Como Feministas Incentivam Falsas Denúncias de Assédio e Estupro

O feminismo de 3a Onda está na moda! E a principal mola propulsora deste movimento são as acusações de estupro e assédio que pululam de formigueiros e resumem a opera “estuprista” ao aforismo “todo homem é um estuprador em potencial“.

Como estupro é um crime repulsivo e grotesco, que evoca no inconsciente coletivo toda sorte de sentimento negativo, indo do simples ódio a necessidade total de aniquilação do culpado, feministas descobriram como juntar extremos (Conservadores e esquerdistas) em seu movimento, gritando palavras de ordem como “estupro” e “assédio” ao toque de caixa da militância.

O esquema para divulgar números falsos de assédio e estupro, e tirar das vítimas reais as melhores intenções da polícia e do judiciário para resolver o sério problema, é muito simples: Seja uma feminista, diga que foi estuprada, entre em contato com redações de jornais e revistas (os melhores são Época, Super interessante, Folha,  G1, Yahoo! e UOL) e relate seu caso. Imediatamente, o veículo dará como certo o ocorrido e usará recursos textuais crassos, como os vistos abaixo.

Como toda mulher, Babi também passou por situações de risco. Recentemente, foi perseguida perto da rua onde mora. De bicicleta, um desconhecido a rondava: chegou a atravessar para a mesma calçada na qual caminhava, por três vezes consecutivas. Assustada, Babi começou a correr até chegar em casa.

Repare que Babi Souza não precisou provar nada. Tampouco a revista se preocupou em averiguar os dados: Já deu como certo o ocorrido. Imagine que as vias públicas deverão ser posse exclusiva de feministas, dispostas a caluniar e difamar o primeiro sujeito com quem cruzar na rua e não lhe for simpático, ou talvez muito grande, quem sabe negro ou mulato… Enfim, quando o assunto é “direito das mulheres”, qualquer disparate é permitido, inclusive racismo. Vide a criação de leis que pressupõem a imputabilidade feminina (como a Maria da Penha e a lei do “feminicídio”).

Outro expediente das feministas para ressoar denúncias de estupro (sem Boletim de Ocorrência, Exame de Corpo de Delito, Inquérito… enfim, sem a mais mínima formalidade que se espera de um mundo que saiu da barbárie), são os coletivos de “sororidade”: Elas se agrupam e definem metas, como censurar nomes de produtos, comerciais de TV, festas e propagandas por supostamente, e com muita boa vontade, incentivarem algum tipo de cultura paranoica do estupro. Ou plantam alguma denúncia falsa em redes sociais (o fenômeno attwhore, pessoas que praticam hiper-exposição para insuflar o ego), com acesso automático a imprensa militante e intoxicada de jornalistas feministas com senso investigativo na sola dos pés.

Não obstante, nesse interim, de 50 a 80% das denúncias de estupro são falsas (vide fontes, no rodapé) e a tendência, com todo o estímulo da mídia e dos movimentos feministas, é que os números dobrem. O pior: com toda essa falta de critério, um estigma de gênero (que pode ser visto no meme abaixo, divulgado e criado pela Época), está se formando na sociedade, sendo amplamente defendido pela mídia: a misandria. O ódio ao homem, já evidente na manchete da matéria: “Não precisar da companhia de um homem é libertador“. Ódio tão visceralmente bem defendido pela imprensa, que poderíamos traçar um paralelo com a frase anti-semita do Ministro da Propaganda Nazista de Hitler, Joseph Goebbels: “Um dia nossa paciência vai acabar e calaremos essas bocas judaicas sujas e mentirosas!
Babi Souza e a revista época patrocinando discurso de ódio contra homensTambém, não há nenhuma metodologia lógica ou racional para averiguar a real incidência de crimes sexuais contra mulheres (com a sempre presente e total exclusão das vítimas masculinas), e o recurso do “chutômetro” é utilizado pelos melhores profissionais da estatística: 50mil, 500.000 estupros por ano (e somente de mulheres, pois crimes contra homens, idosos e crianças, não servem a causa dessas criaturas).

Todo o apreço a ciência forense está sendo jogado no lixo. Feminismo e “direitos da mulher” são expressões tão mágicas que evocam toda a passionalidade e imbecilidade humanas na apuração da verdade e no julgamento dos acusados.

Fontes:
http://epoca.globo.com/vida/noticia/2015/11/nao-precisar-da-companhia-de-um-homem-e-libertador.html (Não precisar da Companhia de um homem é libertador)
http://www.jcnet.com.br/Geral/2013/02/falsos-estupros-atrapalham-policia.html (Denúncias falsas de Estupro)
http://extra.globo.com/noticias/rio/nas-varas-de-familia-da-capital-falsas-denuncias-de-abuso-sexual-podem-chegar-80-dos-registros-5035713.html (Falsas denúncias de Estupro chegam a 80%)

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3 comentários

  1. Seu pré-conceito te deixa tão cego que o que você diz não tem base em nada além das suas interpretações. Primeiro dizer que a “mola propulsora” é dizer que “todo homem é estuprador em potencial” é uma ideia apenas sua, não conheço nenhuma feminista que concorde com isso. Estupro é um crime repulsivo e grotesco, como você mesmo diz, mas então qual o problema de se organizar contra isso? O que são números falsos? você não citou quem atacou nem atacou citando ninguém, ou seja disse o que quiz sem base alguma, ou você consegue provar algo do que diz? Quem disse que as vias públicas deverão ser das feministas, também nunca vi feministas dizerem isso, se está baseado nessas linhas, volte urgente a escola e tire satisfação com sua professora de português sobre as aulas de interpretação de texto… seu exemplo é vago demais e você ainda consegue tirar idéias dessas dele… O que tem a ver falar em negro ou mulato? agora vai sugerir que as feministas são racistas também, baseado em que? o que isso tem a ver com a análise das frases anteriores? nada.. Existe racismo em muitos grupos, mas tratar isso como parte do feminismo mostra muito mais seu preconceito sem fundamento que o preconceito de quem você quer acusar. Aliás feminismo não é uma pessoa, não personifique nem generalize… “incentivar a cultura paranóica do estupro”, nossa, agora ser feminista é tudo isso, ser racista, mentirosa, ardilosa, uma verdadeira reunião de pessoas sem cérebro com intenção de prejudicar os outros? A frase de Joseph Goebbels: “Um dia nossa paciência vai acabar e calaremos essas bocas judaicas sujas e mentirosas!”se encaixa muito mais para suas características que das feministas, olhe-se no espelho antes de falar dos outros.

  2. Muito bom o seu texto, fala muita coisa real e eu concordo com você no seu ponto de vista. Defendo os direitos das mulheres, sem sombra de dúvida, mas essas “feministas” vem se mostrando cada vez mais hipócritas e misândricas. Não representam em nada a verdadeira mulher inteligente.

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