Impotentes e frustrados, jornalistas caluniam quem discorda deles

A decepção generalizada com 90% dos que é publicado na grande imprensa, gerou um efeito nefasto: insatisfeitos com a parcialidade, a falta de isenção e a militância enrustida mais cínica por parte da mídia, internautas têm utilizado o campo de comentários de diversos jornais para xingar e reclamar da total falta de ética jornalística destes veículos. Assuntos como feminismo, racismo e política criam mais choques de pontos de vista que quaisquer outros.

Lute pela liberdade de Expressão.
Lute pela liberdade de Expressão.

De tantos milhares de comentários desaprovando feministas arremessando sangue menstrual em contas de redes sociais (http://elastica.abril.com.br/postei-uma-foto-de-sangue-menstrual-no-instagram-e-varias-pessoas-mandaram-eu-me-matar) e militantes raciais justificando seu direito de serem racistas, apenas uma pequena minoria desanda para agressão. Mas para a imprensa que representa a beauty people (Yahoo!, Globo, Uol, Folha e Estadão), é tudo “crime de ódio”. Imagina! Discordar de um movimento doce como o feminismo de 3ª Onda, que clama por coletivismo, acusa trabalhadores de estupro a torto e à direita (sem provas) e exorta a castração masculina. Isso só pode ser discurso de ódio! É a famosa falácia da generalização ofensiva.

A contrarreforma dos tais jornalistas não poderia ser mais repulsiva: Apelam ao expediente que sempre aclamaram  nos outros e se rebaixam ao vitimismo. Podemos notar isso na entrevista de Pamela Rutledge, manipulada severamente em matéria da BBC de Ricardo Senra, reproduzida no G1 (http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2015/09/impotentes-e-frustrados-sao-os-mais-agressivos-na-internet-diz-psicologa.htmll), a começar pelo título sensacionalista: “‘Impotentes e frustrados’ são os mais agressivos na internet, diz psicóloga”.  Ele então emenda “Além da polarização política ou ideológica, a especialista comenta a ascensão de temas como diversidade sexual, racismo e machismo ao debate público, graças às redes sociais.” Racismo seriam os casos denunciados na Página Aventuras da Justiça Social no Facebook – Deixo imagens abaixo- ou seriam apenas aqueles cometidos contra afrodescendentes? Pra mim racismo não tem cor. Além do mais, a psicologa não foca em motivação política preferencial. Isto fica a critério da BBC e sua “intelligentzia soviética”.

Violência Misândrica
Apologia a homicídio masculino é discurso de ódio G1?
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Violência Misândrica: “Agora já podemos exterminar esses nojentos”
Se você não é vegano, pode morrer!
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E desde quando se discute machismo nas redes socais? O que percebemos é uma histeria compulsiva de feministas (vide acima), invadindo sites como Brasil Post, atolando suas redações de factoides e bobajadas superficiais e recebendo retroalimentação negativa em massa. Uma simples busca na sessão “Homem” do Brasil Post denuncia os assuntos de “interesse masculino” mais relevantes: achincalhar, emascular, denegrir e reduzir virtudes masculinas, além de vender porcarias inválidas da ideologia de gênero, uma absoluta nulidade ( http://www.brasilpost.com.br/news/homem). Nunca exaltar. Porque exaltar homem é machismo, mas apontar defeitos femininos… Machismo também!

A melhor parte da entrevista foi, sem dúvida, a resposta da psicóloga estudiosa:

BBC Brasil – Os comentários na internet são um índice confiável do que as pessoas realmente acreditam?

Rutledge – Depende do tópico. Mas as pessoas que tendem a responder de maneira agressiva não representam o sentimento geral.

Exatamente! Discordar de pautas de movimentos radicais não é agressividade. Estas pessoas utilizam lobbys em governos, geralmente filiados a extrema-esquerda, para impor seus pontos de vista em leis que dividem a sociedade criando privilégios para uns, excluindo estatísticas de crimes que não lhes interessa, pleiteando indignação seletiva, vendendo agenda política e tratando os diferentes, aqueles que não se enquadram em seu contingente especial, como parias reais da Tabelinha da Opressão, aquela em que se você for “homem cis branco” não deve “dar pitado em protagonismo alheio“. Ainda que esse protagonismo seja aniquilação, racismo, cristofobia, terrorismo e misandria.

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