Livro “Mamãe, como eu nasci?” ou DVD da Buttman?

A pergunta é sugestiva. Muito embora o teor irônico da mesma já encerre em si a resposta. É que este livro “Mamãe, como eu nasci?”, contém textos e ilustrações pornográficas, travestidas de educação sexual, o detalhe é que o mesmo é oferecido a crianças de 7 a 10 anos . Mas não se engane, caro leitor, esse é o padrão da educação sexual proposto pela ONU e aprovada pelos relativistas do sexo, aquela turma de “autoridades” que se acha no direito de reformar a sociedade. Em disurso proferido por Shanon Slater, presidente da Family Watch International, em assembléia da ONU, no dia 15 de abril de 2010, percebemos que a coisa anda bem pior do que sugere a ponta do iceberg, Shanon Destaca trechos de documentos da UNESCO:

“Tanto homens como mulheres podem dar e receber prazer sexual com um parceiro do… mesmo sexo”

Ou seja, se antes homossexualismo era errado, agora é patológico não ser gay! Veja a que ponto nós chegamos. Eu sempre respeitei homossexuais, mas isso é diferente de ensinar na escola enfiando goela abaixo da população.

“Afirma que o livreto está “aqui para apoiar o seu prazer sexual”. Ele diz que jovens podem fazer sexo em várias maneiras demasiadas gráficas para repetir em um fórum como este. É todo sobre prazer sexual através da masturbação, com pessoas do mesmo sexo e até mesmo embriagados com álcool.

Mas pior que isso, este livreto diz realmente a jovens infectados pelo HIV que leis que os obrigam a revelar o seu status com seus parceiros sexuais violam seus direitos humanos.[…]”

Sem comentários. Diante disso, comprar uma Hustler na esquina soa até inocente e púdico. Mas vamos ao que interessa, a prefeitura do Recife, municiada pelos “clãs” do Ministério da Saúde e da Educação (tutto buona gente), resolveu distribui o tal livro para as crianças da Rede Municipal de Ensino, ou seja, putaria na frente de matemática e português. Tudo muito sensanto, sem dúvida. O detalhe, que pode ser lido no último parágrafo do Diário de Pernambuco, (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/23/urbana7_0.asp#), é o psicológo que afirma que o livro é normal e muito sério. Esse senhor ,prof. Carlos Brito,  da Mui católica PUC-PE, atesta:

“Uso este livro há 15 anos com meus clientes, sem reclamações dos pais. A falha da Secretaria de Educação, no entanto, é não ter discutido a publicação com os pais. Este não é um livro como Branca de Neve, que é dado à criança e pronto. Ele exige reflexão e um trabalho de orientação mais amplo. É uma pena que haja essa resistência de alguns pais, já que essa obra é muito séria e adequada a pré-adolescentes”

Pois bem, abaixo uma cópia da carta aberta enviada a ele, por mim:

Caro Prof. Carlos A. G. Brito,

Acerca de sua entrevista no Diário de Pernambuco, (http://www.diariodepernambuco.com.br/2010/04/23/urbana7_0.asp#) , sobre a aplicação do polêmico livro, “Mamãe, como eu nasci?”, proposto como compêndio de educação sexual para pré-puberes, tenho algumas considerações. Após os estudos de Alfred Kinsey, (considerados uma amostragem fraudulenta de uma sub-população americana carcerária) e a revolução sexual de 1968, bem como a deturpação completa do behaviorismo que se quis mesclar com os frankfurtianos, e portanto, ideologização da ciência, o ensino da educação sexual passou a seguir postulados homogênios liberais e extremados, como se, por vingança dos anos restritivos do conservadorismo tacanho, os arautos das ciências humanas pecassem pela inversão, transfigurando a pornografia clara num linguajar academicista pedante, dadas as simplificações grosseiras que se fez acerca da sexualidade humana, com o objetivo de atender a uma agenda política.

Vejamos o que o Jornal reproduz como sendo suas palavras, visto que não se pode confiar na idoneidade do jornalismo brasileiro, talvez nem sejam:

“Falha – Para o psicólogo infantil e professor da Universidade Católica de Pernambuco Carlos Brito, o problema não está na ilustração do livro. Mas na forma como ele foi apresentado a pais e crianças da rede municipal”

Por que o problema não está no livro? Por acaso já parou para pensar que a unanimidade e o argumento da autoridade (o livro é recomendado por Paulo Freire, que como cientista era um ótimo militante e por instituições políticas sui generis, eficientes em analfabetizar crianças e deixar doentes esperando em portas de hospital) podem estar equivocados? A “forma como foi apresentada” trai a gestalt e a semiótica, a maneira como percebemos algo é cultural e pre-determinada pelos elementos absorvidos ao longo dos anos,( Donis A. Dondis, Sintaxe da Linguagem Visual). De fato, o livro, por ser didático, nem deveria ser apresentado, ele já se adaptaria aos rigores culturais da população em questão, do contrário é um artefato de engenharia social, o que soa mais como lavagem cerebral. A decodificação da informação, portanto, não poderia soar grosseira e pornográfica se o livro fosse bem planejado com ilustrações sérias e não figuras do tipo que são encontradas na Hustler Magazine, que aliás, é bem mais pudica.

“Uso este livro há 15 anos com meus clientes, sem reclamações dos pais. A falha da Secretaria de Educação, no entanto, é não ter discutido a publicação com os pais. Este não é um livro como Branca de Neve, que é dado à criança e pronto. Ele exige reflexão e um trabalho de orientação mais amplo.[…]”

Se não há reclamação é porque entendi, posso estar errado, que há um pré-trabalho psicológico que vise anestesiar a percepção dos pais. O sugestionamento pode tornar qualquer coisa assimilável, da Bíblia a Mein Kempf, de Adolf Hitler. Já vi psicológos afirmando que uma adolescente, tendo múltiplos parceiros sexuais, está engajada num tipo de pratica normal, desde que isso a satisfaça (relativismo moral, social e até natural visto que as estruturas internas do sistema reprodutor de uma adolescente são mais suscetíveis a DSTs ). O detalhe, é que isto é um padrão na moderna educação sexual. Esse tipo de imposição, que nasce nos calabouços engajados dos “especialistas” da ONU é um ultraje cultural, uma afronta aos costumes de um povo e as mentalidades infantis. É certo que as fantasias sexuais humanas são infinitas, mas os valores morais servem exatamente par pôr freios, limitar a auto-destruição que leva a doença,depressão e a loucura, mas o que se ver hoje é exatamente o contrário: tudo é normal tudo é relativo. É preciso lembrar que os órgãos sexuais têm suas funções, e que os mesmos tendem a uma limitação muito mais conservadora do que a necessidade de nossas fantasias privadas. Do contrário não teriamos epidemias de HPV e toda sorte de enfermidades íntimas provenientes dos exageros.

“É uma pena que haja essa resistência de alguns pais, já que essa obra é muito séria e adequada a pré-adolescentes”

Faltou afirmar que essa publicação é aprovada pela ONU, OMS, UNICEF e por…Paulo Freire. Instituições políticas movidas por agendas e interesses de grupo. Novamente, o argumento da autoridade não vale de muita coisa. No passado, chumbo estava em nossas tubulações, fumo era saudável, lobotomia era solução para insanidade, lavar as mãos era loucura, sangrias curavam infecções, moscas purificavam o ar e mercúro cromo era usado em nossas feridas. Tudo sob o aval das autoridades. E mais, me soou que a resistência dos pais é tida como patológica e que portanto deve ser vencida em nome de um “bem” maior, o “bem” das crianças. É o ápice da manipulação das massas. Para as “autoridades” nunca ocorre que seu livros estejam errados e que precisem ser revistos, é sempre a sociedade que é ignorante e que precisa ser moldada nos parâmetros do progressismo. A falta de auto-crítica somente revela a natureza ególatra do atual meio acadêmico.

O livro está errado, principalmente em sua segunda edição repleta de porn adictt, porque invade a esfera íntima da criança, tão preciosa e maculada pela cultura de massa e por reformadores sociais (lados opostos da mesma moeda), com teorias que destroem suas fantasias e auto-descobertas, ferindo os elementos culturais mais tênues de nossa sociedade. Erotiza precocemente a criança, criando uma sensação de desconfoto tecnicista numa natureza humana em formação, destrói valores de auto-proteção e amor próprio além de não corresponder as espectativas dos próprios alunos,  que  caracterizaram-no como “safadeza”. Ou seja, não é uma obra que se impõe pela autoridade, mas pela pornografia, pelo relativismo cultural, e pela ânsia de reformulação das mentes. Como falar em “informações distorcidas sobre sexualidade” se as próprias informações oficiais são contaminadas por interesses e maniqueísmos. Ora, tanto a TV, quanto a Playboy e os Filmes pornôs da Buttman igualam-se a segunda edição de “Mamãe, como eu nasci?” no sentido de ensinar “sexo responsável”, afinal os 4 recomendam camisinha, que é o resumo da ópera na moderna educação sexual. A diferença é que os 3 primeiros são para o público correto, formado por adultos, enquanto o livro é entregue a crianças. Na minha concepção, não pode haver postura mais hipócrita no âmbito da educação sexual, que deveria ser ensinada não dentro de um modelo “liberal” mas numa perspectiva de valorização do corpo (o que inclui também o ensino do uso responsável dos métodos contraceptivos), respeitando as características das culturas locais.

Eis a explanação de meu ponto de vista.

Atenciosamente,

Sem mais. Creio que a coisa já chegou ao limite. Já não basta a erotização proveniente da mídia, as famílias agora têm que entregar seus filhos para profissionais preocupados mais com sua militância sexual e a ânsia de reformular o Mundo, do que na educação genuína de nossas crianças. Educação sexual não é pornografia, é ensinar o funcionamento humanizado de nossos genitais dentro de uma contexto saudável onde haja um mínimo de responsabilidade e discernimento, sem relativismos grosseiros.

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23 comentários

  1. Parabéns pelo seu blog,está ótimo.Quanto ao livro também concordo com vc, a escola é um lugar cheio de aprendizagem ,mas tudo tem a sua hora,então,o livro deveria ser para um público maior e não para essas crianças de 7 a 10 anos.Outro ponto, para se ensinar educação sexual ,não precisamos de tanta pornografia juntas.

  2. Só a tv e a internet é pouco, essa cartilha da putaria para criança (mamãe, como eu nasci) deifarçada de livro didático é para que as crianças cresçam putas, putos, pedófilo e homosexuais… ou todos juntos. A TV e a internet podem ser controladas pelos pais a escola não.
    Educação sexual e prevenção contra doenças e gravidez precoce na escola deve ser destinado à adolescentes. Orientação sexual das crianças deve ficar a critério dos pais. O que deve haver é um auxílio aos pais para ajudar na orientação dos filhos.

  3. Caro RIOTGRRRL, 4 caracteristícas suas em pouco espaço:

    BURRO e Semi- ANALFABETO: ância se escreve com S. -e acha de gosta de mulher- utiliza-se QUE gosta de mulher.

    COVARDE: Não se identifica e ainda usa, provavelmente, um proxy com IP vindo do México.

    GAY ENRUSTIDO: Pede para me contar sobre supostas experiências gays machistas, com o intuito de tocar uma curirica enquanto narro. E ainda tenta me levar pra sua irmandade.

    CHILIQUENTA: HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

  4. O que VOCÊ pode falar sobre homofobia? É um machista do caralho e acha de gosta de mulher, ou seja, enrustido. Me poupe, tenta pagar de intelectual com argumentos ridículos e utilizando palavras fora do contexto que nem você sabe o significado. E ah, feminismo é ância de criar machos de saia? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Não julgue algo que vc não conhece, isso só o torna mais ridículo ainda. Conte suas experiências machistas, sobre como você adora adorar um “macho” ;D serve melhor para você.

  5. Já que as respostas desviaram do foco do texto, vou entrar na discussão sobre homofobia: pra mim quem tem fobia (ou preconceito) é aquele que não aceita e discrimina algo que é diverso daquilo que ele considera correto e sequer discute o assunto, pois quem pensa diferente está errado. Todos temos opiniões variadas e podemos expressá-las, certo?

    Pois bem, hoje em dia os homossexuais têm liberdade, mesmo que pequena, pra expor suas idéias: vejam o exemplo da parada do “Orgulho Gay”. Eles exaltam a homossexualidade, com as bandeiras coloridas, as músicas, as vestimentas, e eu acho legal ter isso. Agora, vcs já imaginaram uma parada do “Orgulho Hetero”? Casais saindo pra rua exaltando que são héteros? Taqueo paril, ia chover cocô de tudo quanto é lado, o que ia ter de protesto contra o evento, já até imagino o povo com cartaz de suástica, gorro branco da KKK, o caralho a quatro. Mas pq? Não seriam, alí, homens e mulheres exaltando sua crença, sua forma de ver o mundo, assim como os homossexuais fazem? Pq uma linha de pensamento pode e a outra não? Não seria um caso grave de “heterofobia”?

    Eu concordo que no passado e ainda no presente existe preconceito contra homossexuais, só que essas ocorrências anteriores de discriminação embutiram no povo a idéia de que é absolutamente proibido discordar, aquilo é incontestável e quem pensa contrário tem fobia, e não é assim. A forma de combater o preconceito não é criando um contra-preconceito. Isso é a mesma coisa que vc ter um vazamento no cano que sai da caixa d’água, aí pra resolver vc coloca um balde pra coletar a água, quando o balde enche vc derrama na caixa d’água. Parece que vc está resolvendo o problema mas pelo contrário, está apenas perpetuando a merda. Uma pessoa pode não achar homossexualismo normal, isso também é natural e não é pecado nenhum. E rotular qualquer opinião contrária de homofóbica não é ser liberal, é ser um “conservador contemporâneo”, que só mudou de lado, mas continua com a vista mirrada.

    Enfim, não estou julgando nenhum dos autores das respostas acima, longe disso, pra falar a verdade nem lí todas as respostas e não acho possível fazer julgamentos pessoais por uma simples resposta a post de blog, seja qual for seu teor. Mas não acho que houveram motivos pra taxar o Sr. Maia de homofóbico pelo texto postado. A opinião dele no texto foi exposta de maneira respeitosa, sem nenhum traço de ofensa ou discriminação. Nas respostas eu não posso opinar pois começou um arranca-rabo cheio de expressões em latim que eu desistí de ler.

    E pra complementar, eu acho que se no último BBB não tivesse tido aquela rixa do famigerado Dourado x “Coloridos” (denominação do programa), essa palavra “homofóbico” não teria 3% do uso que tem hoje.

    IMHO. Vou ficar devendo o latim.

  6. Agora mostra aí uma cartinha que você mandou pro Faustão, Gugu e companhia.

    Ali, meu caro pudico conservador, é que está a verdadeira erotização precoce das crianças. Faça a todos nós um imenso favor e vá perseguir e atacar quem merece.

    • Nesse caso, o consenso é que os programas de auditório já são baixaria corruptora. Porém, o que percebemos nos textos “didáticos” e suas respectivas ilustrações pornôs, é que o senso comum os rotula de sérios. Sou apenas uma voz dissonante.

  7. Não entendo nada de falácias, sou médico.

    Mas colocando pra funcionar meu cérebro, que, por Deus, é bem funcional, o Sr. Maia está certo.

    Não vi nada de homofobia no texto, apenas uma posição contrária à divulgação da homossexualidade como algo normal e perfeitamente aceitável.

    Nesse ponto eu discordo, mas cada um tem sua opinião.

    No entanto, acho que o modo certo de “implementar” a idéia da homossexualidade como normal na nossa sociedade não é dizendo:
    “Ser homossexual é certo.”
    e sim dizendo:
    “Ser homossexual não é errado.”

    Parece a mesma coisa mas não é. E aparentemente é esse o ponto do Sr. Maia em relação a isso, e ao restante dos tópicos abordados nesse post.

    No mais, parabéns pelo blog.

  8. Me desculpa de novo, mas por essa frase: “Ou seja, se antes homossexualismo era errado, agora é patológico não ser gay! Veja a que ponto nós chegamos.” e pelo teor das respostas e termos utilizados, a história que bate pra todo mundo é outra.

    • Cara, você ainda não entendeu…Esse post não é sobre sua opção sexual, ou sobre sua causa. Ele não é sobre HOMOSSEXUALISMO, só porque tem um parágrafo que pincela isso. É preciso ser muito burro pra não entender isso. Ele é sobre liberdades individuais, sobre os pais terem o direito de educar seus filhos com o respeito as normas culturais do dito grupo social… Seu caso não é ad ignorantiam, ele é mais profundo. É uma deficiência na interpretação de textos, coisa de 5ª série primária.

  9. lol, vc cita “ad hominem” primeiro e sou eu que quero mostrar que conheço termos em latim, fascinante 🙂

    A propósito, argumentum ad ignorantiam de novo e outro piti

  10. Generalização apressada, apelo ao preconceito, argumentum ad baculum, argumentum ad hominem, argumentum ad nauseam, argumentum ad ignorantiam, entre outras.

    E me desculpe, não sabia que “gayzista” fazia parte do nosso léxico (lol)

    • Essa é a sua interpretação, vá terminar de ler seu Guia das Falácias…e agora deu piti, hahaha…Meu artigo cita fontes, meu artigo contesta fatos, portanto, ao contrário de você que não cita NADA de NADA, e apenas quer vencer um Debate Sem Ter Razão, mostrando que é alfabetizado e conhece termos em latim também.

  11. Nem todo Gay é gayzista, alguns querem simplesmente viver em paz sem ensinar hábitos privados nas escolas primárias. Se você não entende etimologia, é porque é BURRO. Esse texto nem é sobre homossexualismo, mas se você se doeu…fazer o quê, passa KY!

  12. Ah, se eu for contar as falácias que tu colocou no texto e nas respostas…

    Atentem à expressão: “caráter gayzista militante”. Bróder, se tu acha que, pra defender o direito que os gays têm de serem gays, a pessoa tem que ser gay tb, então tu É homofóbico

  13. A partir de agora, argumentos ad hominem, como os do Sr. C.J., que não contém qualquer substância de constestação, e apenas revelam o caráter gayzista militante do meliante que me calunia como “homofóbico, serão bloqueados. Qualquer pessoa pode rebater meu ponto de vista, mas aqui não é lugar pra calunia e mentira.

  14. Já dizia um conhecido meu: “nunca confie em homem que dá piti”.

    E, sr. Maia, no texto e nas respostas aqui embaixo, tu deu um piti homérico

  15. “Inclusive é por isso que vivemos num país EXTREMAMENTE machista, conservador, homofóbico e retrógrado.”

    Noooossa que revolta! Você é um extremista meu caro, daquele tipo que treme de indignação diante do que considera “injusto”. Um país, como o Brasil, que tem o PT como governo, com 14o paradas gay por ano, com senhores de meia-idade chacoalhando seus traseiros em plena praça pública, com dezenas de leis “anti-homofobia” ser chamado de conservador e machista, Meu Deus! Definitivamente você tem uma visão enviesada da realidade.

  16. Caro Rodrigo,

    “Você deveria rever um pouco seus conceitos. Na segunda década do século XXI uma opinião tão conservadora é um pouco inesperada pra mim vinda de alguém de sua condição.”

    Primeiro, você não sabe nada sobre conservadorimo. Fato: é um completo ignorante. Não conhece nada de Edmund Burcke, nada de Chesterton, nada do movimento Neo-con. E repete a pecha “moderninha politizada” que caracteriza todos os conservadores como bestas anacrônicas. Fato 2: Eu sou libertário, concordo com o direito irrestrito que relega as pessoas o direito de opinião, inclusive o de ser ignorante, IMHO.

    “Desculpe desfazer o encanto, mas você é homofóbico. Se o texto apenas fala que não há problema em ser homossexual e você não concorda com isso (ou em divulgar isso), é porque você é homofóbico.”

    hahahaha. Faz-me rir. Segundo a definição dicionarizada, homofobia é pavor e ódio a homossexuais. Eu não desprezo homossexuais. O seu argumento é a repetição ad nauseum, apapagaiada, do que é disseminado na mídia: qualquer oposição a militância gaysista, já sabe: homofobia. No final, fica claro que você é somente mais um cão-de-guarda da patrulha do POLITICAMENTE CORRETO. A minha deixa é: Vai pra rua, junta tua turma e funda a Gaystapo, cuja função é pedir a prisão de “homofóbicos”. Como faziam na Russia comunista com os “inimigos do povo”.

  17. Você deveria rever um pouco seus conceitos. Na segunda década do século XXI uma opinião tão conservadora é um pouco inesperada pra mim vinda de alguém de sua condição.

    Concordo que a maior parte da população brasileira tem essa mesma opinião, mas isso não a torna boa, IMHO. Inclusive é por isso que vivemos num país EXTREMAMENTE machista, conservador, homofóbico e retrógrado.

    Só um destaque para o trecho:
    ““Tanto homens como mulheres podem dar e receber prazer sexual com um parceiro do… mesmo sexo”
    Ou seja, se antes homossexualismo era errado, agora é patológico não ser gay! Veja a que ponto nós chegamos. Eu sempre respeitei homossexuais, mas isso é diferente de ensinar na escola enfiando goela abaixo da população.”

    Desculpe desfazer o encanto, mas você é homofóbico. Se o texto apenas fala que não há problema em ser homossexual e você não concorda com isso (ou em divulgar isso), é porque você é homofóbico. Não há meio termo. Não estou dizendo que você é violento ou agressivo, apenas que você é homofóbico.

    Apesar de nossa discordância de opinião, parabéns pelo blog. Tem bastante coisa interessante.

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