A pedofilia que a Imprensa tolera… e oculta

O caso da garota Valentina, do programa Master Chef, assediada por pedófilos degenerados em redes sociais, especificamente no Twitter, é emblemático de nossa sociedade doente e degenerada. Falo da sociedade brasileira, onde o crime é praticado sem constrangimento, em plena luz dos bytes e pixels, sem qualquer anonimato.

Porém, mais constrangedor ainda é o absoluto cinismo de nossa imprensa militante, ao não identificar criminosos sexuais entre mulheres, a praticar atos infames contra meninos. Pois é, o pequeno Eduardo, também participante do Master Chef, sofreu ameaças de estupro no Twitter, sistematicamente ocultadas pela imprensa porque os algozes eram do sexo feminino. O nível das ameaças, inclusive, foi muito maior. Conforme você pode verificar na imagem abaixo.

Eduardo, do Master Chef, sofreu ameaças sexuais, ocultadas pela mídia.
Eduardo, do Master Chef, sofreu ameaças sexuais, ocultadas pela mídia.

Para não perder o “fio da meada”, um coletivo feminista radical, chamado Think Olga, resolveu aderir a campanha e renomeou o crime de pedofilia para “primeiro assédio”. De modo muito oportunista, para ocultar o termo e excluir meninos, essas criaturas renomearam o substantivo comum de dois gêneros, para ser exclusividade daquele segmento que defendem, fechando os olhos para outras vítimas[1].

“A gente enterrava esses casos como se fosse culpa nossa. Agora, graças à internet, a gente está se unindo”, disse Juliana à BBC Brasil. “Eu contei pela primeira vez sobre o assédio que sofri aos 11 anos quando eu tinha 27. Muitas mulheres estão contando seus casos com a hashtag e dizendo que é a primeira vez que estão falando sobre o assunto. A força disso não tem mais volta.”

Disse Juliana De Faria. Basicamente, estes coletivos feministas radicais não estão mais interessados em prender criminosos, estão interessados em politicagem rasteira e em “reeducar” marginais (se bobear, em alguns anos vão colocá-los como alunos em salas de aula), perseguir homens, acusá-los falsamente e dar espaço para denúncias de pessoas cujo anonimato não é preservado: Nem das vítimas, nem dos acusados. E isso é muito sério em um país onde a alienação parental e as “falsas memórias plantadas” levam crianças e ex-esposas a acusarem seus pais de violência sexual, falsamente, em até 80% dos casos[0]. Imagine se identificarem o pai de algumas dessas moças que acusam-no sem qualquer prova, a população vai lá e faz um linchamento básico, como fez com a coitada acusada de bruxaria e magia negra [4], vilipendiada falsamente por um veículo de mídia (ela faleceu devido aos traumas). Com a indução dos coletivos, participes indiretos dos potenciais crimes, teremos situação semelhante e o devido processo legal, que colocaria o criminoso na cadeia ou inocentaria um injustiçado, irá pelos ares.

Não! O termo não é “primeiro assédio”. Essa expressão não existe e foi parida pela turma adepta do padrão duplo de pensamento e da indignação seletiva do Think Olga. Gente que coloca a causa acima da vida de nossas crianças. Mas a verdade vem à tona: O objetivo dos coletivos de esquerda é a engenharia social rasteira, mesmo. E fazem isso, usando vítimas a torto e à direita para lobotomizar meninos no ensino fundamental, com a aberrações do tipo “todo homem é estuprador, logo precisa ser ensinado na escola a não estuprar!“, coisa que já acontece na Inglaterra, com consequências trágicas para meninos e jovens. Segue trecho da entrevista de Viviane Santiago, especialista de gênero da ONG de direitos infantis Plan International Brasil.

“Não começamos a ser violentadas na vida adulta. Por isso precisamos ensinar cultura de gênero desde cedo. A sociedade precisa repensar a maneira como educa meninos e meninas porque a, partir daí, construiremos esses ‘novos homens’.”

Novos homens uma pinoia, Viviane Santiago! Estupradores não são homens. São bandidos e bandidos não têm gênero (conforme pode ser visto na imagem acima e outras espalhadas pelos screens do Facebook). Não existe um código penal para cada gênero! Entendeu, ou preciso desenhar? Não obstante, 30% dos criminosos sexuais são do sexo feminino[2]. Já viu homem que ler Shakespeare, Voltaire, Kant, a Bíblia, Confúcio e, pasmem, a Origem das Espécies, sair por aí estuprando meninas?  Não, você não viu, porque não há! Mas é possível que haja homens que leram Simone de Beauvoir, estuprando mulheres e meninas, porque a diva das feministas era uma pedofila nazista de carteirinha[3].

Não se iludam. Essa gente usou crianças para vender agenda feminista e ideologia de gênero rasteira. Digo isso para meus amigos conservadores e liberais, que podem acabar caindo na lábia dessa turma que imediatamente renomeou pedofilia para “Cultura do Estupro”, com o objetivo de tornar a coisa mais palatável para os movimentos radicais feministas e sua ambígua agenda política.

Fontes:

0. http://extra.globo.com/noticias/rio/nas-varas-de-familia-da-capital-falsas-denuncias-de-abuso-sexual-podem-chegar-80-dos-registros-5035713.htm

  1. http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/10/151022_assedio_salasocial_masterchef_rm

2. http://www.correiodolago.com.br/noticias.php?id=608105

3. http://br.avoiceformen.com/recomendados/simone-de-beauvoir-nazista-pedofila-misandrica-e-misogina/

4. http://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2014/05/mulher-espancada-apos-boatos-em-rede-social-morre-em-guaruja-sp.html

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3 comentários

  1. Falou besteira aí sobre “alienação parental”, que é um conceito criado especialmente p defender pedófilos nos tribunais americanos, anos 80…só brasileiros ainda não sabem (pra variar!!)! Pesquisa aí Richard Gardner, paedophilia, paedika…80% de denúncias falsas, só na cachola dos degenerados que defendem essa lei sabendo do que se trata realmente…se o problema aqui fosse só ideologia de gênero, ainda era fácil resolver! O buraco é ainda mais embaixo, cara!

  2. Nenhum dos casos tem a ver com pedofilia. Porque são adolescentes!
    Pedofilia é a preferência por quem não atingiu a puberdade (pessoas com menos de 9 anos de idade).

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