Bizarrices da Marcha das Vadias em Recife

Claro que esse movimento feminista se alimenta da desgraça das vítimas. Sem vítimas, não há agenda política. Por isso essa exploração da miséria constante de pessoas violentadas. Nada! Nem uma piada ou achincalhe, pode ser pior que expor uma vítima a esse nível de constrangimento e usurpação da dor para a comercialização na imprensa, como bem frisou Guilherme Macalossi, no Senso Incomum.

É importante dizer o seguinte: Nenhum dos sedizentes humanistas de esquerda está lá muito interessado na segurança ou na integridade das moças que são obrigadas a viver em áreas dominadas por marginais e criminosos.

STF, estupro, palavra da vítima
STF embarca na onda dos linchamentos judiciais: Provas não precisam mais ser coletadas para comprovar estupro. Porque a palavra da vítima goza de infalibilidade.

O que a Rede Globo e essas autointituladas “vadias” da Marcha das Vadias fazem é um show de horrores. Querem praticar seu espetáculo apenas para satisfazer o ego militante. São títeres de jornalistas e professores de humanas. Nada mais.

Desta vez a encenação em Recife contou com cordão humano, gente se atirando no chão, enquanto se contorcia em espasmos epilépticos e os velhos peitos e banhas desnudos revolvendo-se contra o ar.

Aqui, especificamente, isso se transformou num circo dantesco: pessoas peladas em poses ginecológicas bisonhas, que de sensual não têm nada – trata-se apenas de auto-castração da feminilidade- protestam nas ruas pelo fim da alardeada “Cultura do Estupro”. Contudo, sabemos que a única cultura do estupro que existe foi gestada pelo feminismo com o liberalismo sexual compulsório propalado nas escolas públicas e pago com os impostos dos cidadãos. Além da ode aos bailes funk, onde letras 100% pornográficas (do nível de “vou go**r na sua boca” para baixo) fazem a alegria dos Doutores Professores das universidades públicas. Sim! Existem acadêmicos feministas que louvam o funk como ferramenta de empoderamento feminino.

 

É um non sequitur: É a banana devorando o macaco ou o gato com medo do rato: propagar um cultura do estupro, constante dos bailes funk (frequentado pelos 30 bandidos e pela moça violentada) como empoderamento e condenar meu avô que está varrendo o quintal, porque ele faz parte de uma sociedade machista- Justo os velhinhos que cuidavam de manter as contas no lar e hoje gastam metade do ordenado com remédios e tratamentos de saúde. Eles são os estupradores e não os estupradores e traficantes, de fato! Coisa mais ilógica, não há.

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