Golpe da barriga por antecipação: Uma realidade ginocêntrica!

Durante 9 meses, após suposto coito, a condescendente justiça brasileira garante a grávidas divorciadas ou solteiras, a possibilidade de escolher o pai dentre os pretendentes mais abastados e ganhar pensão alimentícia (Lei 11.804/2008 que dispõe sobre “Alimentos Gravídicos”). Se ela não sabe quem é o fortuito cavalheiro, não há problema legal: imagina! Usar termos como comportamento promíscuo e desprotegido, para se referir a uma mulher. Esta denominação é restrita, segundo o socialismo bocó de nossos legisladores feministas, ao homem branco heterossexual cristão, pagão, agnóstico ou ateu! Detalhe: a pensão gravídica, como é conhecida, não é devolvida em caso de estelionato. Trata-se de uma fraude com beneplácito da justiça brasileira.

Alimentos gravídicos. Este é o nome da pensão a que as gestantes brasileiras têm direito de receber do pai da criança no decorrer da gestação, da concepção ao parto, referentes a alimentação especial, assistência médica e psicológica, exames complementares, internações, parto, medicamentos, entre outros, de acordo com a Lei 11.804/2008 que dispõe sobre Alimentos Gravídicos.

Além da licença maternidade de 6 meses, responsável por gerar salários menores e aumentar os índices de desemprego entre as mulheres, temos a pensão gravídica. Que outro termo seria adequado para definir o Estado de coisas no Brasil, senão uma ZONA? Zona de guerra, zona de prostituição, zona de atrocidades!  A coisa ainda piora um pouco mais:

[…]assim como acontece com os devedores de pensão alimentícia, quem ficar devendo os alimentos gravídicos também pode ser preso, como observa Rolf Madaleno. “A prisão por dívida alimentar acontece quando o devedor deixa injustificadamente de pagar os alimentos que são essenciais à sobrevivência do credor da pensão.”

O questionamento é: como o devedor pagará os alimentos estando preso? “Que se dane!”, pensará o infeliz. Preso, pelo menos, ele tem um prato de comida. Outros questionamentos acerca da condição da grávida, como novo cônjuge, emprego estável, pais ricos, outra prole do pai, etc. São nitidamente jogados no lixo. Porém, a coisa ainda vai piorar um pouco mais:

“Bastam os indícios de paternidade, não se fazendo exigível a prova inequívoca da paternidade, que poderá ser impugnada com o DNA, após a criança nascer”, assegura.

A coisa toda chega aos píncaros da loucura, a justificar, inclusive, o estelionato legal praticado por golpistas de plantão:

[…]um suposto pai foi condenado ao pagamento de alimentos gravídicos e, quando do nascimento da criança, com a investigatória de paternidade, descobre-se que não é o pai, o mesmo não receberá o reembolso dos valores pagos “estes alimentos, pagos pela pessoa errada, são irrepetíveis. Não há que ser falado em reembolso do que foi pago, porque alimentos são consumidos”.

É claro que os alimentos foram consumidos! Assim como o dinheiro foi gasto e o pretenso pai, preso. Porém, o dano moral e material fica consubstanciado e não depende do “consumo dos alimentos”. Aliás, quase todo mundo sabe que nesse esquema de pensão alimentícia, não são poucos os casos em que o dinheiro vira compras de shopping, cineminhas, luxos e caprichos próprios sem qualquer ônus.

Esta lei, oferecida como ovo de ouro pela Secretaria de Política para as Mulheres (eufemismo para ministério feminista), continha um artigo que possibilitaria ao homem enganado processar a estelionatária, mas foi vetado antes de sua aprovação. Os(as) feministas que vetaram o artigo, afirmaram que isso inibiria mulheres que não têm certeza sobre a paternidade do filho que têm na barriga, de procurar seus direitos. Resumo da ópera: Promiscuidade paga com o trabalho e suor do outro e total indiferença com os sentimentos do suposto pai, vítima de golpe, com amparo legal. Uma tendência absolutamente normal vinda de engenheiros sociais, com sua tradicional falta de empatia com terceiros alheios às suas causas.

E para os arautos da cantilena dos “direitos iguais entre homens e mulheres” (uma grande fraude frankfurtiana, pois mulheres têm mais direitos em códigos legais que qualquer homem, além dos garantidos por isonomia na constituição), eu só posso me lembrar da máxima de Orwell e seu porco Napoleão com o sétimo mandamento da Revolução dos Bichos: “Todos os animais são iguais mas alguns são mais iguais que os outros“.

Fonte: http://www5.tjba.jus.br/infanciaejuventude/index.php?option=com_content&view=article&id=460

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