O tarado do metrô do Brás não somos nós!

Esta é uma resposta ao caso da jornalista da Record, Caroline Apple, vítima de um maníaco degenerado e doente, que ejaculou sobre ela no metrô de São Paulo. Aparentemente, Caroline estava no metrô Brás, sentido Corinthians-Itaquera, por volta das 19h30 do dia 28 de maio de 2015, quando percebeu que um sujeito, segundo seu relato, aliviou-se sobre sua calça e olhou para ela na saída.

Caroline Apple
Foto de Caroline Apple, vítima de estuprador no Metrô do Brás, em São Paulo.

É uma resposta, porque há um uso político destes crimes hediondos (que podem ser considerados estupro) pela militância feminista, no sentido de vilipendiar pais de família e comparar homens a cachorros, como fez a jornalista do Yahoo! Carol Patrocínio. Houve também uma comoção geral da população masculina que, tivesse flagrado o ato, teria espancado o estuprador severamente. Portanto o argumento da “Cultura do Estupro”, levantado como bandeira nestes casos, constitui uma fraude. Cultura é algo disseminado e não há uma disseminação entre a população de bem deste tipo de conduta, e o uso de tal recurso no léxico postiço da esquerda feminista, da qual Carol Patrocinio faz parte, sendo a porção caviar da mesma, é política pura. Uso político de tragédias. Uma pratica corriqueira da imprensa sensacionalista e da esquerda festiva.

Algumas considerações sobre o caso: A jornalista fez o exame de corpo de delito e prestou um Boletim de Ocorrência em Delegacia? A calça com o sêmem do maníaco foi entregue a polícia? Por que culpar os funcionários do Metrô, como fez Yahoo! e a maior parte da imprensa militante, quando o culpado, ipsu facto, é o bandido que saiu correndo? Onde estão os vídeos do metrô? Ninguém os analisou?

Outra questão a ser refletida, diz respeito as péssimas condições do transporte público brasileiro, a falta de educação do povo e as tentativas da imprensa em encontrar culpados nos opressores de sempre: autoridades, policiais, homens heterossexuais brancos e depois negros, de acordo com a hierárquia do opression politics . O Yahoo! por exemplo, usou o seguinte expediente: “[…]mostra a situação absurda pela qual passam milhares de mulheres nos transportes e vias públicas do Brasil”.  Não deixa de ser verdade, mas também é uma meia verdade, que equivale a uma mentira inteira. A maioria da população não é adepta deste tipo de pratica, linxamentos de estupradores são constantes, conforme relatam as dezenas de programas policiais televisionados, e não são milhares de mulheres que sofrem este tipo de crime bárbaro. Isso equivale a dizer que milhares de usuários homens são estupradores. Você, caro leitor, é estuprador? Você aceita o ônus da prova? Se aceita, apresente-se a uma delegacia, porque trata-se de um criminoso e não quero lhe ver nem em sonho!

Outra aberração foi dita pela jornalista Carol Patrocínio, feminista empedernida, que vive a cata de vítimas para usurpá-las e defender sua causa. Parece que, não sabe ela, expor vítimas de crimes sexuais assim, causa-lhes muito mal em nome da audiência que tanto almeja. A pessoa já está enfraquecida pelo crime e ainda tem que suportar o sensacionalismo. Mais mal-estar ainda, causa a quem não tem nada a ver com o pato, como os homens, a quem ela compara com cachorros. Devo-lhe dizer, cara Carol, que um homem, proscrito da sociedade, um ex-detento, salvou uma mulher de um segurança tarado do metrô Paulistano, aplicando-lhe uma mata-leão e encaminhando o mesmo a delegacia. Pois é, Carol, a ajuda vem de quem você mais odeia! Pense duas vezes antes de coçar as mãos e digitar as basófias que lhe vêm a cabeça.:

Cachorros são irracionais. Homens não. Observando a relação dos cachorros com o cio da Dolores não pude deixar de pensar na relação dos homens com as mulheres – e olha que eles nem têm olfato apurado para sentir o nosso “cio”. A diferença é que homens poderiam conter seus impulsos. Homens poderiam aprender a respeitar. Homens poderiam transformar a relação que têm com sua masculinidade, desejo e poder. Mas eles não querem – ok, não são todos, mas são muitos. E cada homem que defende um abusador, é um abusar em potencial, já que é do tipo que entende que “a ocasião faz o ladrão”.

É mesmo, Carol? Homens são animais que não respeitam, ou estupradores é que, infelizmente, são homens ( alguns são gays, mulheres e até algumas lésbicas, quiçá jornalistas, só pra você digerir esses fatos da vida, por acaso…) ? Será que você olharia para seu pai e diria isso? Quem, em nome dos Céus, defenderá um abusador senão outro tarado, que ao invés de ser preso e internado, ad aeternum, é solto pelo manifesto Anti-Manicomial, idolatrado pela esquerda. Que história é essa de poder, masculinidade e desejo relacionado a taras e doenças mentais, conhecidas como parafilias? Você por acaso já viu o conteúdo do seu blog e ponderou sobre o vendával de pornografia pseudo-científica que está ensinando a mulheres e homens no seu Blog Preliminares cheio de ódio e misandria (títulos como “Marido dá mais trabalho do que filhos”, “Homens abusadores e cachorros: uma tentativa triste de marcar território”, “Assista ao teaser do próximo filme da sequência 50 Tons de Cinza para esquentar o dia”). Ok, nada demais, certo? Mas comparar masculindade com doença é a mesma enfermidade da qual padecem feministas radicais, para quem urinar de pé é machismo.

[…]E um homem que faz isso não o faz por tesão, o faz para mostrar que tem poder, marcar território – é por isso que a castração química não acaba com a prática dos abusadores. Eles agem como cachorros.

Mentira, Carol! Você sabe disso ou faltou as aulas de biologia. Castração química resolve o problema. Ela pode baixar a carga hormonal, reduzir a líbido e evitar uma ereção, uma ejaculação, então, impossível. Ou você faltou as aulas de reprodução?  Ninguém sabe qual é a sua! Queremos punir o tarado: Não pode, tem que ensiná-lo. Que diabos é isso? Ensinar tarados. Ensine-os você. Queremos identificar o meliante… Não pode. A culpa é do funcionário do Metrô que orientou a vítima. Então vamos fazer o que? Colocar esta “vítima tarada” da sociedade numa instituição de tratamento ou mantê-la em medidas socio-educativas?

Na verdade, o seu jogo é muito claro, Carol Patrocinio, você quer acuar a população da classe trabalhadora, você quer uma ardil entre eles, para criar divisão na sociedade. Isso porque facilita seu trabalho, afirmar que o estuprador é o trabalhador honesto, o homem de bem que deve ser atomizado e excluído ou tratado como verme desfibrado, que é o que você almeja em todos os homens, um puppy pagador de pensões, quando estiver exaurido e velho. E para isso, você usa este maníaco e sua vítima. Atores dessa tragédia da vida diária. Você trata os homens honestos como excessão. Sua atitude é, no mínimo, enojante.

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