Jean Wyllys: A face radical do movimento GLBT…

Nesse final de ano, aumentaram as pressões pela aprovação do famigerado e autoritário PL 122. O projeto de lei  que define punição para condutas homofóbicas, como singelas penas de 2 a 5 anos para quem achar feio um beijo gay e virar o rosto. A Folha de São Paulo, que a esquerda jura que é de direita apesar de ter 95% dos comentaristas na esquerda do espectro político, não podia fazer feio e chamou o ilustre deputado Jean Wyllys, intelectual parido do Big Brother, e atual político militante do PSOL, para uma elucidativa entrevista ao bajulador Sr. Fernando Rodrigues, onde defende mais autoritarismo. Jean acredita que propor a “cura” pra condutas homossexuais em programas de TV gera dor e sofrimento, “A afirmação de que homossexualidade é uma doença gera sofrimento psíquico para a pessoa homossexual e para a família dessa pessoa”, segundo consta.

Muito eloquente, ele parece não lembrar de que quando aponta o indicador contra outros, volta para si, 4 dedos. Recentemente,  durante uma convenção GLBT (Veja que esse movimento é tão politicamente correto que hoje é chamado LGBT, para dá vez as damas Lésbicas), Jean disse que a Bíblia era historia da carochinha,  era coisa inverídica, em que não se deve acreditar. Ou seja, estas afirmações não “geram sofrimento para os cristãos”, mas as dos cristãos gera sofrimento para os gays…Vai entender.

O que sei é sobre a existência de um radicalismo no Brasil, como nunca houve antes (Foi mal, Lula). Tudo parece gerar violência, menos os tapas, as balas, as pauladas e os assaltos. Estes continuam nos violentando, mas não geram violência, são a própria, que o Estado não combate eficazmente e nem nos deixa a opção pelas armas. Ao contrário, o que traz a violência são os depoimentos dos pastores e padres que dizem “curar” homossexuais. Até onde me consta, ninguém é obrigado a ir ser “curado”, mas para Jean, é obrigado a continuar sendo gay. A entrevista concedida a Fernando Rodrigues é toda maqueada para dá a impressão de “justiça poética”, que envolve a causa do nobre deputado.

Não sendo suficiente, o UOL, parceiro da Folha, ainda emenda uma frase de efeito: “Para deputado, padres e pastores devem ser sancionados se incitarem violência contra gays na TV”.  Mas peraí, e durante as paradas gays, onde símbolos católicos foram pervertidos pelos militantes em 2011, não seria intolerância e violência? Ou conforme postou o blogueiro Leonardo Bruno,”Porque o movimento gay foi longe demais. A provocação deles na catedral de Florianópolis, fazendo “beijaços” e hostilizando os católicos, já ficou gravada na memória do povo”. Isso não é violência? Ou o pior caso, registrado em http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/12131-queima-jesus.html, onde militantes gays se reuniram para queimar livros religiosos em “combate a homofobia”?  O que o Sr. Jean tem a dizer sobre isso? E mais, não me consta que padres e pastores tenham incitado violência contra os gays. Porém, como violência é hoje a moeda mais valorizada e especulada do mundo, tudo pode ser violência, até uma cara feia. Exluindo-se, lógico, a violência praticada pelos grupos “santinhos” dos progressistas, nos países árabes, nas tribos indígenas e no extremo oriente.

O Sr.Jean fecha com “chave de ouro” afirmando que deve haver punição para quem usa os meios de comunicação no intuito de discordar do homossexualismo. Novamente, caímos naquela falta de lógica, como dizia Ortega e Gasset, que os radicais de bandeira não atentam porque estão presos a “causa”. Então deve haver punição para quem discordar do camarada bebedor ocasional, do fornicador que sai com várias mulheres, do jogador, do “idólatra”, do nervoso, do tímido? Pois é, essas igrejas evangélicas discordam de toda essa turma, e não vejo movimento dos bêbados, dos jogadores, dos tímidos… Não vejo violência contra tímidos, tampouco estatísticas fabricadas.

O que acho sobre as igrejas evangélicas? Bom, elas criticam tudo que é bom, e perturbam a paz, muitas vezes. Não odeio gays, nem acho homossexualismo errado. Acho até que os transsexuais e travestis são grandes artistas, visto que conseguem transformar o eros masculino numa graciosidade feminil de fazer inveja a muitas mulheres descuidadas. Mas no Estado Democrático de direito temos de ouvir as coisas que nos incomodam, vez ou outra. O que não podemos suportar é gente queimando livro e posando de perseguida depois…

Fontes:

http://noticias.uol.com.br/politica/2011/12/26/igreja-que-prega-cura-de-gays-na-tv-deve-ser-punida-diz-jean-wyllys.jhtm

http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2011/12/26/dilma-desconhece-demanda-lgbt-critica-jean-wyllys-102/ 

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