Diario De Pernambuco Calunia todos os Brasileiros de “Racistas”

Não se pode esperar uma conduta mais condizente com a “sinistra da política” que a propalada pela Folha de São Paulo, no entanto, tal veículo costuma disfarçar melhor suas prerrogativas politicamente corretas e portanto autoritárias. O mesmo não acontece com o péssimo jornalismo do DP. Os fulanos de lá nem escondem mais: são esquerdistas da patrulha ideológica até o tutano da alma e, indiretamente, estruturam um tipo de conflito entre o multicultural e multirracial povo brasileiro.

Ao ler o Diário de Pernambuco de 7 de maio de 2012 não sabia se estava diante do Pravda, do Granma, da Hora do Povo ou de A verdade. Tais veículos de comunicação impressa são assumidamente comunistas, por isso nenhuma novidade em deparar-se com inversões da realidade, mentalidade revolucionária e demonização do capitalismo.  Pelo menos, podem eles afirmar, “somos honestos”. O mesmo não ocorre com o Diário de Pernambuco. Publicado em Recife e pertencente ao grupo Diários Associados, todos os dias brinda os pernambucanos com enxurradas de bobajadas  demagógicas que beiram os bordões revolucionários da turma bolchevique, mas juram que são “imparciais”… A última, na referida data, foi a análise em editorial do caso Otacílio de Campos Menezes, um Sr. racista que xingou uma atendente de bilheteria com insultos raciais. Obviamente, este indivíduo estava errado e merece a punição de que lhe caiba, penal e civilmente, por injuria racial. Mais do que certo: racismo é intolerável, inclusive o racismo inverso que ocorre com frequência aos turistas brancos que vão a Bahia e ouvem acintes por serem brancos. Ocorre que a turma canhota não se furta a politicagem barata nestes casos, eles precisam clamar a suas causas… e uma delas é o velho bordão de que “todos somos racistas”, calúnia e difamação repetida ad infinitum pelos grupos racialistas e propagandeada por parte da imprensa progressista (99%).

O Diário estava tão sedento em confirmar este fatídico fato, de que todos somos racistas e por isso merecemos um corretivo legal desumano e cruel,  que nem sequer revisou o texto para verificar, além dos erros ortográficos e gramaticais básicos, a coerência do edital, visto que no segundo parágrafo afirma: “A frase atingiu não só a profissional mas também as pessoas que aguardavam a vez de comprar ingresso. Diante da reação, ele fugiu”, enquanto no terceiro emenda que “Florestan Fernandes costumava repetir que o brasileiro tem preconceito de ter preconceito. Para não se expor a execração pública, disfarça[…]”. Peraí! turma do Diário, se o brasileiro é um miserável racista de corar de inveja os membros da Ku Kux Klan, porque a maioria dos presentes na fila ficaram revoltados? Quer dizer, ou o brasileiro é racista ou no Brasil temos pessoas racistas, como excessão. Ou ainda, na fila tinhamos gringos. Perdão, pessoas euro, afro, sino ou nipo descendentes, pra ser politicamente correto. O Diário precisa se decidir, ou pelo menos ler um pouco de Kant e Aristóteles para compreender lógica ginasial primária!

No frigir dos ovos, o folhetim nos brinda com uma peróla da correção política que revela seu viés autoritário de ideal social: Uma nação de pessoas amedrontadas, tementes ao estado do Grande Irmão, munidas de dicionários da Novilíngua, onde todos são racistas e devem se penitenciar diariamente com atos de submissão: “Piadinhas aparentemente inocentes circulam com desenvoltura com (sic, o “com, com” é um dos vícios dessa turma) o propósito de descontrair o ambiente e fazer rir A consequência, porém, vai além da graça. Muito além. O chiste reforça preconceitos. Dai o cuidado com o politicamente correto”. Pois é! A consequência de contar piadas, e aprender a rir de si próprio, é nefasta, ela suscista espíritos vingativos, catástrofes naturais, choques de meteoros e guerras mundiais. Cuidado, senhores humoristas, o Diário de Pernambuco está de olho em vocês! Contar piada é horrível, é nazismo e os culpados devem ser sodomizados em praça pública ou condenados a 35 anos de cadeia. A OAB garante, a imprensa assina.

Por último, o Diário de PE, em seu festival de clichés de “imprensa chique”, compara o combate a intolerância (menos a politicamente correta que ela propaga), a Primavera Árabe, ao afirmar que “A primavera não constitui exclusividade do mundo árabe”, como se por lá estivessem numa revolução de tolerância. Como se as velhas ditaduras não tivessem caído em favor das novas e mais radicais. Em suma, todos os cacoetes que revemos ad nauseum nos jornais brasileiros, lemos remastigados e revisitadas no DP. É uma jornal que já foi bom, mas que hoje faria chorar de vergonha o Sr. Assis Chateaubriand. Pra piorar tudo, ainda contamos com os orgasmos da turma da redação em virtude da eleição de um socialista na França e os delírios abortistas  durante a entrevista de um médico favorável a aborto de fetos sem cérebro ou com deficiência na formação do mesmo. É, meu velho! Te cuida Pravda, teu posto já era…

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