Abortistas “ocuparão” Igrejas pelo “direito” ao aborto.

Pessoas com muito tempo livre inventaram uma nova forma de lutar pelo aborto: Agredindo a crença alheia!

Triste, mas verdadeiro. Enquanto no mundo Árabe cinegrafistas e desenhistas não são tolerados por satirizar o islamismo (quando isso ocorre, temos os banhos de sangue costumeiros, com mortes de diplomatas e manifestações violentas) por aqui no ocidente, a crítica religiosa, a chacota, desdém, humilhação, ultraje a culto e toda sorte de execração pública e notória é permitida desde que… Seja contra os cristãos! Quem ousar falar mal, opinar ou discutir, sob um viés crítico, acerca de outras religiões, já sabe lei Caó nele com 5 anos de cadeia. A premissa legal só aceita exceção, do ponto de vista coloquial, contra o cristianismo e suas vertentes. Não estou dizendo que, porque somos passivos, os outros devem ser. Mas, convenhamos, deveríamos ser politicamente engajados para defender nossos interesses.

Faço essa introdução para denunciar a Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos (RMMDR) e a RETS, uma instituição que agrega organizações do terceiro setor. Para o dia 28 de setembro, um grupo de abortistas da RMMDR planeja uma espécie de ocupação virtual de prédios públicos, notadamente igrejas, onde colarão imagens virtuais ensinando a utilizar o abortivo Misoprostol e escarnecendo tais prédios destinados a culto. Essa colagem será feita através de um Software de Realidade Aumentada a ser desenvolvido pela ONG “Womem on Waves” que poderá ser instalado em telefones celulares. Segundo Gisele, que escreveu a matéria na RETS:

Quem se opõe ao direito das mulheres a decidir sobre seus corpos definitivamente precisa ver e escutar este tipo de mensagem.

Não, querida. Ninguém tem que ser obrigado a escutar mensagens de apologia à cultura da morte, isso é inconstitucional. Ninguém pode ser obrigado a fazer nada, exceto por força da lei, da qual, os tópicos de interesse, vocês almejam destruir, aí sim, pela brutalidade dos métodos abortivos. Para complementar e desconstruir o argumento feminista radical, a mulher não pode decidir sobre seu corpo, em caso de gestação, porque o feto não é produto natural exclusivo dela, e sim de uma união, uma sociedade, onde o homem, ser execrável sob o ponto de vista feminista, doa 23 cromossomos seus! Além disso, há o contexto de uma segunda vida, o feto, sobre o qual a mulher não tem direito de extermínio.

Simpatizantes da causa são chamadas(os) a enviar imagens de pontos onde se pretende fazer a colagem virtual. Posteriormente, tais imagens comporão o aplicativo, de modo que quando a câmera do celular for apontada para o prédio, surjam imagens ensinando a utilizar o medicamente abortivo:

Se muitas fotografarem os mesmos edifícios, poderão tornar esta mensagem viral – num movimento virtual de ocupação.
Envie suas imagens e o nome do edifício que quer ocupar o mais rápido possível e participe desta ocupação!

Veja que é um movimento que pretende tomar dimensões “virais”. Essa gente não respeita nem a crença alheia! Aliás, não respeitam nem seus próprios corpos. Tenho dito que o feminismo é um movimento misantropo que descaracteriza a mulher e estigmatiza o homem. Explico: Para feministas o homem é sempre o canalha agressor, promíscuo, transmissor de doenças e outras mazelas. Não importa que tenha de pagar pensão por 18 anos ou mais, tenha que ceder a posse do domicilio em caso de separação (Programa Minha Casa, Minha Vida) e seja sempre o primeiro suspeito em crimes de toda natureza. As feministas simplesmente esvaziam o significado do significante “homem”, para que tudo que seja expressão da natureza masculina e seu Eros típico, sejam traços de machismo: Usar calças, urinar de pé, falar grosso, ser corajoso. Tudo é construção social machista.

Vale lembra que intolerância religiosa é crime e ultraje a culto também e que essas moçoilas utilizam-se da passividade cristã para praticar suas agressões e só não vão além devido à impossibilidade física, conforme pode ser lido no seguinte parágrafo:

Para fazer estas mensagens chegarem a lugares como o topo das catedrais sem pôr em risco a vida das mulheres ativistas, a Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos e mais algumas organizações do movimento de mulheres estão compartilhando uma ferramenta de ocupação virtual baseada em Realidade Aumentada.

Ou seja, não houvesse risco, elas até subiriam nas catedrais e fariam suas estripulias. Tudo é permitido quando se é engajado de esquerda! Gostaria de ver um grupo Pro-Life fazendo o mesmo em frente à sede de alguma ONG abortista…Logo, logo veríamos Folha de São Paulo e congêneres dando espasmos e acusando os manifestantes de intolerância, fascismo e outros ismos.

Ah, e o detalhe óbvio é que estas senhoras têm muito tempo livre. Vocês sabem, falta do que fazer, mesmo. O que não deixa de ser irônico: no passado lutavam por emancipação, agora que conseguiram, fazem uso do ócio para praticar seu ativismo, afinal, Direito só é bom quando não vem com Obrigação no pacote.

Fonte: http://www.rets.org.br/?q=node/1819

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Um comentário

  1. As mulheres não são as heroínas que todos fazem parecer, bastar constatar os fatos desta matéria. Os gêneros precisam desaparecer do campo jurídico se quisermos igualdade de verdade.

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