Ministério Público censura música Metralhadora

Alguns podem achar que estou com alguma compulsão pelo Ministério Público. Ocorre que este órgão estatal, consumidor de lautos recursos públicos do contribuinte, se tornou uma máquina censória de corar o DOPS- (Cujo objetivo era controlar e reprimir movimentos políticos e sociais contrários ao regime no poder. O órgão, que tinha a função de assegurar e disciplinar a ordem no país, foi instituído em 17 de de abril de 1928 pela lei nº 2304 que tratava de reorganizar a polícia do Estado. )

Agora a nova vítima é uma banda baiana de músicas horrendas (Vingadora): Como no Brasil, órgãos públicos e ONGs pseudo defensoras de minorias, formam um amalgama inseparável, a música Metralhadora estará, possivelmente, vetada de ser exibida publicamente:

Segundo as leis, é proibido o uso de recursos públicos para contratação de artistas que executem músicas que incentivem a violência ou exponham as mulheres à situação de constrangimento, ou contenham manifestação de homofobia, discriminação racial e apologia ao uso de drogas ilícitas.

Banda Vingadora: O ódio dos agentes públicos, ONGs e militantes, pela liberdade de expressão é travestido pelos mesmos termos doces e meigos utilizados por todos os ditadores do mundo: proteção de minorias.
Banda Vingadora: O ódio dos agentes públicos, ONGs e militantes, pela liberdade de expressão é travestido pelos mesmos termos doces e meigos utilizados por todos os ditadores do mundo: proteção de minorias.

A práxis dessas leis é criar uma clara e gritante ditadura de minorias. Basicamente, você pode criar músicas, filmes, gibis e tutti quanti que contenham mortes de homens, idosos, crianças, brancos, chineses, japoneses, albinos et caterva, mas não pode tocar nas minorias empoderadas das ONGs, Secretarias e Ministério Público.

A promotora de Justiça Márcia Teixeira, coordenadora do Grupo de Atuação em Defesa da Mulher e da População LGBT do MP (Gedem), afirma que o a Prefeitura e o Governo do Estado devem inserir nos contratos com os artistas cláusulas de advertência.

Gedem não é um grupo interessado em atuar defendendo enfermos, mulheres e homossexuais vítimas de violência. Isso demanda investimento, cuidado, oferta de serviços de saúde. Gedem é um órgão de censura, na maioria das vezes (que está se notabilizando na Bahia, graças ao apoio da deputada tiranete, Luiz Maia)! Mas não é esse o foco: Recentemente, uma editora foi vetada de lançar o livro Mein Kempf, a biografia neurótica de Adolf Hitler, por supostamente fazer apologia ao nazismo. Nem na Alemanha o livro foi proibído, pois é quase consenso entre os autores e estudiosos que nada depõe mais contra Hitler, do que seu próprio livro: A obra de um louco insano.

Outros livros, como o Manifesto SCUM, de Valerie Solanas, entretanto circulam livremente, pregando extermínio em massa de homens, sem que o Ministério Público dê qualquer pelota à respeito (e por que deveria? Não é função do Estado censurar uma esquizofrênica como Valerie Solanas.). O pior: Manifesto SCUM é elogiado pela mídia chique da Esquerda caviar (http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-humanas/scum-manifesto-valerie-solanas-1067149.html e http://www.amazon.com/Scum-Manifesto-Valerie-Solanas/dp/1859845533).

O Brasil é um país de pouco apego à liberdade de expressão. Até alguns meses atrás, era necessária uma autorização para você poder publicar uma biografia de algum personagem público”, afirma o advogado Cláudio Lins de Vasconcelos, diretor-relator da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI),

Com as recentes imposições do judiciário e Ministério Público (estadual e federal), fica cada vez mais claro que a tal “proteção das minorias” é apenas um pretexto eufemístico para impor a sociedade bovina uma mordaça. Uma censura do linguajar e das formas de expressão indesejáveis (uma novilíngua orwelliana de uma sociedade policiada). Sim! Censura é exatamente isso: proibir o desagradável, o que não convém aos ouvidos delicados de minorias estridentes.

Ora! Se a natureza humana é conflituosa, na ficção este conflito, violência, fulgor sexual e extremismo se traduzem em obras de arte. Da Divina Comédia aos filmes de Quentin Tarantino, a violência e o sexo estão lá. Não existe nenhuma, a mais mínima prova que seja, de que obras artísticas de algum modo, estejam criando um mundo de loucos homicidas e estupradores. Mas na ficção chamada Estado, uma estrutura de poder que constitui um esquema fraudulento de pirâmide, verdades são apenas pedras a serem removidas do caminho em prol de agendas progressistas.

Fontes:
http://mobile.opovo.com.br/app/maisnoticias/brasil/2016/02/05/noticiasbrasil,3571861/ministerio-publico-pode-proibir-musica-da-u2018metralhadora-u201d-no.shtml

http://veja.abril.com.br/noticia/entretenimento/por-que-a-venda-de-minha-luta-de-hitler-nao-deve-ser-proibida

http://livraria.folha.com.br/livros/ciencias-humanas/scum-manifesto-valerie-solanas-1067149.html

http://www.amazon.com/Scum-Manifesto-Valerie-Solanas/dp/1859845533)

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