Estudos de Gênero ou Ideologia de Gênero?

O trabalho acadêmico analisado a seguir, apoiado pela ONU e UNESCO, demonstra um padrão sobre o que é ensinado nestes cursos focados no Estudo de Gênero: Uma ojeriza funcional a sociedade e a aniquilação das próprias diferenças biológicas e evolutivas entre homens e mulheres

Coloco-me na posição de um perito forense, encolhido num laboratório, munido de um microscópio óptico e analisando, numa Placa de Petri , os resíduos intestinais que a turma progressista das ciências humanas produz a rodo nessa apoteose gasto-intestinal de desinterias fartas que lhes é típica. Um destes resíduos é o que se entende por Estudos de Gênero. Este curso, oferecido até como graduação, nada mais é do que uma forma radical de feminismo maniqueísta, cujo propósito é a estigmatização oposta. A perseguição vil do eros masculino. Geralmente, estas (e estes) feministas associam todas as mazelas sociais ao homem e ocultam características positivas do mesmo. Como boas propagandistas que são, não se furtam ao prazer, quase venéreo, de enaltecer as virtudes da mulher: igual em força, inteligência, honestidade…Porém, ente superior, por ser vítima eterna, nunca culpada.

O novo material que coloco em meu microscópio é uma peça pura da miopia humana, uma aberração que desconsidera todo o processo evolutivo que define homens e mulheres e parte para a correção política disfarçada, simples e vigarista. Trata-se de estudo “científico” denominado Orientação Sexual, elaborado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, apoiado pela ONU e pela UNESCO, e coordenado por Ana Rosa Abreu, Maria Cristina Ribeiro Pereira, Maria Tereza Perez Soares, Neide Nogueira. Vejamos trechos da peça:

“Desde muito cedo, são transmitidos padrões de comportamento diferenciados para homens e mulheres. O conceito de gênero diz respeito ao conjunto das representações sociais e culturais construídas a partir da diferença biológica dos sexos.”

Errado! A biologia evolutiva já jogou tudo isso no limbo do obscurantismo desde a Origem das Espécies, escrito no Século XIX por Darwin. O conceito de gênero, neste caso, é definido pelas feministas, desconsiderando totalmente a ciência médica. As representações sociais e biológicas são universais em muitos aspectos, nesse sentido entende-se que a mulher tem pele mais frágil, menos massa muscular, mais variações hormonais etc. Características genéticas e evolutivas, que definem aspectos sociais universais. Enquanto o homem, dotado de 20 vezes mais testosterona, tende a agressividade física e a decisão firme no traçar de objetivos, a mulher costuma ser mais meticulosa. Um exemplo claro são as linhas de montagem de TVs da Phillips (1998). Nestes ambientes, prepondera à mão-de-obra feminina, devido a precisão do toque, costumeiramente grosseiro no homem. Entretanto, em atividades que necessitam de decisões rápidas e pensamentos eficientes, o homem parece dispor de vantagem técnica. Pura evolução! nada de “cultural”!

“Enquanto o sexo diz respeito ao atributo anatômico, no conceito de gênero toma-se o desenvolvimento das noções de “masculino” e “feminino” como construção social. O uso desse conceito permite abandonar a explicação da natureza como a responsável pela grande diferença existente entre os comportamentos e lugares ocupados por homens e mulheres na sociedade. Essa diferença historicamente tem privilegiado os homens, na medida em que a sociedade não tem oferecido as mesmas oportunidades a ambos. Mesmo com a grande transformação dos costumes e valores que vêm ocorrendo nas últimas décadas ainda persistem muitas discriminações, por vezes encobertas, relacionadas ao gênero.”

Quem abandonou a explicação desse conceito foram as feministas. A muito, elas lutam pela abolição da diferença entre homens e mulheres, contrariando a dureza implacável da Natureza. Mulheres e homens são iguais em importância, dentro do contexto de convivência social e familiar, mas absurdamente diferentes em atributos e dotes. Esta diferença, não tem favorecido os homens. Neste caso, o estudo apela para uma certa “agenda política” pura e simplesmente. Durante séculos, foram os homens a morrer em guerras, trabalhar nas funções mais insalubres da construção civil, dá a própria vida pela família, numa típica afetação romântica do ideal masculino, chamada de cavalheirismo. Quem leu Casa de Bonecas, de Ibsen, constata isso claramente. E Ibsen era um feminista!

Ocorre que as feministas deste estudo enxergam a parte que lhes interessa e ocultam o que não convém (Teoria da Espiral do Silêncio de Elisabeth Noelle-Neumann), como, por exemplo, o fato de que a justiça tem um conjunto de leis rígidas contra o homem para o favorecimento da mulher, como vemos nos exemplos a seguir: Lei Maria da Penha (ampliada em 2012 para omitir o próprio agente da denúncia), pensões fartas que muitas vezes beneficiam mulheres de elevado nível social; preferência na posse dos filhos em caso de separação, (mesmo em casos de clara incompetência materna na criação dos mesmos), recentes acusações histéricas de estupro que envolvem flertes, beijos, toques e ocultam os reais casos de violência, possibilidade de impor a paternidade ao sabor do vento, bastando apontar o suposto pai da criança, sem a necessidade de exames minuciosos; preferência em determinados cargos (secretariado, odontologia, pediatria etc.); proteção do mercado de trabalho estabelecida pela Constituição, licença maternidade ampliada, cotas etc.

Com isto dito, a conclusão óbvia, é que há um desestimulo para a contração de laços matrimôniais por parte dos homens. Muitos são os problemas e poucos querem arcar com os desejos de uma “Rainha Estatal”, talhada a ferro e fogo pelo feminismo mais pueril. Ninguém quer correr o risco de ser falsamente acusado de bater na mulher, perder suas parcas economias devido as desmandes de algum juiz mas engajado e ser privado do direito de ver os próprios filhos!

Na verdade, o discurso da autonomia feminina é uma farsa. As feministas querem a autonomia parcial, o chamado sex lib e o lucro eficiente, mas a parte que encerra as obrigações, o custeio das contas do lar e a liberação masculina, não lhes interessa (e faço aqui a distinção entre mulher e feminista, para evitar injustiças). Afinal, por que não ganhar nas duas pontas, tendo um homem para pôr na coleira, um mero cofre fálico semi-castrado, enquanto aurífera em altos cargos de trabalho, públicos e privados?

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