O médico que pode sabotar a pesquisa com fosfoetanolamina

Segundo o Dr. Carlos Gil Moreira Ferreira, a  fosfoetanolamina não é uma droga promissora contra o câncer. O fortuito Sr. vai além dos destratos do Dr. Drauzio Varella, ele achincalha a substância:  “Eu não gastaria R$ 100 mil nessa pesquisa da fosfoetanolamina“, Ferreira continua em entrevista à Globo (Revista Época), grupo de comunicação comprometido em aniquilar a reputação das pesquisas com o produto químico. Vejam o ponto de vista “imparcial” do “cientista”.

Ferreira é coordenador da Rede Nacional de Pesquisa Clínica em Câncer, instituição encarregada pelo governo de prestar apoio à etapa de estudos clínicos  da fosfoetanolamina – feita com pacientes. Isso se a substância apresentar indícios de segurança e eficácia. “Acho que a fosfoetanolamina não passará da fase pré-clínica”

“[…]No mundo da ciência, o financiamento é feito por meritocracia e o julgamento é por partes.”

“Acho que a única maneira de corrigir essa aberração é tratar de forma científica. O governo deve ser proativo, propor os estudos que têm de ser realizados e investir recursos onde têm de ser investido.”

Como alguém pode falar em estudo científico sério, se pressupõe que a droga é uma aberração? Claro que isso estará enviesado de conflitos de interesse. A única maneira de garantir a isenção na pesquisa é imediatamente expulsar o grupo de Ferreira da mesma. Não há nenhum compromisso desse Sr. com qualquer pesquisa séria no caso da fosfoetanolamina.

“Coordenei um programa do Ministério da saúde que se chama Rede FAC (Desenvolvimento e Inovação de Fármacos Anti Câncer). Era uma portaria ministerial de 2011 e o objetivo era identificar na academia brasileira potenciais moléculas que pudessem virar, um dia, um produto anticâncer.”

Será que conseguiu algum resultado? Não custa lembrar que a medicina do Brasil é considerada umas das piores do mundo segundo a OMS, 2005. Infelizmente, ela sobrevive de papagaiar estudos e produtos americanos, visto ser incapaz de desenvolver uma droga séria para qualquer doença. A  fosfoetanolamina representa a possibilidade do país sair da retaguarda do desenvolvimento científicio. Mas corre um grande risco de ser sabotada pelo Sr. Carlos Gil.

No passado, o tipo de ciência que muitos deses médicos defendiam, era a do Vioxx, da Talidomida e do DDT, o agrotóxico cancerígeno.

Fonte: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/11/eu-nao-gastaria-r-100-mil-nessa-pesquisa-da-fosfoetanolamina-diz-medico.html

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2 comentários

  1. Esse dito médico, responsável pelas pesquisas no Brasil, relativas ao câncer, tem os dias contados da sua credibilidade, pois faz parte de uma dita ciência de vanguarda mas que até o momento não resolveu o problema do câncer. Com a liberação do uso da fosfoetanolamina sintética, PLS 3/2016, já em fase de votação pelo plenário do Senado, ficará ainda mais evidente de que esta substância é muito promissora. Ainda bem que outros centros estarão fazendo os testes clínicos, pois se ficassem só em suas mãos com certeza estariam os cancerosos correndo o risco de mais uma pesquisa promissora ser engavetada, pois como pode um pesquisador fazer prejulgamento sobre algo que desconhece. Seus dias de “dono da verdade”, estão contados.

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