Marcelinho Paraíba: Mais uma possível vítima de nosso código penal “feminista”

Caros, segue caso recente publicado no Diário de Pernambuco envolvendo o jogador do Sport Marcelinho Paraíba. Pelo jeito, o “golpe do estupro” continua firme mundo afora e tem como alvo, jogadores de futebol e como aliado, legislações politicamente corretas, paridas em êxtase surreal de políticos(as) feministas radicais em congressos mundo afora.

“O atleta teria agredido verbal e fisicamente uma mulher, de 31 anos, que teria recusado beijá-lo e denunciou a ação ao irmão dela, o delegado Rodrigo do Rego Pinheiro, titular da delegacia do distrito de São José da Mata, que participava da festa e também passará por investigações. Ele teve a arma apreendida e será submetido a um exame residuográfico para que seja determinado se houve abuso de autoridade, a ponto dele atirar ao alto, para intimidar os presentes na festa do jogador.”

O feminismo radical chegou a fase do coma, do desdobramento astral. Não é estupro quando um homem é “encochado” por uma mulher em coletivo…Mas é estupro quando uma mulher de 31 anos afirma , com grande margem de dúvida, ter sido beijada a força. Quer dizer, um beijo virou estupro! Pior, uma tentativa de beijo!!! Não estou defendendo o jogador, estou defendendo o direito de defesa e a punição conforme o agravo, claramente desproporcional, neste caso. Senhores, vocês não acham que o Brasil ainda não está no fundo do poço? O que mais vai ser estupro? Piscar? Falar? Ter opinião? Tirar uma moça pra dançar? Na festa constava um delegado acusado pelos jornais de agredir  jornalistas e de ter usado o expediente do abuso de autoridade contra os mesmos. Onde vamos parar? Se querem mesmo saber, o brasileiro merece é isso mesmo. São anos de condescendência com todos os movimentos de extrema-esquerda, frankfurtianos e comunistas. Todo o discurso empolado de homens algozes, mulheres sempre vítimas; santificação do bom selvagem de Rosseau, racialismo baseado na exclusão do convívio harmonioso entre conterrâneos etc.

“Apesar de se tratar de um suposto beijo forçado, o jogador Marcelinho Paraíba pode ser acusado do crime de estupro. Isso porque, com as alterações do Código Penal Brasileiro, segundo o artigo, o delito é caracterizado por qualquer ação que constranja mulher à conjunção carnal, de qualquer tipo, mediante violência ou grave ameaça”

Quer dizer, nem foi comprovado o estupro, digo, o beijo. É um caso de estupro onde o contato físico pode não ter acontecido… Mas o jogador já foi preso e recolhido para a “carceragem da Central de Polícia de Campina Grande, na Paraíba”, conforme afirma o DP. Não basta mais a prova, nem testemunha,a acusação já encerra o crime, com prova e sentença!  Detalhe: A punição é desproporcional ao agravo.

Enfim, o golpe do estupro transformou-se nessa aberração do estupro sem contato comprovado, por beijo, por abraço etc. As relações interpessoais correm sérios riscos. Cabe as frígidas feministas radicais a elaboração de um manual ensinando a maneira correta de se aproximar de uma dama, sem correr o risco de ser acusado falsamente de estupro. De certo, precisaremos de duas testemunhas e documento registrado em cartório.

Fonte: http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20111130103811&assunto=70&onde=vidaurbana 

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