O Brasil e a estúpida dicotomia “oprimidos vs. opressores”

Não tenho a intenção de manipular a mente de ninguém. Lembro sempre de José Saramago , aquele escritor intelectual, socialista roxo, bajuladíssimo. Ele afirmava que “O trabalho de convencer é uma falta de respeito, é uma tentativa de colonização do outro. “. E estava certo, afinal de contas.
scream-queens-emma-roberts-750x380
Embora estejamos num país onde até a psicologia clínica é uma caricatura politizada (vide meme abaixo, postado em clínica de psicologia do facebook, onde a violência doméstica resume-se a “violência contra mulher“), numa tentativa de patologizar quem crê no diferente, para demonizá-lo (e as nossas leis e juristas são totalmente positivistas, dividindo a sociedade entre opressores e oprimidos), tenhamos uma doutrinação ideológica totalitária nas escolas, a ponto de expulsarem e suspenderem alunos da sala de aula por ousarem seguir determinada ideologia tosca-  que sociedade é essa onde você não pode optar pelos seus erros?- eu só peço respeito as minhas opiniões e conclusões porque, como dizia Einstein, “A mente que se abre a uma nova ideia, jamais tornará ao seu tamanho original“.
.
Portanto, quando deparamo-nos com ideias novas e comprovadas, passamos por toda a progressão de Kluber-Ross (da negação, atravessando a depressão e ansiedade, até chegarmos a aceitação) para enterrar velhos conceitos. Por exemplo, como um fanboy do “carnicero de la cabanã” se sentiria após descobrir que Che Guevara era um homicida, ditador e sanguinário do pior tipo? Ele negaria e por fim terminaria aceitando, como aconteceu comigo, outrora.
.
Mas, às vezes, as pessoas se apegam as suas ideologias como se fossem religiões. Nesses casos, não adianta tentar colonizar o outro. O grande problema é quando este outrem é um político, formador de opinião ou tomador de decisões. Porque aí, ele usa seu poder para impor sua vontade coercitiva aos demais (e infelizmente, vivemos numa sociedade assim… onde burocratas decidem até o quanto de sal você pode consumir)

violencias_hipocrisia.JPG
Padrões duplos e criação de conflitos fazem parte da moderna academia de ciências humanas.

Não tenho a intenção de viver numa mentira. Não sigo político nenhum e nem acredito em vítimas perfeitas. A vítima de hoje, com uma faca na mão, pode tirar a vida de um inocente amanhã; porque o ser humano é naturalmente mau, conforme nos ensina Thomas Hobbes em O Leviatã: o ser humano é mau, mas pode ser domado, se seguir o contrato social de convivência (que não tem nada de marxista ou rousseauniano )

Para Hobbes, como para este que vos fala, o ser humano é naturalmente mau e precisa ser domado.
Para Hobbes, como para este que vos fala, o ser humano é naturalmente mau e precisa ser educado para praticar o bem.

Entretanto, com o surgimento da esquerda frankfurtiana e marxista, inspiradas em Rousseau e no seu Contrato Social, os “maus” passaram a ser apenas os componentes do grupo dito opressor. Quem está no outro lado é sempre bonzinho. Nada pode ser mais falso. Quando estudamos um pouquinho da escravidão moura –muçulmanos escravizando europeus por séculos a fio-, quando vemos casos de alienação parental, justiça trabalhista falindo empresas da noite para o dia; percebemos que Hobbes estava certo: Com a oportunidade e o poder, todos os humanos são maus e a narrativa de “vítimas da sociedade” só funciona para nossa imprensa, nossos intelectuais herbívoros e haters de facebook.

back-stabber-21270713

Assim, não exisistiria racismo “inverso”, misandria, discriminação contra ateus, gays, judeus e cristãos no oriente médio etc. O status de oprimido dá a vítima uma carta branca para que, independente do que faça, permaneça sempre nesta condição de paria social e com passe livre para ser um ditadorzinho de minorias onde os fins justificam quaisquer meios sob o beneplácito de nossa imprensa condescendente com crimes praticados pelas ditas mulheres e minorias (atualmente, com um filho menor de 12 anos, a mulher nem presa é mais). O que é conveniente para conseguir demandas estatais. A pessoa nunca é autônoma de seu sucesso ou fracasso. Ela é sempre uma vítima da sociedade, do patriarcado, do mundo mau, da falta de oportunidades e precisa do governo para equilibrar os pratos da balança. O que costuma ser desastroso, pois o governo é especialista em queimar dinheiro alheio e agravar conflitos sociais.

Fontes:
Anúncios

2 comentários

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s