos mantidos inadequadamente em frascos, até venda dos mesmos para fábricas de cosméticos. Isso nos leva a outro questionamento; sabemos como o estado é inapto em prover assistência médica adequada de qualquer tipo  a sua população, sabemos que funcionários públicos da área de saúde, são muitas vezes notadamente corruptos. O que poderá ocorrer, então, se leis abortivas forem aprovadas nesse país, baseando-nos na prévia e embrionária experiência vivenciada no México? Na prática, um “massacre”, como disse um líder da Ong Pela Vida, no méxico.

Será que direito sobre o prório corpo, pressupõe direito sobre o corpo de um inocente que ainda não nasceu? Ou se esquecem as feministas e a organização charlatã abortista,  Católicas pelo Direito de Escolha, que o feto não é exclusividade da mulher, mais um novo indíviduo com direito constitucional, que partilha de 22 cromossomos masculinos também? Será que o Gov. Sérgio Cabral, com sua postura canalha e covarde, também seria a favor, numa situação hipotética e onírica, de que sua mãe, passando por dificuldades financeiras e psicológicas, lhe contempla-se com um aborto na época de seu nascimento? Ou pior, que sobrevivesse ao ato, com graves seqüelas, como paralisia cerebral e deformidades físicas diversas. Gostaria que sim! Gostaria que todos os políticos covardes, corruptos e assassinos tivessem sido abortados e excretados desse mundo. Seria uma forma eficiente de diminuir a criminalidade e a corrupção desse país, e disso eu não tenho nenhuma dúvida. Abaixo deixo vídeo sobre fetos vítimas de procedimento abortivo para interrupção da gravidez. É assim que os abortos são feitos, se você é a favor da prática, mas não gosta de presenciar seus meandros, por favor, não seja hipócrita e encare a realidade!
Fontes:
Aborto Pode reduzir Criminalidade, http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL157070-5601,00-ABORTO+PODE+REDUZIR+CRIMINALIDADE+DIZ+ECONOMISTA.html

Cabral  Defende Aborto contra Violência no Rio de Janeiro,
http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL155710-5601,00-.html

Cidade do México registra 1.300 abortos depois de despenalização,
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL76803-5602,00.html

Vídeo De um Aborto Parte 1.
http://comunidadecatolica.wordpress.com/2007/09/05/video-de-um-aborto/

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