Vacina MMR e o Autismo: As manipulações da Máfia de Branco continuam…

O mercúrio foi banido do Merthiolate, mas por algum "motivo especial" muito conveniente, não é tóxico nas vacinas e nas obturações dentárias.
O mercúrio foi banido do Merthiolate, mas por algum "motivo especial" muito conveniente, não é tóxico nas vacinas e nas obturações dentárias.

Médicos, infelizmente, são um mal necessário. Isso devido à degradação do organismo humano por causas exógenas  e degenerativas. A complexidade de nossa espécie e seus órgãos super-especializados nos legou um preço amargo: A fragilidade dos mesmos. É por essa necessidade que vivemos uma relação de amor e ódio com estas pessoas altamente corruptíveis, corporativistas e movidas por um misto de ciência e política.

Médicos enxergam a questão da Saúde Pública como um pecuarista visitando suas fazendas. Eles só enxergam gado, e não se preocupam em sacrificar meia dúzia de vacas para salvar o restante do curral. Por isso, fazem as mentirosas campanhas de prevenção as DST’s, vendendo duas causas: A do sexo livre e a redução do número de doenças venéreas, melhor, a eliminação mágica das mesmas pelo uso do preservativo. Para tanto passam a população a impressão de que a camisinha é 100% eficaz, utilizando um artifício de manipulação perverso: Afirmam que a mesma é o método mais efetivo para a prevenção do contágio pelo HIV. Ora, essa informação só é verdade porque, tirando a abstinência, não existe outro método. É uma corrida de um homem só. Se fosse 5% eficaz, já seria o melhor!

Mas o foco desse post é a polêmica criada em torno da Vacina MMR, conhecida como Tríplice Viral. Este medicamento tem a função de ser um preventivo contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. Ocorre que , em 1999, o médico britânico Andrew Wakefield publicou um estudo associando esta vacina ao aumento do número de casos de autismo em crianças. Imediatamente, o arsenal farmacêutico e médico retiraram suas armas dos coldres e começaram a fabricar estudos, para, segundo os progressistas da Wikipedia “[…] comprovar ou não essa relação, sendo que não houve evidências nesses novos estudos acerca dessa hipótese.

Mas ninguém atentou para o fato lógico de que estes estudos foram produzidos com os resultados já estipulados: corroborar a associação entre o mercúrio presente nestas vacinas (o mesmo que foi proibido do Merthiolate e do Mercúrio Cromo) e a vacina Tríplice. Estes estudos não foram feitos para descobrir a verdade. São peças produzidas pela indústria farmacêutica, médicos e governos para não pagarem indenizações milionárias as famílias das vítimas e terem suas imagens jogadas na lama. A preocupação com a imagem para essa gente é tão importante que em 2010, o Conselho Médico Geral Britânico, caçou o registro do Dr. Wakefield devido à “má reputação à profissão médica depois que ele coletou amostras de sangue de jovens na festa de aniversário de seu filho pagando-lhes £5“. Como obviamente não poderiam caçá-lo pelo estudo, caçaram-no pela metodologia aplicada. Porém, não caçam os diplomas dos médicos e farmacêuticos que usam cobaias humanas nos testes de remédios perigosos…

Para complementar o pesado golpe, mesclaram no concreto, algumas verdades e mentiras: Afirmaram que houve o ressurgimento de casos de Sarampo na Inglaterra devido à polêmica criada pelo Dr. Wakefield. Ora, mas uma coisa não excluí a outra, visto que a vacina funciona, mas pode causar autismo também, ou seja, previne Sarampo e potencialmente causa autismo. Ou os médicos esqueceram-se de uma coisa chamada “efeito colateral”?

Muito coincidentemente, a revista The Lancet, sem sofrer nenhum lobby ou pressão da indústria farmacêutica, considerou que o Dr. Wakefield foi “desonesto”. Mais incisivo, foi o British Journal Medical, que considerou o artigo, “uma fraude”. Como bem frisou o médico, “Esses esforços (têm como objetivo) me desacreditar e me silenciar, e o processo é uma forma de proteger o governo da exposição no escândalo da vacina MMR“.

Hilário e primário é o estudo que “desmistifica” os argumentos do Dr. Wakefield, conforme argumentos publicados no site G1:

Após dosarem os níveis de mercúrio no sangue das crianças, uma primeira conclusão foi possível. Não existe diferença entre os níveis de mercúrio no organismo das crianças autistas quando comparadas com as crianças normais. […]

[…] A aplicação de vacinas contendo timerosal, como agente preservante, não modificava esses resultados, não havendo relação entre sua aplicação e os níveis de mercúrio no organismo das crianças autistas e normais.

As crianças com autismo apresentaram um padrão de consumo de peixe menor do que a média do grupo das crianças normais. Esse dado foi atribuído a reações ao sabor e odor do peixe como componente da dieta.

A pesquisa (“Blood Mercury Concentrations in CHARGE Study – Children with and without Autism”) continua e está sendo realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Ambiental do governo norte-americano.

Ora, mas que conclusão imbecil! Os níveis de mercúrio são iguais em crianças normais e autistas, simplesmente porque a suscetibilidade das segundas ao mercúrio é maior. Aliás, minto eu, essa conclusão não é imbecil, ela é conveniente. É o mesmo que pegar 10 crianças que viveram próximas a zona de despejo industrial de lixo tóxico sem câncer e comparar com dez que têm os mesmos níveis de, suponhamos cádmio, no organismo e dizer que não há provas de que o cádmio seja cancerígeno porque estas 10 crianças não adoeceram. Ou dizer que cigarro não dá câncer, porque tem gente que fuma a vida inteira e morre de acidente de carro!

Mercúrio, na forma de Tiomersal, (Ethyl(2-mercaptobenzoato-(2-)-O,S) mercurate(1-) sodium), é um composto reconhecidamente neurotóxico, e todos os médicos sabem disso. Os sintomas da intoxicação por mercúrio são:

Dor de estômago, diarréia, tremores, depressão, ansiedade, gosto de metal na boca, dentes moles com inflamação e sangramento na gengiva, insônia, falhas de memória e fraqueza muscular, nervosismo, mudanças de humor, agressividade, dificuldade de prestar atenção e até demência. Mas pode contaminar-se também através de ingestão. No sistema nervoso, o produto tem efeitos desastrosos, podendo dar causa a lesões leves e até a vida vegetativa ou à morte, conforme a concentração.

Entretanto, no caso das vacinas que o utilizam como conservante,  somos levados a crer que não há nenhum efeito colateral e a prova que nos apresentam é uma meia dúzia de estudos suspeitos, fabricados nos EUA. Quer dizer, tiomersal é tóxico na aplicação tópica do banido Merthiolate e do Mercúrio Cromo, mas não é tóxico como conservante injetável nas vacinas… Claro que isso é mentira. Está bastante claro que não passa de um jogo de interesses de médicos, indústrias farmacêuticas e governos, que, no afã de zelar pelas suas imagens e bolsos, não assumem os riscos. Do mesmo modo que tentaram fazer com a Talidomida e com o DDT. As indenizações são milionárias, as imagens muito preciosas e além do mais, somos todos gado, não há nenhum problema em prejudicar meia dúzia de nós para salvar o restante da criação…

Esperem mais artigos sobre outro veneno que você possivelmente tem na boca e nem sabe: O amálgama dentário, composto recheado de chumbo e mercúrio que, vejam só, segundo os odontólogos e médicos não causa nenhum mal a saúde.

Fontes:

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1360716-5603,00-ESTUDO+DESCARTA+RELACAO+ENTRE+AUTISMO+E+MERCURIO+NO+ORGANISMO.html

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/05/medico-britanico-que-ligou-vacina-autismo-perde-registro-profissional.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Andrew_Wakefield

http://pt.wikipedia.org/wiki/Merc%C3%BArio_%28elemento_qu%C3%ADmico%29#Riscos_.C3.A0_sa.C3.BAde

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