A imprensa brasileira não tem escrúpulos

Nas últimas duas semanas, tivemos fatos desabonadores que comprovam a total falta de idoneidade de nossa imprensa militante (Globo, G1, Correio Braziliense, O Dia, R7, Folha de São Paulo, Estadão, The Huffington Post etc. e etc.). No afã de proteger “mulheres e minorias”, o compromisso com a verdade é dragado para além do horizonte de eventos do buraco negro de mentiras e demagogia da grande mídia.

Imprensa mente em suposto caso de homofobiaTivemos o caso do “Vigilante de Brasília”. Acusado, julgado e condenado pelo Correio Braziliense, por crime de estupro, juntamente com dois juízes (que não estavam envolvidos no caso, mas aproveitaram para militar pela causa), e uma política , a Sra. Erika Kokay do PT, uma das legisladoras mais vis e desonestas da Câmara. Porém, no decorrer do processo, descobrimos que a vítima era feminista militante e que o acusado era inocente, pois o ato sexual foi consensual. O vigilante está em liberdade.

Outro caso, envolvendo o Bar Quitandinha, palco de suposto assédio, também desandou: A vítima culpou a falta de estrutura do bar pelo crime e inventou uma história pra lá de escabrosa que detonou a credibilidade do estabelecimento em redes sociais e no TripAdvisor: Uma multidão de zumbis iniciou um linchamento contra o bar pedindo seu fechamento por ser um ambiente que não respeita “o direito das mulheres“. No final, o bar postou um vídeo de seu circuito interno de TV, comprovando que 99% do que a vítima argumentava, era falso!

Ela disse que dois caras sentaram-se em sua mesa. Não se sentaram. Disse que o garçom e a polícia batiam papo com os “assediadores”. Não bateram. Disse que o bar não tomou providências. Tomou, sim!

E por fim, a mais escabrosa de todas as anedotas justiceiras da esquerda. Se os casos “Quitandinha” e “Vigilante de Brasília“, ainda podem deixar alguns resíduos de dúvida para os mais céticos, feministas empedernidas e caçadores de pelo em ovo; o caso do pai que espancou o filho com cabos elétricos porque ele era gay, não deixa qualquer margem de dúvida para um ser humano que ainda não esteja fazendo uso de Thorazine: Foi uma fraude grotesca, hedionda e repugnante, montada pelo jornal O DIA, principalmente quando confrontamos as fontes:

Três Lagos – Mais uma violência pautada na homofobia assustou o Brasil esta semana. Em Três Lagos, no Mato Grosso do Sul, um menino de 16 anos apanhou do pai por ser homossexual. Foi a mãe do menino quem denunciou o marido à Polícia Civil. […]

Segundo a mãe, o pecuarista agrediu fisicamente e trancou o filho em um quarto sem energia elétrica. “Ele bateu na cara do menino, derrubou ele no chão, montou em cima e continuou dando socos e tapas em seu rosto e humilhando, dizendo que gay tem que apanhar mesmo, que é lixo, vagabundo”, contou a mulher à polícia.[…]

O destaque acima é do jornal O Dia. Quando confrontamos com o G1, a coisa muda completamente: Quem espancou o menino foi a mãe e não teve absolutamente nada a ver com sexualidade.

Uma criança de 12 anos foi torturada pela própria mãe com fios elétricos após ter perdido uma chave, na tarde desta terça-feira (16), afirmou o pai. O menino ligou para ele pedindo socorro e quando chegou à residência, o homem encontrou a vítima sozinha. A suposta autora das agressões fugiu de casa com outro filho menor.

De acordo com o pai, de 33 anos, o seu filho relatou que as torturas são constantes. “Ele me contou tudo e que não aguenta mais viver sob torturas da mãe. O meu filho apanha muito e está coberto de marcas nas costas e no braço. Ela o queimou com uma colher quente, há alguns dias, no braço”, contou.

Enfim, esta é a credibilidade da imprensa brasileira. Escorada em ONGs, coletivos e “palavra da vítima” (sem contraditório do acusado), a mídia brasileira transformou-se num tribunal inquisitório, mantido por doses fartas de mentiras, padrão duplo e indignação seletiva. Não, não aprenderam nada com o caso Escola Base. Afinal, nenhum centavo de indenização foi pago as vítimas de falsas acusações do caso. (A história sobre este episódio canhestro, está abaixo. Apesar do Luis Nassif ser também um jornalista pouco afeito a ética, seu artigo está corretíssimo.)

Fontes:
http://odia.ig.com.br/noticia/brasil/2013-08-02/pai-espanca-filho-de-16-anos-por-ser-gay.html#comments-facebook
http://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2013/07/mae-tortura-filho-de-12-anos-com-fios-eletricos-em-boa-vista-diz-pai.html
http://jornalggn.com.br/noticia/o-caso-escola-base-20-anos-depois

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