Super Interessante: Para além do fundo do poço

Ao censurar o Deputado homofóbico Jair Bolsonaro, a Super Interessante e sua jornalista Wanessa Vieira, intimidam e impõem a sociedade, a censura politicamente correta e a ditadura de minorias.

Não é novidade para os bons e bem avisados entendedores, que a imprensa brasileira caminha a passos largos rumo ao ostracismo, em sua descida íngreme perscrutada por mentiras, manipulações grotescas e militância radical mais arraigada e daninha a sociedade. O que choca o público esclarecido é que, ao contrário dos outros países, o Brasil não conta com opções e pontos de vista divergentes: A mentira que sai na Folha de São Paulo, percorre uma via crucis espinhosa pela Carta Capital, ISTOÉ, Estadão, Caros Amigos, Jornal Nacional, Fantástico e desemboca condensada no folhetim trash food, para- científico, chamado Super Interessante.

Conte uma mentira com veemência repetidas vezes e capitanei para si os clamores do povo e a admiração dos intelectuais. Essa foi a estratégia de propaganda do Nacional Socialismo e do Comunismo de Lênin, e assim como o Nazismo e o Comunismo são movimentos revolucionários, a maior parte dos movimentos sociais de extrema esquerda comungam de táticas de propaganda semelhantes, baseadas na adulteração estatística e na ocultação de provas. Aliás, essa é uma estratégia utilizada pelos políticos e pela imprensa mundial, sobretudo no caso brasileiro. A infiltração GLBT (ou seja lá qual sigla é utilizada atualmente, visto que ampliam hiperbolicamente essa sopinha de letras a todo momento) nasce a partir de ONGs que “coletam” dados, digerem, deformam, e obtém acesso automático as redações dos veículos de imprensa no intuito de publicá-los e auto-vitimizar-se para conseguir concessões estatais e satisfazer a sana de punir seus opositores. Imagino, nos meus devaneios, que a turma do GGB (Grupo Gay da Bahia) se junta, escreve uma estatística muito “crível” baseada em um número que não exclui o fato de que muitos dos crimes praticados contra gays são passionais (os gays vítimas dos próprios gays em brigas amorosas e noitadas em motéis, boates etc.) e chega pra Folha de S. Paulo e diz “publica aí!”, os caras então, as cegas, ratificam e dão fé. É o supra-sumo do jornalismo marrom brasileiro.

Numa sociedade libertária, de fato oposição massissa aos liberais, o casamento gay é permitido, como é permitida a união entre um homem e uma garrafa de Coca-Cola! Nada de direitos especiais onde uns são mais iguais que outros, nada desse papo de homofobia por expressão verbal. Se alguém xinga um homossexual de “bicha”, pode ser processado pelo mesmo motivo que se xinga alguém de imbecil, e não por “homofobia”. Quando você cria uma sociedade onde as pessoas passam a se identificar não como seres humanos detentores de direitos, mas como gays e héteros, você passa a viver num mundo de sub-espécies humanas com direitos especiais, gerando anomalias como leis especificas para cada grupo (obesos, carecas, gays, cropófagos, t-lovers, crossdessers etc). É um mundo composto por gado e “direitos dos bovinos”. Portanto, Homossexuais não devem ter direitos especiais por serem homossexuais, assim como heterossexuais e carecas barrigudos. A constituição já garante igualdade a todos, inclusive crimes contra homossexuais não deixam de ser crime, como alardeiam os militantes, portanto devem ser punidos do mesmo modo, como já são. Ou por acaso homicídio qualificado contra gays não é crime? Se alguém acha feio e repulsivo um beijo gay, é um direito seu, se outro acha belo, também é direito. Desde que expressem essa repulsa/atração de modo civilizado. O que não pode é falar em liberdade, querendo proíbir a reação emocional dos outros!

Falando em liberdade de acesso a informação e expressão, cito o caso do Grupo Gay da Bahia (GGB), ao afirmar que houve um aumento de 31% no número de assassinatos de homossexuais no Brasil, tiveram acesso automático as redações dos grandes jornais, que sequer se comprometeram em analisar a metodologia empregada, sequer questionaram a origem dos dados, que oriundos da parte interessada podem muito bem viciar a veracidade da pesquisa, e se incubiram da missão de apenas, e histrionicamente, dá vazão ao coro da suposta epidemia de homofobia que assola o país. Não obstante, a cada caso de manifestação homofóbica proveniente de alguma autoridade (ou que eles e a imprensa julgam assim), constroem uma frente de batalha monumental e convocam a mídia brasileira a combater conjuntamente. Foi o que ocorreu com o Deputado Jair Bolsonaro, opositor ferrenho do Movimento Gay e maluco defensor da ditadura militar: caiu na tentação de dizer o que pensa durante uma entrevista no programa CQC e serviu como isca para os patrulheiros do politicamente correto.

A atitude do Deputado é o sonho de consumo do movimento GLBT, pois evidencia e constrói uma escada para auto-vitimização e extremismo pedante. A partir de um comentário tolo, os partidários GLBTs municiam suas espingardas políticas e começam a esboçar leis e debater com seus correligionários (PT, PC do B, Imprensa, intelecutias, acadêmicos fisiológicos etc), não sobre tatícas para proíbir a homofobia, mas toda e qualquer manifestação de oposição ao homossexualismo, destruindo assim a liberdade de expressão de toda uma sociedade e impondo uma ditadura de consciência para todos. Notem bem, alguém falou mal, e a avalanche de mentiras e projetos de  lei veio a tona (incluindo o infame PL122), a imprensa em peso se revoltou! 15 segundos no programa CQC, significaram 2 meses de polêmicas e lágrimas em toda a mída, a revelia do fato ululante de que o público trabalhador, incluindo muitos homossexuais honestos e pagadores de impostos, não davam a menor pelota para algo que, em meio a tsunamis e terremotos, parecia pura e simplesmente “histéria e frescura”.

Depois de mastigado, digerido, chorado e imposto a todos pela imprensa inteira,o ocorrido no CQC chega a Super Interessante sob a batuta torta e simplista de sua jornalista Wanessa Vieira para condensar o “fato histórico” da chacina homofóbica que assola a sociedade. E não importa que, no meio de 48 mil homícidios por ano no Brasil, apenas 260 sejam de homossexuais, porque o peso da vida do restante da população é muito menor. Não importa que tenhamos no Brasil um descaso pela vida humana, incluindo aí a dos homossexuais, mulheres, homens, crianças e idosos. O que importa é a homofobia, o resto, vale menos. Percebam que de 48.000 homícidos que ocorrem no Brasil, os 260, que o grupo radical GGB prenunciam, são mais relevantes para a imprensa. Não passa pelas cabeças iluminadas dos filhos de Rosseau que o problema brasileiro é a violência em todas as esferas, e não apenas aquela praticada contra grupo A ou B. O aumento da homofobia no Brasil é apenas proporcional ao desejo de lobby do movimento gay e sua prerrogativa em censurar. Se há homofobia no Brasil? Claro que há! Mas o movimento gay não anda combatendo o tratamento desumano que homossexuais sofrem nos presídios, nem divulgando os casos de gays enrustidos envolvidos em crimes passionais e discriminados em órgãos públicos, como hospitais. O que querem, é calar seus pais (num desejo reprimido de vingança), a sociedade conservadora e os religiosos. A violência é só um pretexto.

Como a Super Interessante é o eco vazio da imprensa, dos militantes e do para-jornalismo, saiu-se a afirmar na matéria “A Justiça é Amiga dos Gays”, que o Bolsonaro estava errado (e se estava, era um direito democrático seu), que a frente de batalha no combate ao preconceito contra os gays era jurídica e emendou, citando as estatísticas mui sui-generes do GGB, que a violência homofóbica aumentou, usando como argumento xingamentos em jogos de vôlei e futebol contra os jogadores (os populares “viado” e “bicha”, que sempre ocorreram, mas só agora viraram “homofóbicos”, por que será?), depois afirmou que a os homossexuais têm 108 direitos humanos negados (sem nehuma base estatística imparcial, exceto a da especialista no suposto novo ramo do direito, o “direito homoafetivo”, Berenice Dias) e que processos contra os homofóbicos aconteciam aos borbolhões no Brasil, que experimenta uma evolução nos direitos humanos etc e etc. É o típico texto que esperamos encontrar no jornal…Hora Do Povo. Um texto totalmente parcial, sem apego nenhum a análise de fontes primárias, em que se toma um lado, condena-se o outra e defende-se a censura do pensamento alheio. E o pior, o teor panfletário e a afetação de justiça superior da moça ao impor para todos os leitores a seguinte frase: “não se deixe enganar por discursos homofóbicos […], os gays estão revidando”. Como se fossem todos os gays que transformam hábitos privados em política pública, ou como se os militantes nunca revidassem e somente agora o fizessem, porque são pessoas muito tolerantes. Até onde me consta, eles revidam tudo, até quando a cantora Cláudia Leita cometeu o crime chocante e bárbaro de afirmar que preferia ter um filho hétero a um rebento gay! (A imprensa não se importaria se ele tivesse a magnificência de dizer que queria um filho gay, ao invés de um hétero!). Mas esse episódio, pelo menos, serviu para mostrar que devemos, por questão democrática, desejar apenas filhos gays ou lésbicas. A dubiedade oscila entre ter filhos transexuais ou gays apenas .

Não ocorre aos iluministas da Super, que muitas pessoas estão sendo processadas não por agredirem os homossexuais, mas por simplesmente se oporem filosófica, religiosa e culturalmente ao homossexulismo, que padres e pastores nem sequer podem pregar mais, sem sofrer coação judicial, que não se pode mais nem desejar ter um fillho hétero! Piadas? Proíbidas. Vernáculo popular de expressões (“bicha”, “viado” e outros termos grosseiros)? Jamais! Oposição ao casamento gay? Crime contra os direitos humanos! Achar feio as paradas gays cheias de gente nua em via pública? Homofobia registrada em B.O.! Ser contra os livros que o Movimento GLBT aprova para serem distribuídos nas escolas (livros que contém insinuações grosseiras de sexo explícito)? Fanatismo grave!

Se é esse o tipo de direito que o movimento GLBT  e seus simpatizantes da imprensa almejam, desculpem-me os desafetos, mas eu conheço por outro nome: Censura! Foi-se o tempo em que lutavam por direitos, agora aliados a imprensa querem poder! Poder para impor, processar e jogar na cadeia seus opositores, para que lá possam ser espancados e estuprados, como geralmente ocorre aos presidiários brasileiros nas masmorras chamadas Centros De Detenção, estes sim, ultraje aos direitos humanos. E é esse o tipo de atitude que a Super Interessante defende intransigentemente em sua matéria: O direito de uma minoria censurar o pensamento alheio!

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5 comentários

    • Cretino, você vem ao meu blog, não argumenta e me agride. Vou deixar seu registro aqui, para que as pessoas tenham noção de quem é você.

  1. É realmente entristecedora a situação brasileira: Leis para que o respeito entre civis seja cumprido.
    Ditadura? No tempo do meu avô era assim, muita gente se ferrou por ser do contra, hoje apenas está pendendo para o outro lado, como se tentassem equilibrar, tornar quites. Então, pergunto. Se depois a ditadura do Jair Bolsonaro tornar-se realidade, os blogs seriam os primeiros a serem censurados?

    Caro blogueiro-rancor, se estou equivocado, argumente comigo.

    • Você não está errado. O Brasil virou um hospício. Inocentes são presos, bandidos voltam ao governo (aka Delúbio Soares), vítima é réu, a polícia é mais bandida que qualquer pessoa, não se pode mais criticar religião nem opção sexual que você é confundido com um nazista e agora até a internet querem censurar.

      Como deixei claro, a culpa disso tudo se divide entre vários setores da sociedade: A imprensa, que consente, mente e estimula. O povo, que compra jornal e vota. As ONGs, que sabotam a democrácia, fabricando suas próprias necessidades.

      • Uma coisa interessante que eu percebi esses dias, e queria até que você desenvolvesse mais aqui… é que se confunde muito crítica com comentário depreciativo. Crítica nunca foi falar mal, quando a pessoa está criticando algo, ela na verdade está comentando e expondo seus argumentos, não necessariamente negativos ao tema e também não sendo violenta…

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