Moderação… A doce sinfonia do “morde e assopra”

Tentando comentar em páginas e blogs feministas e racialistas de doutores e acadêmicos, que pregam tolerância recíproca e são chiques demais para cair no engodo simplista de agressões verbais e injurias do tipo “branco só faz branquice!“, “Vou cortar sua pica!” ou “Coxinha tem que morrer!“. Acabei entrando no blog da Sra. Dra. Cynthia Semíramis, feminista light, aparentemente, que questionava sobre uma dualidade, mais do que óbvia, em título de matéria: “Movimento feminista: luta por direitos ou terapia?” (http://cynthiasemiramis.org/2015/08/28/movimento-feminista-luta-por-direitos-ou-terapia/) e postei um comentário não publicado.

Meu comentário tinha agressões verbais? Não. Difamava alguém? Também não! Mas o que incomodou em minha postura? Seria o comentário longo ou as verdades referenciadas? Creio que as verdades: postei estatísticas sobre violência misândrica, indústria das pensões, exploração social de homens etc. Ora! Já venho postando sobre fatos comprovados por dezenas de estudos há algum tempo: Um homem paga centavo por centavo sua pensão alimentícia e carrega esta cruz por 20, 30 anos (lindo ver filhos barbados e casados usurpando o pai!), sendo privado, via alienação parental, de ver os filhos e não tem nenhuma, a mais mínima que seja, satisfação de sua ex-esposa sobre a aplicação lícita do dinheiro em pró dos filhos. Postava isso (não posto mais, porque é inútil…), até em sites e páginas de feministas radicais! Onde não sou bloqueado. Vejam só!

Como acredito que o Estado é um nefasto Esquema Ponzi (http://www.ubirataniorio.org/index.php/artigo-do-mes/289-ponzi). Um Grotesto esquema de pirâmide (que sempre vai a bancarrota no final), onde quem está por baixo sustenta os níveis imediatamente superiores, vejo que, diante da sociedade, há machismo. Mas dentro do estado, os códigos legais (Civel, constitucional, penal etc) são totalmente ginocêntricos e nesse sentido o homem fica no nível imediatamente abaixo da pirâmide de Ponzi: Tem menos direitos trabalhistas, uma justiça mais severa para julgar seus casos, menos direitos civis. E não sou eu: qualquer advogado com seis meses de carreira, torce o nariz para julgar causas de direito familiar envolvendo homens como réus. Alguns cobram muito mais caro pelas causas. Não é por menos… Se a mulher “espirrar” na audiência já ganha uma pensão e nem precisa ter filhos (já há precedente legal, sim!)!

A conclusão que tomo desse feminismo light, “morde e assopra“, é bem diferente em relação ao radical: Considero-o ainda mais perigoso, pois o mesmo é sorridente, tenta o diálogo, é diplomático. E  “Diplomacia é a arte de mandar alguém para o inferno de tal forma que o sujeito não vê a hora de começar a viagem“, como diria o célebre Guilherme Leite Ribeiro. Enquanto o feminismo radical, histriônico, contido a Prozac e Ritalina, é caricato, afasta-se dos homens, da sociedade e das mulheres, o feminismo light é acolhedor, aproxima-se de pessoas resignadas e sofredoras, desiludidas com dondocas radicais de facebook que não depilam o buço e as axilas. E nesse sentido, é muito mais estatista por ser exatamente diplomático. É o feminismo da Câmara, do Senado e do judiciário. Feminismo dos juristas que analisam leis com linguajar empolado e voz suave, mas com tiros certeiros no coração da Constituição. Esse feminismo, sim, é perigoso, conquanto seja mais sorrateiro e inteligente, inteligentíssimo! Porque é ele que dá aval a leis estapafúrdias como o feminicídio e a lei  Maria da Penha, atentando contra o princípio da isonomia ao criar diferentes em crimes iguais (Sim, estas leis não dão nenhuma proteção ao cônjuge masculino, em caso de violência).

Do mesmo modo o racialismo, a crença em raças superiores ou nobres demais, encontra eco em pessoas tão sofisticadas quanto o histórico e Educado William Dubois (http://www.biography.com/people/web-du-bois-9279924) e eugenistas Darwinianos. Quando, entretanto, esmiuçadas suas aspirações, entendemos que querem mais Estado tutor, mais Estado criando divisão social e conflitos. Uns querem mais cotas, outros mais leis, outros fazer barulho, outros “falar aos corações”. Mas ao contrário do romantismo, onde “não é o que se diz, mas como se diz“, em política é exatamente o que se diz e se faz, que importa. O resto é prosa e poesia.

Bruno Maia
PS.: Direitos de resposta são garantidos, desde que não contenham xingamentos, ameaças e agressões verbais.

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