Marcha das Vadias: Feminismo Radical Recebe Apoio da Imprensa

Com cartazes pornográficos, feministas radicais agora lutam pelo direito, irrestrito, de andarem nuas pelas vias públicas, enquanto “criam” homens em coleiras. Bem-vindo ao mundo do progressismo, onde uns são mais iguais que outros…

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Palavrões e radicalismo marcam a Marcha pelos "supostos" direitos femininos, mundo à fora! Crédito: http://noticias.uol.com.br/

Aconteceu em Recife, dia 11.06, um grupo de feministas radicais, contando com o beneplácito da mídia pernambucana em matérias sui generis, publicadas pelos “idôneos” e “imparciais” Diário de Pernambuco e Jornal do Comércio,  marchou em defesa dos supostos direitos femininos de andarem semi-nuas em vias públicas, órgãos e instituições privadas sem serem censuradas, incomodadas e paqueradas.

Em um país onde 90% dos crimes violentos são praticados contra homens (dados da Secretária de Segurança Pública), onde presídios masculinos são depósitos desumanos de carne  em decomposição, onde homens usam calça social e camisa de manga comprida para trabalhar, as mulheres gozam de privilégios diversos, como licença maternidade longiva, proteção constitucional do mercado de trabalho e o direito de utilizar um vestiário muito mais liberal que o masculino: São cortes, formas e cores que pouco escondem da delicada silhueta feminina. Mesmo no meio laboral, as mulheres têm mais autonomia na escolha das roupas, podendo inclusive utilizar blusas sem mangas e saias luxuriosas.

O protesto é inspirado no SlutWalk canadense, e surgiu quando em uma palestra na cidade de Toronto, o policial Michael Sanguinetti, sugeriu que as mulheres utilizassem roupas mais compostas para evitar estupros em campus universitários. A óbvia intenção do policial era proteger as próprias mulheres dos predadores sexuais, mas num país como o Canadá, onde o feminismo radical é ainda mais histriônico que no Brasil, a interpretação da afirmação do coitado foi a mais enviesada possível. Então, o Slut Walk (Marcha das Vadias), ganhou o mundo e chegou ao Brasil.

Como venho dizendo há alguns anos, preconizado por pensadores e intelectuais diversos, como Aldous Huxley, Ortega e Gasset, Ron Paul, Roberto Campos etc. os movimentos sociais radicais nascem nos calabouços das faculdades de ciências humanas e não na sociedade per si. Portanto, não representam um impulso de mudança oriundo no seio de povo e sim o desejo de poder e coação estatal de uma minoria militante muito perigosa que exerce seu poder por meio de pesado e gratuíto lobby na imprensa progressista e na Câmera e Congresso Nacional. Isso fica claro na própria matéria do Diário de Pernambuco (http://www.diariodepernambuco.com.br/vidaurbana/nota.asp?materia=20110611165219): O organizador da Marcha é um estudante de Ciências Sociais e tem o apoio de uma professora de sociologia da UFPE. Ou seja, sempre por detrás desses eventos há o dedo de uma Universidade Pública e seus “Socialistas do Século XXI”.

A supracitada professora, Cynthia Hamlin, ainda saiu-se com uma pérola da deturpação e manipulação de massas típica da militância radical, ao afirmar que o comentário do policial canadense foi uma “tentativa de culpabilizar a vítima”. Não sabe a iluminada heroína, na sua  aparente aversão ao ente masculino que, muito pelo contrário, o que o policial queria era proteger as vítimas tornando-as menos atraentes aos bandidos.

Do ponto de vista de quem estava de fora,  esta marcha, eufemisticamente apelidada de irreverente pelo Jornal do Comércio, parecia um festival de grossuras onde se lia cartazes como “A buceta é minha” e outros palavrões como “Puta“, “vadia” etc. Mas a condescendência do péssimo jornalismo de Pernambuco é tamanha, que onde se lia “Buceta“,  in loco, leu-se “vagina” na publicação.

Sem dúvida, o mais preocupante nessas manifestações, é o efeito “pós-operatório”. Explico: essa gente protesta contra tudo e sobrevive de auto-vitimização, mas a importância política que ganham na sociedade e na imprensa é uma lavagem cerebral e uma vigarice intelectual suprema, visto que a maior parte da população é contrária a este tipo de abuso. A ampliação hiperbólica do que se entende por machismo é ainda mais preocupante. O Diário de PE, talvez o pior jornal do Brasil, tomou o partido, jogou a isenção na latrina e afirmou que as “Vadias” protestavam contra o suposto “machismo”.

Há na sociedade contemporânea, uma descaracterização do papel do homem, da essência masculina e da natureza humana. O homem que os progressitas consideram “bom” é o desfibrado, castrado, passivo e submisso. Qualquer tentativa de impor uma característa de força e imponência masculina, te transforma num machista doente e criminoso. E enquanto a mulher se desnuda de si própria e rasga na própria carne o que a faz, biologicamente, mulher, as leis mudam para se adaptar aos desejos dos fanáticos que gritam mais. Hoje, o homem não pode mais fazer a côrte a uma moça, que é chamado de tarado e machista. Pior! processado. Há delegados afirmando que o homem ao olhar para uma mulher, já delinquiu!

Me pergunto, como vamos viver, é esse o tipo de sociedade que queremos para nossos filhos? Um mundo de sociopatas perversos, dominados por uma imprensa mentirosa afiliada a luta de classes mais mesquinha? Atualmente, vivemos com medo de tudo. Não olhamos nos olhos dos nossos semelhantes. Temos medo de tocar e abraçar as pessoas, afinal, com a paranóia institucionalizada, há uma grande chande de sermos chamados de tarados pela força paramilitar da “Marcha das Vadias”, onde qualquer gesto é de antemão, uma terceira intenção.

Créditos:

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8 comentários

  1. Achei interessante o texto sobre a marcha das vadias. O que algumas mulheres querem realmente, é puxar alguns homens idiotas pela colheira, como disse Bruno. Ele tem razão, em nome das minorias, estão tentando censurar o direito de expressão e opinião, sobre a questão da instituição familia que está em declinio e especialmente sobres os gays e as mulheres em detrimento de todo um conjunto social. Falar sobre familia e bons costumes é ir de encontro a modernidade, agora de qual modernidade estamos falando, das adolescentes grávidas, dos orfãos sem pai, porque foram tantos parceiros que o homem não quer reconhecer ou não tem certeza de que o filho é seu, em nome de uma libertinagem sexual estimulada por algumas mídias?
    Em nome da modernidade que as mulheres saem às ruas semi-nuas atraindo olhares dos homens, qual a verdadeira intencionalidade desse ato? Ou quando vão trabalhar usando saias impróprias ou decotes indecentes (já não se deve usar tais adjetivos), o que a mulher busca com isso, chamar a atenção? E quando são molestadas nas ruas se fazem de vitmas, porque? Se fala muito de que os homens são canalhas, porque traem as mulheres e que as mulheres não traem se vingam, vejam só, se os homens traem, é porque encontram mulheres facilmente para transar, porque se as mulheres se valorizassem isso não aconteceria. São questões que devemos refletir para melhor compreendermos a sociedade moderna. Acho que as mulheres devem buscar o seu espaço na sociedade, o homem e a mulher são diferentes por natureza e devem trabalhar mutuamente para melhorar os relacionamentos que estão cada vez mais efemêros, não agindo miméticamente como um homem, mas sendo delicada, meiga e carinhosa, são caracteristicas que só a mulher tem, sem se deixar seduzir pelo erotismo degradante que presenciamos em nome de uma suposta modernidade e alargamento de direitos, que muitas vezes possuem caráter utópico e não estão centrado na realidade da sociedade brasileira.

  2. >> correção: (…) E um bando é então arrastado, ‘cegamente’ (?) pelo obaba! Como mulher, lamento profundamente: enquanto verdadeiras feministas buscam o enfrentamento diário através da cobrança por respeitos DOS homens com quais convivem….

  3. Esta marcha está mais para “Trote” das Vadias do que para Marcha. É muita tolice!
    É o velho espetáculo sobressaindo à alienação, presente em muitos manifestos cujo objetivo maior e interesse de projeçao de alguns. E um bando é então arrastado, ‘cegamente’ (?) pelo obaba! Como mulher, lamento profundamente: enquanto verdadeiras feministas buscam o enfrentamento diário através da cobrança por respeitos aos homens com quais convivem, enquanto isso, seguem vocês, mulheres ditas feministas, acadêmicas ou donas de casas, que pulam, gritam, tiram a roupa e agora, até concordam e aceitam serem chamadas de putas (tudo que eles – os homens idiotas – querem!) mas que vao seguir no lugarzinho de vitimização de sempre! Eu pergunto: há dúvida quanto ao direito que nós mulheres temos sobre nosso corpo? Sim, parece que sim. Então, de onde vem esta dúvida? Melhor: de onde vem a dúvida deste batalhão de mulheres de toda parte do mundo? A partir da declaração isolada de um policial canadense, retardado? Dos ‘porralhões’ de homensinhos patéticos como ele, que em convívio com suas mulheres (colegas de trabalho, mães, filhas, vizinhas, desconhecidas, etc..) repetem diariamente ali mesmo, para elas, na cara delas. E… o que fazem estas mulheres?
    Esta campanha são para elas? Para estas mulheres, que já não mais se perturbam com isso? — ou pelo menos não se manifestam.. Sensato dizer que sim. Pois não quero crer que seja para……eles!!! Por favor!!!!
    Por que a manifestação ocorreu por aqui motivada pela declaração desgraçada do policial lá no Canadá e não, quando o Rafinha fez piada do mesmo tema?; por que não nos manifestamos contra este e tantas outras piadas de mal gosto onde a mulher é alvo?
    Sinceramente, lamento amanhã, a confusão (ardilosa) da palavra mulher com tal termo depreciativo. Pois só não atingirá àquelas já acostumadas a receber estes elogios. Àquelas outras que se fazem sensuais, que se arrumam, com ou sem decotes, só faltava essa: amanhã, receberem o elogio… ‘querida, como você está…… vadia’. Porque mudar o significado da palavra é uma inverdade. É, no mínimo, continuar a recuar subservientemente aos homens, fugindo do enfrentamento com os ‘seus homens’ de convivência. Porque pior do que a disparidade da força física, é o (re)posicionamento a ela, sem esforço, ao lugar que eles sempre curtiram que nós nos colocássemos: a de incapaz intelectualmente.
    Fica aqui registrado o meu lamento. Ah, e me poupem aqueles que acharem fui machista. Eu apenas me permito dar subsídios aos homens pois com eles eu resolvo tetè à tetê. E de certas mulherzinhas ‘amelinhas’ em seu discurso-de-repeteco, eu tenho que rir. Da marcha ao trote. E o tropeço de sempre!

  4. Cara Lia,

    Quando coloquei este blog, não tinha a intenção de ser insultado em meu próprio território, portanto as favas o bom mocismo. Se não me respeita com argumentos, não vou te respeitar.

    Sei que você está revoltada, porque atingi sua causa mesquinha e sua mente reducionista e maniqueísta. Então, ao invés de rebater os pontos, ataca-me em picuinhas estúpidas. Você pode se juntar as vadias, porque o pleonasmo (vadia nas vadias?) é uma figura de linguagem que se adapta a você…Perfeitamente!

    Sem mais!

  5. Por que você escreve tão mal, com tantos erros crassos? Para quem se diz leitor de tantos autores citados, você é muito limitado. Nem vou entrar no mérito dos “conteúdos'” porque cada doido com sua neurose. Mas seus erros de grafia, pontuação, sintaxe e vícios de linguagem são de fazer rir e chorar ao mesmo tempo…

    Tente o “Mobral” antes de se achar capaz de escrever um blogue! Está muito longe de ser considerado alfabetizado. E não apele para o bordão “preconceito linguístico”, por favor, porque aí vai se contradizer inteiramente, o que não seria, de fato, nenhuma novidade…

  6. É num caso desses que uma situação que poderia render um debate mais inteligente acaba virando palhaçada. Eu discordo com sua afirmaçao de que o policial ”queria era proteger as vítimas tornando-as menos atraentes aos bandidos.” O tal policial pode ter ido com a melhor ds intenções, mas falhou. Usr roups mis decentes nõ impedir´ estupros. Nem defendendo vadis, questão é que moças comportadas correm o mesmo risco de serem estupradas num campus à noite. Um homem não violenta porque esta
    interessado, e sim porque é um doente, devasso, algo gravíssimo.

    Também não confunda paquera sadia com assédio. Defina corretamente imponência msculina. ESTAMOS COM MEDO, o que é sua imponência masculina?
    Agor concordo contigo que essa forma de protesto está completamente errada. Deveriam contrariar essa idéia masculina impondo respeito, esclarecendo que não se evita algo com uma roupinha (poderei ser estuprada até se eu estiver de burca, ou de tailleur, ou com o vestido da vovó. A solução depende do governo também. Agora vai que a moda pega e eu ouço dos viris homens recifenses:
    -Em casa cêtá mais sigura, Zumira!

    • Vamos lá:
      “Eu discordo com sua afirmaçao de que o policial ”queria era proteger as vítimas tornando-as menos atraentes aos bandidos.” O tal policial pode ter ido com a melhor ds intenções, mas falhou. ”

      O problema é que para se evitar assaltos, não colocamos a carteira a mostra! É um padrão policial, tornar a vítima menos atraente para o criminoso. O outro problema é o histrionismo da militância radical: Um policial falou algo meio equivocado e um protesto mundial foi criado! Ele somente errou ao escolher as palavras, mas o sentido do que disse estava corretíssimo: Enquanto não há policiamento para deter os marginais e pervertidos, ao menos dificulte a vida deles.

      “Deveriam contrariar essa idéia masculina impondo respeito, esclarecendo que não se evita algo com uma roupinha (poderei ser estuprada até se eu estiver de burca, ou de tailleur, ou com o vestido da” vovó.[…]”

      Ideia Masculina? Estigmatização de gênero a sua. Não é ideia masculina o estupro. É ideia de marginais! Você está criminalizando um gênero. O tal movimento usou o argumento do estupro para impor um padrão de vestimenta a sociedade. Padrão muito mais liberal que a indumentária masculina, no entanto não estou vendo homens revoltados porque não podem ir ao trabalho vestindo shorts.

      “Também não confunda paquera sadia com assédio. ”

      A questão é que tudo hoje em dia é assédio. A ampliação hiperbólica do sentido das palavras é uma característica do século XXI. Exemplo: Machismo é ser homem e homofobia é não ser gay.

      • Vamos la novamente:
        “O problema é que para se evitar assaltos, não colocamos a carteira a mostra! “
        Mas esconder a carteira também naõ evita,naõ é?

        “Um policial falou algo meio equivocado e um protesto mundial foi criado!“
        Eu sou contra a forma ul esse protesto foi feito, completamente. Na verdade uem se coloca contra deve argumentar nos devidos meios, naõ faer baderna.

        “Ideia Masculina? Estigmatização de gênero a sua. Não é ideia masculina o estupro. É ideia de marginais! Você está criminalizando um gênero. O tal movimento usou o argumento do estupro para impor um padrão de vestimenta a sociedade. Padrão muito mais liberal que a indumentária masculina, no entanto não estou vendo homens revoltados porque não podem ir ao trabalho vestindo shorts.“

        Usei de eufemismo. É machismo mesmo. Nao é um acçaõ masculina o estupro? Explique-me como uma mulher pode estuprar um homem?
        ah, e naõ esta vendo homens revoltados? Te convido a ir ao meu estagio. Vejo meus colegas homens chegndo de bermuda e de chinelo, para atender ao publico vestido dessa forma. Vejo minhas colegas chegando de si e mostrando barriga. Eu sou contra tudo isso. Fiquei pasma qundo foi abolida a farda no meu estagio. Ver s meninas reclamando que jeans da calor, que Recife é quente. Lixo.¬¬°

        Só pra complementar. Existem pessoas ue nao se prendem ao dualismo. Nao é porue um pesso v´contr `s ideias do machsmo ue ela automticamente seja feminista. No foi porue eu me ofendi com a perola do policial ue eu sou um vadia de calcinha na rua.
        Minha ira não é porque eu seja uma liberal que quer andar de sainha na rua. Me acho respeitável para os padrões das minhas origens interioranas, tenho a feliz alcunha de moralista e caretinha entre todos que me conhecem.Daí imagine a IRA de uma moça como eu, ao sofrer um abuso, ser a culpada pelo crime!E ainda ser chamada de devassa…
        entendeu meu ponto de vista? não quero que concordes, so que entendas o outro lado, assim como entendo seu lado que preza pela moral e pelos bons costumes.

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