Hitler, a Imprensa e a ditadura dos oprimidos.

Em 1938, Hitler foi eleito Homem do ano pela TIME. Em 1939 e 42, Josef Stálin. Nesta época, os judeus eram tratados como “elite opressora” pela beauty people esquerdista. Quem assissitiu The Soviet Story, de Edvins Snore, bem pode ver um Bernard Shaw exaltando o Nazismo, porque algumas pessoas mereciam ser mortas, por serem deficientes e ineficazes. O que chama a atenção? A mesma imprensa adepta de ideias progressistas defendendo buona gente como estes dois reconhecidos eugenistas evolucionistas. Um, místico gnóstico, como Hitler e outro, ateu, como Stálin. E antes que a turma da ATEA venha com seus kits de Toddynho encherem meu saco, digo logo: Não é esse o foco. A religião ou a falta dela, não são os pontos aqui.

Hitler Time
Hitler na Time Magazine: Falta de Credibilidade da imprensa escrita é histórica. Os monstros se tornam heróis de acordo com a conveniência do momento.

O foco é: esta ditadura de minorias, pleiteada pela imprensa e por políticos inescrupulosos cheios de ódio de classes, irá cobrar um preço alto à sociedade. A aplicação paternalista do direito positivo, de tratar desigual os diferentes na medida de suas desigualdades, é muito bonita, mas carece de um nexo lógico brutalmente primário: essa premissa pode ser aplicada a qualquer minoria, seja oprimida ou não. Vamos tratar assim, segundo esta diretriz, bilionários, lhes concedendo direitos especiais, mulheres ricas, porque antes de serem ricas, são mulheres. Vamos tratar mendigos homens muito mal, porque antes de serem mendigos são homens e automaticamente, privilegiados. De boas intenções, o Inferno está cheio, felizmente. Assim como a Câmara dos Deputados. Infelizmente!

Aliás esse é outro questionamento. Na medida em que a sociedade se homogeniza, fatalidades biológicas não são mais privilégios. Ser branco heterossexual cristão não vai colocar dinheiro na sua conta, a menos que você seja um pastor vigarista. No Rio Grande do Sul, o mendigo é branco do olho azul! Mas é mendigo e continua desassistido. Enxergar em sua miséria um “quê” de opressão é uma doença mental perversa, típica da esquerda progressista militante.

Pessoas vistas como indivíduos, em suas especificidades, são o elemento mais importante da sociedade. Um juiz que julga um pai e condena-o a pagar uma pensão desproporcional, para claramente saciar as necessidades de consumo de sua ex-esposa, não está individualizando o caso, está cortando na carne, doa a quem doer. Porque a lei é pedante. Ela é criada no calor do momento para saciar a fúria de guerreiros sociais que querem assistir ao Circo pegar fogo. Mas esta é outra história e seu pivô reside na total incapacidade de homens e mulheres da política em criar leis que reflitam as necessidades do povo, senão apenas sua visão de sociedade idealizada segundo seu matiz político que, infelizmente, no Brasil é rubro e autoritário.

Time Magazine
http://www.nydailynews.com/news/world/time-magazine-10-controversial-people-year-article-1.2040428

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s