Dilma: E ganhou o mal!

O mal prevaleceu. Ganharam José Dirceu, Erenice, mensalões, narcotraficantes das FARC, abortismo disfarçado, desvio de verba, uso da máquina pública, aparelhamento do estado, mentiras, censura a imprensa e agressões a oposição.  Ganhou o coitadismo, a incessante luta de classes, o conflito de gêneros, visível já no primeiro discurso da Dilma:

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode! (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/primeiro-discurso-da-dilma-eleita-zelarei-pela-mais-ampla-e-irrestrita-liberdade-de-imprensa/)

Ganhou a imprensa esquerdista, maior fatia do bolo, que Lula jura ser golpista (UOL, Istoé, Record, Carta Capital, Dipló,). Os analistas agora se confraternizam e tecem teses mirabolantes sobre o porquê da derrota de Serra, alguns, sem qualquer resquício ético-jornalistíco, abandonam as rédeas da isenção e se jogam na apoteose orgástica e pedestre do partidarismo mais simplório, Como Bárbara Gancia (http://www1.folha.uol.com.br/multimidia/videocasts/823550-barbara-gancia-dilma-esta-preparada-para-o-cargo.shtml).

As odes tornaram-se mais burras, se antes pensávamos em ter candidatos bons, agora cantamos loas a candidatos “mulher, raça, opção sexual”, como se a condição biológica do indivíduo definisse suas qualidades e competências.

Enfim, acho que é o fim mesmo. É a vitória do politicamente correto e do bolsa-esmola, das cotas delirantes que particionam a sociedade civil em nichos de oprimidos e marginalizados, da mutilação de obras da literatura e de sua censura em escolas públicas, tal como acontecia na Alemanha Nazista.

Cabe somente críticas a campanha indefinida de José Serra, um homem íntegro, mas desfibrado, sem posição ideológica clara, a famosa “direita que a esquerda adora”, a convencional truculência do Presidente Lula, acreditando que a vitória já tava no papo e que sua aprovação era recorde. Mas quem sabe o que é democracia, entende que o Brasil está de luto: 12 anos com o mesmo partido roubando, mentindo, apoiando ditadores nos 4 cantos do Mundo, demonstram que a nossa democracia é uma piada pra massagear os egos hipertrofiados dos terroristas de sempre do jornalismo caviar esquerdóide pago ou não (UOL, Istoé, Carta Capital etc.).

Se, contudo, sobra algo de bom, é a enorme rejeição de nossa presidente:

Dilma: 55,7 milhões de votos
Serra: 43,7 milhões de votos
Nulos: 4,7 milhões de votos
Brancos: 2,3 milhões de votos
Abstenção: 29,2 milhões de votos
(Fonte: http://rodrigoconstantino.blogspot.com/)

Serra teve 43,7 milhões de votos. Some aos nulos, brancos e abstenção (recorde) e você terá quase 80 milhões de pessoas para quem Dilma é ruim ou indiferente. É uma rejeição muito grande que mostra claramente como está errado o posicionamento da imprensa em favor de nossa “querida ex-guerrilheira”, bajuladora dos piores governos ditatoriais de mundo.

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Um comentário

  1. Se MerDilma apelou, apelou sim, e ganhou por sorte, triscando. Merdilma se aproveitou da imbecilidade da escória brasileira, além dos já citados coitadinhos. Bem, coitadinhos são os favoritinhos: mulher, negro, indio, nordestino, gays, crianças. Apelar, alienando essas auto-ditas classes, é covardia.

    Also, a mulher pode porra nenhuma. Estamos perdidos, com o país nas mãos de uma [b]mulher[/b], e mais: que nem um omelete sabe fazer.

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