Ministra Iriny Lopes: Censura, Feminismo Radical e muita… muita falta do que fazer!

Novelas
Novela é alvo de fúria censória da Ministra Iriny Lopes Imagem reprodução: Fabrício Mota/TV Globo

Citarei aqui três exemplos claros do pedante programa radical da Nossa Senhora Dilma Roussef e de suas lacaias e lacaios (notem que estou tão politicamente correto que joguei as favas a tendência economicista da língua e ainda coloquei lacaias a frente dos lacaios, para não ser machista), todos provindos da veia pulsante extremista da Ministra Iriny Lopes.

A hipocrisia da esquerda, especialmente a progressista, aquela que abunda as redações dos jornais, não conhece limites: vitimizaram-se ao extremo na época da ditadura, continuam lambendo as feridas e comparando despudoradamente e sem nenhum critério o “período de exceção” brasileiro ao Holocausto, mas…Não se importam de censurar os veículos de comunicação e impor leis ridículas de comportamento moral para toda a população quando lhes apetece. Como dizia vovó, “pimenta no dos outros é refresco”.

O primeiro caso envolve a super modelo Gisele Bündchen, ao aparecer em comercial utilizando trajes sumários (uma sensual lingerie), despertou a ira das desocupadas feministas radicais (Incluindo sua excelência, a Ministra Iriny). Como porta-voz de tão discriminadas militantes, Iriny Lopes pediu, utilizando a máquina pública através da Secretária de Política para as Mulheres, instituição de caráter radical, braço de um projeto mais amplo que busca a criação de uma civilização biônica de mulheres fálicas e homens castrados, a CENSURA e suspensão do comercial.

Depois, a Secretaria explorou um acontecimento político para se escalar muy oportunamente: O também desocupado sindicato dos Metroviários pediu a retirada (CENSURA) do quadro humorístico Metrô Zorra Brasil da Rede Globo, sob a acusação de que o mesmo incita o assédio nos vagões. Quão pouco surpreendente foi o fato de que a ministra, oportunista no assuntos da vida privada que não lhe dizem respeito, enviou carta parabenizando o Sindicato (http://f5.folha.uol.com.br/colunistas/albertopereirajr/986357-ministra-apoia-fim-do-quadro-metro-zorra-brasil.shtml):

  • “Parabenizamos a iniciativa e endossamos a necessidade de ações como esta que visam desconstruir discursos de uma cultura que, até camuflada no humor, perpetua a violência simbólica contra as mulheres”

A ação que sua excelência parabeniza, chama-se CENSURA, atentado ao artigo 5º da constituição. A história da desconstrução nada mais é que inversão de valores, não tem nada, ou muito pouco, de combate ao preconceito, trata-se de estigmatização do gênero masculino pela super-valorização do feminismo radical. Notem que o radicalismo da Ministra é tamanho que cria novas formas de violência: Violência simbólica, violência através do humor, violência cultural. É o canto do cisne da cultura politicamente correta, eles te encurralam de tal modo, que a simples existência biológica como macho, faz de você um maldito opressor! Daí para a criação de novas leis que visem segregar as super-fêmeas do convívio social com os machos, as párias do novo milênio, é um pulo.

O terceiro golpe a preencher a recheada e importantíssima agenda política da ministra e sua Secretaria (o DOPS Rosa), veio na forma de um ofício enviado a rede Globo, CENSURANDO a novela Fina Estampa e fazendo, a moda Fidel, Saddam Hussein e Stálin, sugestões de modificação no roteiro do folhetim (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/986466-depois-de-comercial-de-gisele-ministra-quer-opinar-em-novela.shtml):

  • A secretaria está preocupada com o personagem Baltazar –interpretado por Alexandre Nero– que, na trama, humilha e bate na mulher Celeste, vivida por Dira Paes.Em ofício, a ministra Iriny Lopes sugere que Celeste procure a Rede de Atendimento à Mulher, por meio do telefone 180. Ela sugere ainda que, diferentemente de casos anteriores, em que o agressor é apenas punido, que Baltazar seja encaminhado aos centros de reabilitação previstos na Lei Maria da Penha.

Percebemos alguns fatos nos parágrafos supracitados: a) a Secretaria da Ministra pratica CENSURA clara, radical e vergonhosa. b) Não fazem muito em favor das mulheres que necessitam de atendimento médico em filas de hospitais nem de exames importantes (mamografia, tomografia dentre). c) Estigmatiza, com um argumento protecionista, um gênero, relegando-o a condição de progenitor de todas as pragas e males sociais,  permitindo a sua existência apenas na condição de castrado e submisso.

Não, amigos, não me surpreendo com essas idiossincrasias. Quem conhece o PT, sabe que ele é braço do progressismo reformista que está em voga nas redações jornalísticas, nas ONGs e na Academia. Algo que nasceu com Gramsci, a escola de Frankfurt e é aplicado mundo a fora pela ONU, pela esquerda e pelo partido Democrata Americano. Os partidos brasileiros de esquerda , apenas representam a versão sub-desenvolvida da engenharia social empregada nos países europeus.

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Um comentário

  1. A censura é necessária e imprescindível para que o mundo não se torne um palco de violação mora e conceitos básicos de família, “a inocencia das crianças” E o respeito pelo ser humano (homens e mulheres) e suas limitações!

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