Sognare Lucido

Algumas poesias, designs, divagações e concepções artísticas de Bruno Maia de Andrade

O Péssimo “Bom humor” do Brasileiro

Verdades inconvenientes, boatos e impressões equivocadas não caem do dia para a noite, como pleiteiam as pessoas honestas e bem intencionadas. Ao contrário, os mitos perduram por um longo tempo, senão por toda a vida. Uma destas baboseiras míticas, típica dos lesados bonachões da imprensa chique, é a peleja sobre o bom humor do brasileiro. De certo, Para a Turma do PT, Rede Globo,  ISTOÉ (outrora, uma ótima revista, atualmente, lixo chapa-branca) e  ÉPOCA, somos campeões do bom humor, mas para quem tem um mínimo de informação, nos tornamos, nos últimos 30 anos, no povo mais histriônico e pedante do Mundo.

Não bastando os infames casos de “estupros telepáticos”, por “carícia” e por “olhar” (aprovados pelas frígidas feministas radicais), tendo como exemplo a recente queixa, de tons racistas, contra o Daniel do BBB12, acusado de “estupro de vulnerável”, por ter trocado carícias com sua colega Monique, supostamente bêbada, temos agora que suportar as acusações ultrajantes de racismo, alegadamente praticado por micro-empresários. Um exemplo claro, foi o ocorrido no Restaurante Nono Paolo, onde uma criança negra de 6 anos,  abandonada pelos pais, o que já constitui crime de abandono de incapaz,  foi, em princípio, posta para fora do estabelecimento pelo garçom que ali trabalhava. Os país adotivos do menino, um casal de espanhóis, entraram com uma ação por crime de racismo. Pois bem, a péssima imprensa brasileira (especificamente o UOL), deu voz aos acusadores e praticamente omitiu a versão do restaurante: O garçom perguntou sobre seus país a criança e esta por vontade própria saiu do estabelecimento. Em nenhum momento foi utilizada expressão racista ou insulto que a valha. Mas o histrionismo, que abunda por terra brasilis, é tamanho que o restaurante foi acusado de racista! E se fosse uma criança branca, seria racismo? Não, seria apenas práxis…Para a plebe, uma criança branca confundida com um mendigo é apenas um mendigo.

Nesses casos, a sociedade brasileira mostra o melhor de seu “bom humor” e não perdoa mesmo. Antes de qualquer investigação, de qualquer certeza factual, os comentários dos leitores pela blogosfera já consideram o restaurante, os funcionários e sua dona culpados, sem direito de resposta, sem apuração dos fatos, sem julgamento. A acusação midiática pressupõe a culpa e a sentença, que é a exclusão social. Enquanto corre a boca miúda que a proprietária do restaurante, uma moça de 22 anos, sofre severamente de colapso nervoso e depressão profunda, tendo recorrido a medicação pesada. É assim que funciona: nessa sociedade politicamente correta, as “vítimas” tripudiam, lincham e os algozes, empresários que sofrem para pagar impostos, é que apanham.

Indo além, neste surto obsessivo e investigativo sobre o “bom humor do brasileiro”, cito o curriculum vitae de um conhecido comediante tupiniquim, o Danilo Gentili. Não me aterei aos seus parcos dotes para a comédia, mas a perseguição que vem sofrendo por nossa “gente bem-humorada”. Senão, vejamos: Expulso da Câmara dos Deputados por entrevistar Arlindo Chinaglia sobre a reforma tributária e outros temas; Arremessado ao chão por tentar entrevistar o impoluto Sen. José Sarney; Censurado pela ONG Afrobras por comparar a sana de jogadores de futebol por loiras a uma inspiração cinematográfica, o filme King Kong; Censurado por Rapers no mesmo caso; em menor grau, censurado pela Federação Israelita de São Paulo por anti-semitismo; preso por desacato, desobediência e perturbação do sossego quando se fantasiou de mendigo; censurado pelo Ministério Público, devido ao lançamento do livro “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola” (esse mesmo ministério apoia as aulas de educação sexual com pintos de borracha comprados em sex shop. Vai entender…); Agredido por guardas municipais durante gravação do programa Proteste já!; Esbofeteado por funcionários da prefeitura de Analândia ao tentar investigar denúncias envolvendo o Atual prefeito Luizinho Garbuio…E por aí vai!

Bom, com os casos expostos acima, fração centesimal da ponta do iceberg, entendemos bem o “bom humor do brasileiro”. E olha que Não citei nada sobre as acusações biônicos da histeria coletiva GLBT sobre homofobia, 100% apoiada pela imprensa sem qualquer questionamento. Nada sobre a pseudo-epidemia de xenofobia, que levou os congressistas a discutirem a possibilidade de ensinar algo sobre o Islã nas escolas públicas (engraçado que não fazem o mesmo nos países islâmicos em relação ao cristianismo), nada sobre o machismo temeroso que assola o país, onde o simples fato de ter gonadas masculinas te transforma num maníaco armado e perigoso, nada sobre uma certa censura ao programa Metrô Zorra Total (na opinião das feministas, quem o assiste, além de criminoso é imbecil).

Como vocês podem perceber, importamos em peso as baboseiras de Herbert Macuse, da Escola de Frankfurt e do partido Democrata Americano. Mas com um adendo: enquanto por lá, eles discutem as coisas a sério, aqui as medidas autoritárias e gritantemente inconstitucionais encontram farta lubrificação natural, dispensando o uso artificial da Vaselina. E haja bom “humor brasileiro”. Com tanta “tolerância” e epidemias de risos fartos, imagine nossa gente de mau humor!

Fontes:

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2012/01/19/restaurante-acusado-de-racismo-tinha-alimentos-vencidos.htm

http://pt.wikipedia.org/wiki/Danilo_Gentili

Jean Wyllys: A face radical do movimento GLBT…

Nesse final de ano, aumentaram as pressões pela aprovação do famigerado e autoritário PL 122. O projeto de lei  que define punição para condutas homofóbicas, como singelas penas de 2 a 5 anos para quem achar feio um beijo gay e virar o rosto. A Folha de São Paulo, que a esquerda jura que é de direita apesar de ter 95% dos comentaristas na esquerda do espectro político, não podia fazer feio e chamou o ilustre deputado Jean Wyllys, intelectual parido do Big Brother, e atual político militante do PSOL, para uma elucidativa entrevista ao bajulador Sr. Fernando Rodrigues, onde defende mais autoritarismo. Jean acredita que propor a “cura” pra condutas homossexuais em programas de TV gera dor e sofrimento, “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, segundo consta.

Muito eloquente, ele parece não lembrar de que quando aponta o indicador contra outros, volta para si, 4 dedos. Recentemente,  durante uma convenção GLBT (Veja que esse movimento é tão politicamente correto que hoje é chamado LGBT, para dá vez as damas Lésbicas), Jean disse que a Bíblia era historia da carochinha,  era coisa inverídica, em que não se deve acreditar. Ou seja, estas afirmações não “geram sofrimento para os cristãos”, mas as dos cristãos gera sofrimento para os gays…Vai entender.

O que sei é sobre a existência de um radicalismo no Brasil, como nunca houve antes (Foi mal, Lula). Tudo parece gerar violência, menos os tapas, as balas, as pauladas e os assaltos. Estes continuam nos violentando, mas não geram violência, são a própria, que o Estado não combate eficazmente e nem nos deixa a opção pelas armas. Ao contrário, o que traz a violência são os depoimentos dos pastores e padres que dizem “curar” homossexuais. Até onde me consta, ninguém é obrigado a ir ser “curado”, mas para Jean, é obrigado a continuar sendo gay. A entrevista concedida a Fernando Rodrigues é toda maqueada para dá a impressão de “justiça poética”, que envolve a causa do nobre deputado.

Não sendo suficiente, o UOL, parceiro da Folha, ainda emenda uma frase de efeito: “Para deputado, padres e pastores devem ser sancionados se incitarem violência contra gays na TV”.  Mas peraí, e durante as paradas gays, onde símbolos católicos foram pervertidos pelos militantes em 2011, não seria intolerância e violência? Ou conforme postou o blogueiro Leonardo Bruno,”Porque o movimento gay foi longe demais. A provocação deles na catedral de Florianópolis, fazendo “beijaços” e hostilizando os católicos, já ficou gravada na memória do povo”. Isso não é violência? Ou o pior caso, registrado em http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12131-queima-jesus.html, onde militantes gays se reuniram para queimar livros religiosos em “combate a homofobia”?  O que o Sr. Jean tem a dizer sobre isso? E mais, não me consta que padres e pastores tenham incitado violência contra os gays. Porém, como violência é hoje a moeda mais valorizada e especulada do mundo, tudo pode ser violência, até uma cara feia. Exluindo-se, lógico, a violência praticada pelos grupos “santinhos” dos progressistas, nos países árabes, nas tribos indígenas e no extremo oriente.

O Sr.Jean fecha com “chave de ouro” afirmando que deve haver punição para quem usa os meios de comunicação no intuito de discordar do homossexualismo. Novamente, caímos naquela falta de lógica, como dizia Ortega e Gasset, que os radicais de bandeira não atentam porque estão presos a “causa”. Então deve haver punição para quem discordar do camarada bebedor ocasional, do fornicador que sai com várias mulheres, do jogador, do “idólatra”, do nervoso, do tímido? Pois é, essas igrejas evangélicas discordam de toda essa turma, e não vejo movimento dos bêbados, dos jogadores, dos tímidos… Não vejo violência contra tímidos, tampouco estatísticas fabricadas.

O que acho sobre as igrejas evangélicas? Bom, elas criticam tudo que é bom, e perturbam a paz, muitas vezes. Não odeio gays, nem acho homossexualismo errado. Acho até que os transsexuais e travestis são grandes artistas, visto que conseguem transformar o eros masculino numa graciosidade feminil de fazer inveja a muitas mulheres descuidadas. Mas no Estado Democrático de direito temos de ouvir as coisas que nos incomodam, vez ou outra. O que não podemos suportar é gente queimando livro e posando de perseguida depois…

Fontes:

http://noticias.uol.com.br/politica/2011/12/26/igreja-que-prega-cura-de-gays-na-tv-deve-ser-punida-diz-jean-wyllys.jhtm

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2011/12/26/dilma-desconhece-demanda-lgbt-critica-jean-wyllys-102/ 

A Compulsão Por viver em Guetos

A ideia de que o PL 122 protege homossexuais é no mínimo exótica. Na pratica, este projeto de lei tem tantos adendos e proibições para enquadrar supostos homofóbicos, que a maioria das pessoas se afastará dos Gays devido ao temor de um processo penal por “crime de opinião”. O que pode significar a trágica segregação destas pessoas.

Um panfleto sobre o PL 122 rolou aí pelo Facebook. Uma obra prima do maniqueísmo polarizado. Muito bem produzido, do ponto de vista estético, contém um infográfico onde mostra que, primeiro, quem se opõe ao PL122 é evangélico e quem é a favor é homossexual. Engano. Eu sou contra o PLC 122 e não sou evangélico, nem religioso. Disseram que ninguém pode se opor publicamente a conduta sexual do outro e coisa e tal nos comentários…Esse conceito é uma aomalia, assim como a ideia de proibir a crítica religiosa. Não se estuda Teologia a sério nesse país depois da lei Caó. A crítica já é crime! Querem fazer o mesmo com a sexualidade humana…

Ora, pode-se criticar tudo, o fumo e fumante, o heterossexual, o sujeito que bebe e também o homossexualismo. A ideia de proibir a crítica é o próprio delírio de uma ditadura stalinista de costumes. A Democracia não existe para as pessoas ouvirem somente coisas belas. E, antes que venham encher-me o saco, deixo claro que sou contrário as cruzadas religiosas anti-gay. Homossexualismo é tão antigo quanto a humanidade e até saudável. O movimento político radical, porém, não tem 50 anos.

Penso o que vai ser amanhã, visto que todo mundo faz parte de alguma minoria: Racial, índio,obeso, evangélico, magro, policial, nordestino, transsexual, mulher…E a constituição é, ou era, sábia ao afirmar que todos são iguais, sem dinstinção. Exatamente para evitar o conceito de segregação, positiva ou negativa. Se há violência, não é por falta de lei, é por falta de aplicação dela. Justiça se faz pela razão e não pelo grito.

Um crime Deplorável e seu uso político

A ideologia de esquerda edifica-se em diversos pilares: ampliação hiperbólica dos fatos, desdobramento dos mesmos para atingir outrem através de leis ( que não os criminosos), apelo emocional e desvio da culpa (culpa-se sempre o mundo, a TV, a mídia… e não o criminoso). Nesse sentido comento o triste e deplorável crime de que foi vítima a Sra. Ariani Corniani. Segundo seu testemunho, elemento armado com chave de fenda, no Bairro da Mooca em São Paulo, ameaçou-a de estupro. Seu relato, demonstra a triste situação de vulnerabilidade em que se encontram as mulheres deste país ante a violência pública de marginais lunáticos:

“Ao atravessar a Radial Leste, sob o Viaduto Bresser, um homem começou a “mexer” comigo, me chamar de gostosa e outras obcenidades (sic)  piores que não tenho interesse em repetir mais uma vez. Fiquei com medo porque nem os moradores de rua que costumam ficar pela região estavam por lá. A rua estava vazia, apesar de já ser 10h. Não tem comércio, salvo alguns botecos bem pés-sujos, não tinha pra onde correr ou a quem pedir ajuda quando os ~elogios~ passaram a ser ameaça de estupro: entre outras coisas o homem dizia que ia me furar e fazer barbaridades comigo, eu acelerava o passo e a fonte das ameaças também.”

(http://misturaurbana.com/2011/12/o-dia-em-que-eu-tive-medo-por-ser-mulher/)

Então, a Sra. Ariani descreve os acontecimentos que ocorreram:

Suando em bicas, chorando, tentando telefonar para o meu marido e ainda assim ABSOLUTAMENTE NINGUÉM na recepção do pronto-socorro se mostrou solidário

Depois, ela adianta que foi até um grupo de seguranças no metrô, que  socorreram-lhe e explicaram os procedimentos corretos para registrar queixa policial. Então, acompanhada de seu marido foi até a Delegacia de Polícia e registrou o B.O. (provavelmente, assim como pode ter havido coleta de depoimento), onde foi informada de que a burocracia estatal faz muita gente desistir do processo.

Perceba, caro leitor, que a Sra. Ariani Corniani foi vítima de um monstro, potencial estuprador e terrorista. Ademais, foi vítima do Estado, do Governo mesmo, quando no hospital não foi socorrida, quando na Delegacia foi informada de que teria de passar por grande constrangimento e enorme burocracia nos entraves do judiciário. Ela não foi vítima do “mundo machista”, foi perseguida duplamente por um meliante e pelo Estado ineficiente. Porém, nos parágrafos a seguir, em seu texto, aplica a estratégia do uso político de uma tragédia, para censurar um programa de TV e impor o temor social, condenando, não o meliante e o estado deficiente, mas toda a sociedade:

À Rede Globo de Televisão deixo meu repúdio, não só a este caso de violência contra a mulher em sua programação, mas contra TODA a propaganda sexista exaustivamente veiculada por este canal de televisão. VIOLÊNCIA NÃO É HUMOR. ENCOXADA (sic) NO METRÔ NÃO PODE SER TRATADO COMO PIADA.

Acima, ela faz alusão ao programa Metrô Zorra Total, exibido pela Rede Globo. Chamar a Rede Globo de sexista não tem nexo. Essa emissora é um dos pilares do desconstrucionismo social que estigmatiza o homem como artificie de toda mazela social. Quantas vezes à Rede Globo, seja em matérias jornalísticas, seja em novelas, não denunciou, corretamente, a violência contra a mulher?  Muitas. O quadro do Zorra Total, é, como frisou a própria Globo, um quadro de humor, fictício. Então vamos proibir os filmes de ação porque, uma vez que os mocinhos e bandidos usam armas, estimulam a violência? Vamos proibir UFC, boxe e tutti quanti, porque estimulam as brigas de rua? Vamos proibir Mortal Kombat e Street Fighter! Vamos proibir cigarros, bebidas e uso de drogas em filmes também? Pergunto o que vai sobrar da literatura e da cultura de massa, senão meia dúzia de radicais, conservadores e liberais, ditando regras para a programação. Em seguida, Ariani acerta o tom, e culpa os acusados corretamente:

Aos governadores (sic) de São Paulo, que fique registrada minha indignação contra a completa falta de segurança no entorno das estações de trem, metrô e nos pontos de ônibus. Contra a superlotação do transporte, contra a forma como as mulheres são tratadas no transporte coletivo.

Mas erra de novo, culpando a sociedade inteira pela postura monstruosa de um meliante, criando nexos duvidosos entre uma uma coisa e outra. Aliás, ir de violência nas ruas até um programa de humor na Globo, onde um homem travestido que em nada representa a mulher brasileira atua de forma caricata, é uma completa distensão da realidade dos fatos:

Eu sou cidadã, eu sou mulher, eu sou vítima de uma sociedade que acha que quem usa um vestido rosa curto pode ser escorraçada e desrespeitada.[...]

Hoje eu parecia uma “irmãzinha”, de vestido nos joelhos e camisa de manga por baixo, mas mesmo que estivesse de mini saia e top, NADA NEM NINGUÉM tem o direito de me desrespeitar ou me ameaçar porque sobre o meu corpo e as minhas roupas EU DECIDO[...]

Até onde me consta, a sociedade não endossa estupro, desrespeito, ou agressão. Quem fez isso, foi o Estado negligente. Desviar o foco da culpa para enquadrar todo mundo, é uma conduta típica da esquerda. Perceba que a Sra. Ariani já nem fala mais do agressor, ela está agora transmutada numa militante feminista. Com relação a indumentária de “pouca roupa” alegada como direito. De fato, ninguém pode desrespeitar uma mulher por andar de “pouca roupa”, mas pode prendê-la, assim como a um homem, por atentado ao pudor. Eu não posso andar de cueca no meio da rua! Até porque, seria uma visão das mais desagradáveis para os transeuntes. No mais, basta ver as revistas de moda, para perceber que a sociedade é muito mais condescendente com o vestuário feminino, onde pululam blusas sem manga e saias curtas multicoloridas, do que com o masculino, onde geralmente só se aceita camisa de manga e calça comprida em locais de trabalho.

MULHERES: denunciem todo e qualquer caso de violência. Encoxada (sic) no metrô é crime. Assédio sexual é crime.

É crime, sim! Não importa se homem ou mulher. Afinal, homem também paga imposto, só pra lembrar as feministas. Como disse, foi horrível o que a Sra. Ariani passou. Mas também tem o outro lado da moeda. Não se faz lei no calor das emoções, pois, assim sendo, corre-se os riscos de radicalismos. Do mesmo jeito que mulheres sofrem “encoxadas (sic)” nos ônibus, homens também sofrem e não denunciam por vergonha. Não se pode criar leis para proteger as mulheres e estigmatizar o homem. Tanto uns como outras têm direito a integridade moral e física. Além do mais, está virando “modinha” , acusações falsas de “encoxadas (sic)” nos ônibus e a auto-vitimização. Deixando claro que acusar um inocente é tão grave quanto o crime em si.

Como venho dizendo, o desvio das questões de violência contra mulheres, homens e homossexuais traz complicações graves para a sociedade. Ao invés de se apurar os crimes e garantir segurança nas ruas, utiliza-se o expediente do grito, da caça-às-bruxas. Recentemente o jogador de futebol Marcelinho Paraíba, foi preso por estupro, sem flagrante, por uma acusação de um suposto beijo! Ariani fala que mulheres são maltratadas nos ônibus. Mas e eu, e muitos trabalhadores que dependem de coletivo, não somos? Será que andar em coletivo lotado com um sujeito encostando o órgao sexual em mim é agradável? Ou ainda uma senhora obesa esfregando os seios em meu rosto? Será que o problema são os homens, esse maldito ser abjeto criado por Deus ou Darwin, ou os péssimos veículos que disponibilizam aos usuários de transporte público?

Reitero, o que passou a Sra. Ariani foi crime abjeto, terrorismo e tortura. Crime hediondo. Já sofri ameaças de bandidos em assaltos e sei o que ela sofreu, porém não culpei a sociedade, “culpo os culpados”. Um pleonasmo vicioso bobo, mas relevante. Porém, desviar a culpa para a sociedade e a TV e fazer uso político da questão, atrelando-a a causa feminista, não resolve o problema. Agrava-o! Muitas pessoas de bem, podem ser acusadas de assédio em transportes coletivos, sem que nada tenham feito. Afinal, nas “limusines”, que são nossos ônibus super-lotados, é impossível não esbarrar involuntariamente em alguém, a não ser, que andemos todos em “bolhas”.

Fonte: http://misturaurbana.com/2011/12/o-dia-em-que-eu-tive-medo-por-ser-mulher/

Considerações sobre Janer Cristaldo…

Interessante as colocações do jornalista Janer Cristaldo em seu blog, na matéria JUSTIÇA ELEITORAL CENSURA RELIGIÃO (http://cristaldo.blogspot.com/). Quem conhece o jornalista sabe que ele liga a metralhadora e atira para todos os lados. A UZI de Janer também mantém outra característica típica das modernas armas de combate: É silenciosa, ninguém ouve as asneiras que o sujeito diz.

Mas desta vez ele se superou, Janer, que já deveria ter sido processado por intolerância religiosa infinitas vezes, agora agride Judeus (coisa que sempre fez), “Ou é homem, ou é Deus. Homem e ao mesmo tempo Deus, isto não cabe na cabeça de um judeu, [...]” os religiosos em geral (o único ser humano que criou o pacotão da inquisição ateísta, onde mete todas as crenças numa sacola só), “Que considero toda religião vigarice.[...]” e por fim os negros, “[...]Chegamos a um momento em que não gostar de negros constitui racismo. Agora, pelo jeito, não gostar de homossexuais também constitui crime.”

O homem não é mais a encarnação de Nietzsche, que condenava o cristianismo mas não era intolerante, ele agora encarnou sua doce irmã nazista, Elizabethe Foster, que manipulou sua obra após a morte do genial filósofo para vendê-la aos nazistas, fazendo do super-homem um ideal ariano.

Lei da Palmada: O Estado Totalitário Brasileiro e a Reeducação Soviética

“Impunitas continuum affectum tribuit delinquendi. (Jur – Coke -Black 928)
A impunidade estimula a permanente disposição de delinqüir.” (Henerik Kocher)

Está em caráter de apreciação por uma comissão especial da câmara dos Deputados, o infame e polêmico projeto da Lei da Palmada. Se aprovado, será enviado direto para o Senado. Sua relatora, a “Ilustre” Deputada Teresa Surita, fez alterações no texto, no sentido de deixá-lo mais “paternalista”, ou “maternalista”,seja lá como os arautos do politicamente correto gostem de expressar, para que os agressores de “crianças inocentes” tenham a oportunidade de não serem apenas punidos, mas reeducados no melhor estilo Gulag Soviética.

Quem acompanha a péssima imprensa brasileira, sobretudo IG, UOL, Yahoo!Brasil e o Intragável G1,  tende a imaginar que a Lei da Palmada pune espancamentos, torturas e violências extremas praticadas contra infantes. Mas engana-se o ingênuo leitor, essa aberração legal é um mecanismo de intromissão limítrofe do Estado na Educação dos filhos pelos pais. Senão, vejamos o texto da lei, segundo o qual Crianças e adolescentes:

[...]têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigo corporal ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto, pelos pais, pelos integrantes da família ampliada, pelos responsáveis, pelos agentes públicos executores de medidas socioeducativas ou por qualquer pessoa encarregada de cuidar, tratar, educar ou proteger

Perceba o uso da expressão “castigo corporal”. Você não ler “violência”, “espancamento” ou “tortura”, como a maioria da imprensa “imparcial” publica, você ler “castigo corporal”. Esta parte do texto no projeto é uma armadilha engenhosa para impor o total controle da educação de nossas crianças por parte do Estado, visto que qualquer chinelada, um puxão orelha, um tapa na bunda, ou um sútil empurrão em uma criança mal-educada, ou num delinquente juvenil drogado, já se encaixa no pressuposto legal.

Não estamos falando de vítimas, estamos nos referindo a crianças que batem nos pais, agridem professores e as vezes até cometem homicídios! Não se pode “conversar”, como supõem os psicólogos demagogos frankfurtianos, com criaturas irascíveis, porque no nível de animalidade e desapego racional em que se encontram crianças rebeldes, não há espaço para o entendimento, pois a fúria embota a percepção da realidade. Desse modo, o tapa ou a chinelada, pedagógica e bem aplicada, pode trazer de volta a consciência a criança enfurecida. Pode evitar que aquele adolescente viciado, vá comprar drogas, assaltar alguém ou mesmo matar um inocente! Por um bem maior, a surra didática é mal-menor. Não estamos falando de espancamentos. Estou me referindo a disciplina bem aplicada com controle emocional sério.

Vejam que a Deputada Teresa Surita, chegou a um nível tão alto de histrionismo, que propõe em sua lei uma revisão mais abrangente:

A relatora incluiu ainda no texto multa de três a 20 salários mínimos a médico, professor ou ocupante de cargo público que deixar de denunciar casos de agressão a crianças ou adolescentes.

É o estado de Sítio! Controle total da Sociedade, nos moldes de uma ditadura a la 1984 de Orwell. Não bastando punir os pais, a “ilustre” Deputada, impõe a sociedade inteira o dever de fiscalizar qualquer suposta agressão, sob pena de ser punida severamente por omissão. É o novo DOPS, onde todos são incumbidos de perseguir pais de família por disciplinarem seus filhos. Vejo  até passar pelos meus olhos um filminho do nefasto Estado Nacional-Socialista de Hitler, a convocar a população ariana a denunciar as entocas por onde se enfiavam os judeus e demais perseguidos!

A Deputada não é apenas uma destruidora de lares, uma reformadora social autoritária. É a potencial responsável por uma vindoura geração de marginais, delinquentes juvenis, que enfileirar-se-ão nas ruas, assaltando, espancando e desmoralizando os pais e a sociedade inteira, com a firme certeza de que qualquer punição é agressão de alta magnitude.

Fontes:
http://br.noticias.yahoo.com/comissão-câmara-vota-hoje-projeto-lei-palmada-131237983.html
http://www.hkocher.info/minha_pagina/dicionario/i03.htm

Marcelinho Paraíba: Mais uma possível vítima de nosso código penal “feminista”

Caros, segue caso recente publicado no Diário de Pernambuco envolvendo o jogador do Sport Marcelinho Paraíba. Pelo jeito, o “golpe do estupro” continua firme mundo afora e tem como alvo, jogadores de futebol e como aliado, legislações politicamente corretas, paridas em êxtase surreal de políticos(as) feministas radicais em congressos mundo afora.

“O atleta teria agredido verbal e fisicamente uma mulher, de 31 anos, que teria recusado beijá-lo e denunciou a ação ao irmão dela, o delegado Rodrigo do Rego Pinheiro, titular da delegacia do distrito de São José da Mata, que participava da festa e também passará por investigações. Ele teve a arma apreendida e será submetido a um exame residuográfico para que seja determinado se houve abuso de autoridade, a ponto dele atirar ao alto, para intimidar os presentes na festa do jogador.”

O feminismo radical chegou a fase do coma, do desdobramento astral. Não é estupro quando um homem é “encochado” por uma mulher em coletivo…Mas é estupro quando uma mulher de 31 anos afirma , com grande margem de dúvida, ter sido beijada a força. Quer dizer, um beijo virou estupro! Pior, uma tentativa de beijo!!! Não estou defendendo o jogador, estou defendendo o direito de defesa e a punição conforme o agravo, claramente desproporcional, neste caso. Senhores, vocês não acham que o Brasil ainda não está no fundo do poço? O que mais vai ser estupro? Piscar? Falar? Ter opinião? Tirar uma moça pra dançar? Na festa constava um delegado acusado pelos jornais de agredir  jornalistas e de ter usado o expediente do abuso de autoridade contra os mesmos. Onde vamos parar? Se querem mesmo saber, o brasileiro merece é isso mesmo. São anos de condescendência com todos os movimentos de extrema-esquerda, frankfurtianos e comunistas. Todo o discurso empolado de homens algozes, mulheres sempre vítimas; santificação do bom selvagem de Rosseau, racialismo baseado na exclusão do convívio harmonioso entre conterrâneos etc.

“Apesar de se tratar de um suposto beijo forçado, o jogador Marcelinho Paraíba pode ser acusado do crime de estupro. Isso porque, com as alterações do Código Penal Brasileiro, segundo o artigo, o delito é caracterizado por qualquer ação que constranja mulher à conjunção carnal, de qualquer tipo, mediante violência ou grave ameaça”

Quer dizer, nem foi comprovado o estupro, digo, o beijo. É um caso de estupro onde o contato físico pode não ter acontecido… Mas o jogador já foi preso e recolhido para a “carceragem da Central de Polícia de Campina Grande, na Paraíba”, conforme afirma o DP. Não basta mais a prova, nem testemunha,a acusação já encerra o crime, com prova e sentença!  Detalhe: A punição é desproporcional ao agravo.

Enfim, o golpe do estupro transformou-se nessa aberração do estupro sem contato comprovado, por beijo, por abraço etc. As relações interpessoais correm sérios riscos. Cabe as frígidas feministas radicais a elaboração de um manual ensinando a maneira correta de se aproximar de uma dama, sem correr o risco de ser acusado falsamente de estupro. De certo, precisaremos de duas testemunhas e documento registrado em cartório.

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111130103811&assunto=70&onde=vidaurbana 

Vacina MMR e o Autismo: As manipulações da Máfia de Branco continuam…

O mercúrio foi banido do Merthiolate, mas por algum "motivo especial" muito conveniente, não é tóxico nas vacinas e nas obturações dentárias.

O mercúrio foi banido do Merthiolate, mas por algum "motivo especial" muito conveniente, não é tóxico nas vacinas e nas obturações dentárias.

Médicos, infelizmente, são um mal necessário. Isso devido à degradação do organismo humano por causas exógenas  e degenerativas. A complexidade de nossa espécie e seus órgãos super-especializados nos legou um preço amargo: A fragilidade dos mesmos. É por essa necessidade que vivemos uma relação de amor e ódio com estas pessoas altamente corruptíveis, corporativistas e movidas por um misto de ciência e política.

Médicos enxergam a questão da Saúde Pública como um pecuarista visitando suas fazendas. Eles só enxergam gado, e não se preocupam em sacrificar meia dúzia de vacas para salvar o restante do curral. Por isso, fazem as mentirosas campanhas de prevenção as DST’s, vendendo duas causas: A do sexo livre e a redução do número de doenças venéreas, melhor, a eliminação mágica das mesmas pelo uso do preservativo. Para tanto passam a população a impressão de que a camisinha é 100% eficaz, utilizando um artifício de manipulação perverso: Afirmam que a mesma é o método mais efetivo para a prevenção do contágio pelo HIV. Ora, essa informação só é verdade porque, tirando a abstinência, não existe outro método. É uma corrida de um homem só. Se fosse 5% eficaz, já seria o melhor!

Mas o foco desse post é a polêmica criada em torno da Vacina MMR, conhecida como Tríplice Viral. Este medicamento tem a função de ser um preventivo contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. Ocorre que , em 1999, o médico britânico Andrew Wakefield publicou um estudo associando esta vacina ao aumento do número de casos de autismo em crianças. Imediatamente, o arsenal farmacêutico e médico retiraram suas armas dos coldres e começaram a fabricar estudos, para, segundo os progressistas da Wikipedia “[...] comprovar ou não essa relação, sendo que não houve evidências nesses novos estudos acerca dessa hipótese.

Mas ninguém atentou para o fato lógico de que estes estudos foram produzidos com os resultados já estipulados: corroborar a associação entre o mercúrio presente nestas vacinas (o mesmo que foi proibido do Merthiolate e do Mercúrio Cromo) e a vacina Tríplice. Estes estudos não foram feitos para descobrir a verdade. São peças produzidas pela indústria farmacêutica, médicos e governos para não pagarem indenizações milionárias as famílias das vítimas e terem suas imagens jogadas na lama. A preocupação com a imagem para essa gente é tão importante que em 2010, o Conselho Médico Geral Britânico, caçou o registro do Dr. Wakefield devido à “má reputação à profissão médica depois que ele coletou amostras de sangue de jovens na festa de aniversário de seu filho pagando-lhes £5“. Como obviamente não poderiam caçá-lo pelo estudo, caçaram-no pela metodologia aplicada. Porém, não caçam os diplomas dos médicos e farmacêuticos que usam cobaias humanas nos testes de remédios perigosos…

Para complementar o pesado golpe, mesclaram no concreto, algumas verdades e mentiras: Afirmaram que houve o ressurgimento de casos de Sarampo na Inglaterra devido à polêmica criada pelo Dr. Wakefield. Ora, mas uma coisa não excluí a outra, visto que a vacina funciona, mas pode causar autismo também, ou seja, previne Sarampo e potencialmente causa autismo. Ou os médicos esqueceram-se de uma coisa chamada “efeito colateral”?

Muito coincidentemente, a revista The Lancet, sem sofrer nenhum lobby ou pressão da indústria farmacêutica, considerou que o Dr. Wakefield foi “desonesto”. Mais incisivo, foi o British Journal Medical, que considerou o artigo, “uma fraude”. Como bem frisou o médico, “Esses esforços (têm como objetivo) me desacreditar e me silenciar, e o processo é uma forma de proteger o governo da exposição no escândalo da vacina MMR“.

Hilário e primário é o estudo que “desmistifica” os argumentos do Dr. Wakefield, conforme argumentos publicados no site G1:

Após dosarem os níveis de mercúrio no sangue das crianças, uma primeira conclusão foi possível. Não existe diferença entre os níveis de mercúrio no organismo das crianças autistas quando comparadas com as crianças normais. [...]

[...] A aplicação de vacinas contendo timerosal, como agente preservante, não modificava esses resultados, não havendo relação entre sua aplicação e os níveis de mercúrio no organismo das crianças autistas e normais.

As crianças com autismo apresentaram um padrão de consumo de peixe menor do que a média do grupo das crianças normais. Esse dado foi atribuído a reações ao sabor e odor do peixe como componente da dieta.

A pesquisa (“Blood Mercury Concentrations in CHARGE Study – Children with and without Autism”) continua e está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Ambiental do governo norte-americano.

Ora, mas que conclusão imbecil! Os níveis de mercúrio são iguais em crianças normais e autistas, simplesmente porque a suscetibilidade das segundas ao mercúrio é maior. Aliás, minto eu, essa conclusão não é imbecil, ela é conveniente. É o mesmo que pegar 10 crianças que viveram próximas a zona de despejo industrial de lixo tóxico sem câncer e comparar com dez que têm os mesmos níveis de, suponhamos cádmio, no organismo e dizer que não há provas de que o cádmio seja cancerígeno porque estas 10 crianças não adoeceram. Ou dizer que cigarro não dá câncer, porque tem gente que fuma a vida inteira e morre de acidente de carro!

Mercúrio, na forma de Tiomersal, (Ethyl(2-mercaptobenzoato-(2-)-O,S) mercurate(1-) sodium), é um composto reconhecidamente neurotóxico, e todos os médicos sabem disso. Os sintomas da intoxicação por mercúrio são:

Dor de estômago, diarréia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência. Mas pode contaminar-se também através de ingestão. No sistema nervoso, o produto tem efeitos desastrosos, podendo dar causa a lesões leves e até a vida vegetativa ou à morte, conforme a concentração.

Entretanto, no caso das vacinas que o utilizam como conservante,  somos levados a crer que não há nenhum efeito colateral e a prova que nos apresentam é uma meia dúzia de estudos suspeitos, fabricados nos EUA. Quer dizer, tiomersal é tóxico na aplicação tópica do banido Merthiolate e do Mercúrio Cromo, mas não é tóxico como conservante injetável nas vacinas… Claro que isso é mentira. Está bastante claro que não passa de um jogo de interesses de médicos, indústrias farmacêuticas e governos, que, no afã de zelar pelas suas imagens e bolsos, não assumem os riscos. Do mesmo modo que tentaram fazer com a Talidomida e com o DDT. As indenizações são milionárias, as imagens muito preciosas e além do mais, somos todos gado, não há nenhum problema em prejudicar meia dúzia de nós para salvar o restante da criação…

Esperem mais artigos sobre outro veneno que você possivelmente tem na boca e nem sabe: O amálgama dentário, composto recheado de chumbo e mercúrio que, vejam só, segundo os odontólogos e médicos não causa nenhum mal a saúde.

Fontes:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1360716-5603,00-ESTUDO+DESCARTA+RELACAO+ENTRE+AUTISMO+E+MERCURIO+NO+ORGANISMO.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/05/medico-britanico-que-ligou-vacina-autismo-perde-registro-profissional.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrew_Wakefield

http://pt.wikipedia.org/wiki/Merc%C3%BArio_%28elemento_qu%C3%ADmico%29#Riscos_.C3.A0_sa.C3.BAde

Legião Urbana: Pós-Punk que peca pelo “Excesso de Renato Russo”

Que_pais_e_este? Sei lá!

Que_pais_é_este? Sei lá!

Estava aqui ouvindo o álbum do Legião Urbana, homônimo da banda, talvez devido à nostalgia boba de alguma paixão juvenil de 1999 por uma senhorita fã da banda, e me deparei com uma nova sonoridade, um elemento que não tinha percebido na época em que ouvia as tranqueiras sertanejas enquanto lia as obras de Voltaire. Essa minha recém-descoberta capacidade crítica levou-me a novas conclusões: O álbum é demasiadamente influenciado pelo pós-punk inglês, especialmente pelo Joy Division, fato comprovado pelos clips em que Renato Russo faz a consagrada dancinha epiléptica de Ian Curtis, vocalista suicida da finada banda. Além de tudo que vinha do além-mar: The Smiths, The Cure e Ramones e alguma dose de ska, possível influencia de Renato, enquanto ouvia The Clash.

É chato saber que o rock brasileiro nada mais é que a tradução do punk e new-wave para terras tupiniquins, mas precisamos dá um crédito pela originalidade do Legião, visto que era uma banda cujo compositor tinha mais de 2 neurônios e lia alguma coisa além de revistas e jornais e que, portanto, conseguia escrever razoavelmente bem.

Na época em que o álbum foi lançado, a ditadura estava no canto do cisne e as letras do disco eram quase todas ácidas críticas ao sistema militar brasileiro e a sociedade de classe média do país, que vivia a recessão do milagre econômico dos anos 70. Críticas bem polidas, se comparadas aos histrionismos das militâncias radicais pós-PT e pós-Obama de hoje. Um tempo onde os fulanos não se dão nem ao trabalho de pensar, o que vale é berrar e ser caricato (vide invasão da USP).

Mas se o álbum destaca-se pela voz trabalhada de Renato Russo e pelas letras sofisticadas e modernas, peca pelo excesso do próprio vocalista. Praticamente não há solos e os músicos parecem que estão lá apenas para acompanhamento. No brilhante futuro pós 1985 da banda, Renato obteria ainda mais destaque, enquanto obliterava os demais membros. Era uma personalidade iconoclasta e um tanto narcisista.

Tirando esses deméritos, Legião Urbana, é um álbum fantástico com uma boa dose de punk, legado da época em que a banda chamava-se Aborto Elétrico, embora, infelizmente, as crises depressivas e alcoólicas de russo, tenham levado o quarteto para o abismo de canções sentimentalóides de fama e sucesso garantido que condensavam a realidade dramática de Russo: Alcoolismo.

Google insuportável: busca automatizada enche o saco!

O Google é sem dúvida o melhor buscador da internet. Com um inteligente motor de buscas, ele consegue achar e agregar resultados por relevância, utilizando seu premiado e elogiado sistema de Page Rank. Ao longo dos anos, melhorias foram feitas no sentido de deixar o Google Bot mais inteligente, mas acessível… Foi quando os engenheiros da empresa começaram com a mania de automatização total: Primeiro veio  a sugestão, recurso interessante que automaticamente completa trechos de buscas que você execute. Por exemplo, se você colocar Kung, o google sugere Fu (Kung Fu) . Depois a coisa desandou de vez com a insuportável busca automática, recurso muito útil para sistemas onde o escopo de conteúdo é auditado e bem definido, mas péssimo para o mundo caótico e cheio de crimes que é a Internet.

Como a busca automática funciona? Você já deve ter notado que ao procurar conteúdo pelo Google, enquanto digita ele já vai realizando a busca, e é aí que reside o suplício: A quantidade de resultados falsos é insuportável e não raramente pornografia é exibida como resposta  para o usuário. Por exemplo, essa busca automática é tão chata e estúpida, que ao procurar um software para Linux, estava digitando o nome do mesmo e enquanto digitava ela já me dava resultados falsos, carregando termos totalmente diversos do que eu procurava. Outro claro exemplo, se você digitar Odisséia, o Google começa a busca enquanto você digita! Ele vai procurar “O, Odi, Odiss, Odisse”, nessa ordem respectiva e por último depois de carregar umas duas páginas com resultados falsos (e as vezes conteúdo pornográfico), ele te entrega “odisséia”. É um processo demente, que pode prejudicar, inclusive, crianças, que podem se deparar com conteúdo indecoroso. Já não basta a auto-correção para semi-analfabetos, temos que suportar um contigente de material distorcido entregue como resposta?

Por isso que abandonei de vez a página inicial do Google para realizar minhas buscas, só as faço agora pela caixa do Mozilla Firefox e do jeito que a coisa anda, vou partir para o Bing ou o excelente Yahoo! Ser chamado de burro por um sistema que não se limita a limpar minha sujeira, é uma coisa, mas por um que pretende me enfiar um catéter uretral para recolher direto na fonte, é demais pra mim. Determinados comodismos são apenas pretexto para trazer desconforto.

Navegação do Post

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.