Marcela Temer e o inexorável destino de quem acredita em basofias

As carrancas da esquerda feminista convulsionaram novamente. Como aparelham quase toda a imprensa, seja com jornalistas engajadas(os) ou com matérias pautadas gratuitamente por simpatizantes, revoltaram-se com uma artigo de colunismo social publicada na Veja por Juliana Linhares. Uma matéria tão piegas quanto amena, que em outros tempos afundaria de ancora e tudo no mar do esquecimento. Mas não nessa época de nervos e histeria à flor da pele. O título da matéria:

Marcela Temer: bela, recatada e “do lar”

A quase primeira-dama, 43 anos mais jovem que o marido, aparece pouco, gosta de vestidos na altura dos joelhos e sonha em ter mais um filho com o vice

Marcela Temer
Marcela Temer -Veja/ Folha Express

Em tempos onde a ousadia de uma cientista como Marie Curie não é nada relevante frente aos acessos sexy bregas de Anitta ou de uma anônima fedorenta da Marcha das Vadias, feministas surtam com escolhas pessoais e pontos de vista conservadores. Entretanto, as mesmas dondocas revoltadas com o conservadorismo de vestidos longos e pernas cruzadas de Marcela Temer se contorcem em revolta com os trajes menos pudicos da Mulher-Maravilha ou totalmente despudoradas da Harley Quinn no filme Esquadrão Suicida. Mas feminismo é um non sequitur, mesmo. Uma puta contradição que não pluga o Tico com o Teco como todo movimento coletivista.

Aliás, o coletivismo alcança os píncaros da loucura nos comentários que lemos pela mocreiosfera, como diria o Flavio Morgenstein: Aquela parte da Internet que defende o empoderamento e a submissão das mulheres ao modus operandi feminista, como estrutura, solução Deus Ex-Machina de gente feia que não se depila e exibe as vulvas fedorentas e cabeludas enquanto crítica o patriarcado que submete a mulher ao maldito capitalismo: um mundo de marzipã onde as prateleiras cheias de produtos de higiene feminina pululam aos olhos incautos. Não apenas na mocreiosfera, mas lemos críticas feministas em veículos da Grande Rede Globo: A emissora que defende empoderamento de adolescentes em escolas particulares, exibindo as bundas de fora em shorts minúsculos enquanto mantém suas jornalistas em vestes impecavelmente femininas e recatadas.

É difícil para quem não entende: a burrice feminista mais pedestre, colonizou o cérebro de grande parte das mulheres, infelizmente. Pessoas que nem sabem o que é objetivismo, direitos individuais e muito menos quem foi Ayn Rand  ou Marie Curie.

Não existe essa quimera de “mulher pode chegar onde ela quiser“. Ninguém pode chegar onde quiser. Você só pode alcançar o lugar que seus esforços permitirem. Se você fuma maconha como uma maldita caipora, você só poderá chegar ao status de maconheiro(a); se você estuda cálculo integral e derivado, com sorte, poderá tornar-se engenheiro(a). A causalidade não pode te poupar dos resultados de suas escolhas. O futuro é feito de nossas decisões diárias e mutáveis e cada evento influencia todos os outros, disse Alvin Toffler em a 3a Onda. Mas, às vezes, infelizmente, as decisões que tomamos são imutáveis e isso vale para as ditas minorias empoderadas.

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