Uma esperança para portadores de AVC isquêmico Jogada no mar do esquecimento.

Quando um paciente sofre um AVC isquêmico, tem duas opções totalmente negligenciadas no Brasil e que só podem ser feitas em hospitais, o tratamento com ácido alfa lipoico (ALA) injetável e com DMSO (dimetilsulfóxido) injetável e tópico. O Dr. Stanlay Jacob, médico pesquisador do Dimetilsulfóxido acredita que o DMSO deveria estar disponível em cada ambulância do mundo para pacientes com AVC isquêmico. Ele libera os vasos e permite que o sangue flua. Já o Alfa lipóico é um poderoso antioxidante (muito mais forte que a vitamina E).

Quando a pessoa sofre um AVC isquêmico, sofre também reperfusão pós-isquêmica: o sangue rico em oxigênio invade o cérebro, oxidando as células e causando danos neurológicos. O Alpha-lipoico vai lá e bloqueia esses radicais livres (radicais livres: Super-óxido, peróxido, hidroxila, hidroperoxila) garantindo a integridade do cérebro

Esses tratamentos, infelizmente não estão disponíveis no Brasil, país vítima da mais atrasada medicina do mundo. Contudo o alpha-lipoico oral pode ser comprado em farmácias e chama-se Thioctacid, sendo produzido pela Merck. O DMSO também pode ser adquirido em farmácias de manipulação, ele penetra a pele e deve ser usado sob supervisão médica, ocasião em que é aplicado em largas extensões da pele para ser absorvido. DMSO tem toxidade relativa: puro é pouco tóxico, misturado a remédios e venenos pode ser mortal pois permite que os mesmos atravessem a barreira da pele, causando envenenamento severo.

 

 

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