Rio de Janeiro Aprova lei que Censura modelos de biquíni

A dissonância cognitiva e incoerência dos movimentos feministas de extrema esquerda (majoritários), cria aberrações lógicas como esta.
A dissonância cognitiva e incoerência dos movimentos feministas de extrema esquerda (majoritários), cria aberrações lógicas como esta.

A ALERJ aprovou uma lei (7835/18) em dezembro de 2017, sancionada pelo governador Luiz Fernando Pezão, que proíbe “propaganda que estimule agressão ou violência sexual contra a mulher e tenha caráter misógino e sexista” com multas de até R$658,000 para o comércio que utilizar, por exemplo, uma modelo sexy numa peça publicitária. Por 39 votos, esse Cavalo de Troia, proposto pela comunista @DeputadaEnfermeiraRejane, foi aprovado não pelo nobre objetivo de proibir uma suposta apologia a violência contra mulher. Vamos deixar a imbecilidade de lado: nenhum publicitário – pelo menos 99,99% deles-  criaria uma peça induzindo o público a bater ou estuprar uma mulher! Que diabos de produto ele promoveria com isso?

O objetivo da lei, simulacro vagabundo da proposta da Dep. Erika Kokay, é proibir mulheres bonitas e modelos de usarem seus talentos naturais para a publicidade de cerveja, automóveis e produtos de beleza, por puro revanchismo feminista, conforme deixa claro a Deputada em questão “É muito comum vermos na mídia empresas utilizando o corpo da mulher para vender seus produtos. E usam de forma sexista, menosprezando a mulher”. E como toda a coisa vai de encontro aos interesses das “bancada evangélica”, feminista e esquerdista (o triunvirato da hipocrisia), os 39 deputados desocupados da ALERJ (perdoem-me o pleonasmo) favoráveis a essa quimera, votaram pela lei.

Muita coisa pode ser analisada: Primeiro, a mídia não usa o corpo da mulher para vender bulhufas que seja: a profissional, doravante chamada modelo, em geral bonita (atributo em falta a Rejane), é contratada, recebe cachê e, por livre arbítrio, participa da propaganda. Segundo: o tal sexismo desse processo é bastante subjetivo: se a sensualidade feminina -atributo natural- é sexista e menospreza a mulher, então Rejane deveria proibir obras de arte com nu  (o que seria outra idiotice). Aliás, não é a patuleia dela que defende “nu artístico” em exposições, como aquela do MAM, acusada de pedofilia?

rejane
Com taxa de rejeição de quase 100% dos internautas, a aprovação da lei mostra que políticos legislam para posar em veículos de comunicação engajados e que a democracia brasileira é uma processo fraudulento.

Trata-se de mais um prego no caixão da liberdade de expressão desse país. Já achincalhada pela torpeza de políticos demagogos, especialistas, ongueiros e sofistas baratos da imprensa, que acreditam na infalibilidade e santidade de qualquer proposta para defender “mulheres e minorias”, ainda que seja às custas de sangue e censura. É também mais uma intromissão do Estado na vida privada e profissional do cidadão(ã), para legar desemprego a modelos de corpo que ganham a vida com sua boa forma física.

Não deixa de ser hilária, para não dizer trágica, a dissonância cognitiva dos idiotas que aprovam essas medidas: Acham que os clipes da “artista” Anitta são puro empoderamento feminino (com glúteos em closes anais) enquanto condenam uma propaganda de cerveja com uma mulher de biquíni no Estado mais liberal do Brasil onde, pasmem, as mulheres fazem topless em pleno sol praiano: o Rio de Janeiro.

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,lei-proibe-propagandas-sexistas-e-misoginas-no-estado-do-rio,70002145860

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