Sognare Lucido

Clarice Zeitel: lixo do “direito” direto para UNESCO.

A UNESCO, essa entidade que juntamente com a ONU pretende instaurar um governo mundial politicamente correto e analfabeto mundo afora, premiou a estudante de direito, Clarice Zeitel, 26, por uma redação de viés esquerdista, que estimula a luta de classes e a “igualdade” por fim da força, talvez nos mesmos moldes adotados por Gengis Khan, o cruel conquistador da antiguidade (1162-1227), que decapitava qualquer soldado que crescesse além da altura de uma roda de carro de boi, um conceito ímpar de igualdade, sem dúvida. Ela foi agraciada com o  prêmio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura e concorreu com 50 mil outros estudantes. Na ocasião, viajou à Paris para ser premiada.

Certamente, não chama a atenção a apologia ideológica à mentalidade revolucionária, praxe na nossa moderna literatura, inspirada por terroristas culturais do quilate de um Tariq Ali ou proveniente da trama neuronal de intelectuais inescrupolosos como Noam Chomsky, que somente exterminou, a tal mentalidade, pelas mãos de Pol Pot, Lênin, Stálin, Mao Tsé-Tung, Che Guevara, Hitler et caterva  100 milhões de pessoas durante o século XX, porém o péssimo estilo literário e a inaptidão da escritora  para qualquer redação primária. A simples constatação que o leitor não esquerdopatizado pelo “coletivismo” que assola o país terá, é que as nossas universidades públicas estão com os dias contados, na dianteira da ingrata corrida rumo a vala podre do obscurantismo educacional. Estamos na “bengala”, descendo ladeira abaixo.

Ela é apenas o retrato acabado de nossa educação gramscista e marxista, tipificada num discurso mêa-boca de palanque, cheio de gafes lingüistícas. Me chama a atenção que essa é a mentalidade sociopata que a Rede Globo, oasis do politicamente correto, tanto tenta introduzir, por fim da força, em nosso país através da mídia. Não se enganem, se vocês, que não são intelectuais assim como eu, conseguiram ver o lixo que a UNESCO premia, nossos “intelectuais” filhos da PUC ou USP,nem de longe conseguem sofrejar a música do bom-senso.

Em tempo, nunca vi um apartheid social tão grande quanto esse preconizado no Governo Lula: Nações Quilombolas, Reservas indígenas, cotas para negros, Luta de classes…Tudo visando a separação das pessoas do convívio social com base na premissa “cultural”. É o respeito a diferença que não respeita a diversidade.

Redação de Clarice Zeitel, estudante de direito da UFRJ disponível em http://joserosafilho.wordpress.com/2008/08/14/patria-madrasta-vil-clarice-zeitel-vianna-silva

Pátria Madrasta Vil

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência… Exagero de escassez… Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.
O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que ‘dos filhos deste solo és mãe gentil.’, mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.
E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra… Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!
A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)… Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?
Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos…
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente… Ou como bicho?

21 Comentários

21 respostas Até agora ↓

  • Carla // Setembro 19, 2008 às 9:53 pm | Responder

    Também cursei a faculdade de Direito, carinhosamente chamada de FND (Faculdade Nacional de Direito) da UFRJ, a antiga Universidade do Brasil e fiquei satisfeita ao saber que uma aluna da casa vencera o concurso da UNESCO. Imaginei uma redação inovadora, lúcida, sensata, digna do primeiro lugar dentre 50 mil outras. Me decepcionei ao ler, mas julguei estar me deixando cegar pelo preconceito, afinal a autora, Clarice, é “coleguinha de palco” do programa do Luciano Huck. Ademais, o texto foi incensado por diversos sites. Só agora, no seu site, percebo o quanto eu ainda estou enxergando. Como no livro do Saramago, o resto do povo é que ainda está cego… Nem acredito que com este tipo de texto, ela tenha alcançado uma vaga na UFRJ! A média nas demais matérias deve ter ajudado, pois lembro que não era nada fácil obter a nota máxima naquele concurso.

  • pela colina // Dezembro 30, 2008 às 8:15 pm | Responder

    talento inesgotável

  • Maria // Abril 4, 2009 às 8:16 am | Responder

    Há uma mensagem circulando na Internet informando que esse texto teria vencido um concurso mundial de redação promovido pela Unesco, com 50.000 participantes. É meia-verdade – o que vale por uma mentira inteira. Esse texto foi um dos 100 selecionados entre 41329 textos de estudantes BRASILEIROS. Foi selecionado, não foi o vencedor. Aliás, o concurso não teve vencedores. Mas o pior é que os demais textos são tão ruins quanto o acima transcrito, quando não piores. Lastimável. O concurso de redações para universitários brasileiros foi promovido pelo JORNAL FOLHA DIRIGIDA e pela UNESCO Brasil. Irrelevante, pois. Ainda bem.
    A “antologia” resultante do certame está no site http://unesdoc.unesco.org/images/0015/001576/157625m.pdf.

  • Diego // Maio 5, 2009 às 7:41 pm | Responder

    Quando eu comecei a ler o texto que você escreveu imaginei que as críticas teriam algum conteúdo. Ao longo da leitura vi que não passava palavras soltas ao vento com o mero intuito de mostrar um pseudo intelecto-cultura .
    Me decepcionei.
    Aí vi que você se auto-intitulo intelectual (modestamente, claro) e imaginei que poderia encontra algum conteúdo que me provasse isso.
    Fui ler seu “about” (colocarei partes):

    “Bruno Maia de Andrade … Não há muito o que falar sobre mim que valha a pena… Escrevo umas tranqueiras… sou revoltado, depressivo, angustiado, guitarrista frustrado…”

    Uma coisa não posso negar:
    Você é uma pessoa que realmente se conhece.

  • bebeto_maya // Maio 5, 2009 às 11:44 pm | Responder

    Diego…O artíficio de auto-crítica é vital, trata-se de uma ironia. Um humor negro…

    O seu argumento é mais do mesmo: ad hominem. Portanto, não ligo. A desonestidade intelectual da esquerda é tão grande e vil que precisam se travestir de benfeitores da humanidade.

  • bebeto_maya // Maio 6, 2009 às 12:04 am | Responder

    Diego,
    Onde você leu que me considerei intelectual?

    “Não se enganem, se vocês que não são intelectuais assim como eu, ”

    Pegue aqueles livros de redação da sexta-série e vá estudar mais interpretação de texto.

  • marcio // Maio 11, 2009 às 9:35 pm | Responder

    Acho que não entendi o que vc quiz dizer em seu texto ou o que ela disse em sua redação.

    Em seu texto vc diz: “Em tempo, nunca vi um apartheid social tão grande quanto esse preconizado no Governo Lula: Nações Quilombolas, Reservas indígenas, cotas para negros, Luta de classes…Tudo visando a separação das pessoas do convívio social com base na premissa ‘cultural’. É o respeito a diferença que não respeita a diversidade.”

    E ela diz: “A minha mãe não ‘tapa o sol com a peneira’. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica (’sistema de cotas raciais).”

    Pelo que pude apreender da redação, ela faz uma crítica justamente a pseudo-esquerda assistencialista e demagoga que, atualmente, está no poder.

    Sinceramente, amigo. Não consegui captar o espírito de sua crítica ao conteúdo da referida redação.

    Abs,
    Marcio.

  • bebeto_maya // Maio 12, 2009 às 2:51 am | Responder

    Marcio,

    Nem todo o meu texto é menção a redação de Clarice, mas basicamente, o que ela escreveu é parte de um problema mais amplo. O Brasil não é campeão de industrialização, tampouco de liberalismo econômico, como Hong Kong ou Dubaí. Mas insistimos num modelo, principalmente na árede de ciências humanas, tipicamente socialista, ou seja, comunhão de miséria e fome. Clarice é a favor do estado paternalista, o que não deixa de ser um contrasenso, pois os movimentos sociais são totalmente contra este:

    “Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.
    Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? “

  • Augusto Inácio // Junho 19, 2009 às 6:09 pm | Responder

    É! A Clarice mandou muitíssimo bem.
    Enquanato a revolução silenciosa não acontece, viveremos sempre estuprados por aqueles poucos que torna a nossa pátria o que é.
    O que sempre foi. Um país egoísta, mecânico nas ações de um povo manipulado .Viva a igualdade!Avante a educação! Destituição dos canalhas empecilhos à ordem e ao progresso nacional. São canalhas, pois, são teóricos virtuais. Criticar é bem fácil, talvez mais simples do que servir café da manhã a moradores de rua aos domingos pela manhã. A realidade dói.

  • Augusto Inácio // Junho 19, 2009 às 6:12 pm | Responder

    A Clarice, na minha opinião, mandou muitíssimo bem.
    Enquanato a revolução silenciosa não acontece, viveremos sempre estuprados por aqueles poucos que torna a nossa pátria o que é.
    O que sempre foi. Um país egoísta, mecânico nas ações de um povo manipulado .Viva a igualdade!Avante a educação! Destituição dos canalhas empecilhos à ordem e ao progresso nacional que sempre são sábios imensuravelmente e não são capazes de por a mão na massa. São canalhas, pois, são teóricos virtuais. Criticar é bem fácil, talvez mais simples do que servir café da manhã a moradores de rua aos domingos pela manhã. A realidade dói.

  • Augusto Inácio // Junho 19, 2009 às 6:13 pm | Responder

    A Clarice, na minha opinião, mandou muitíssimo bem.
    Enquanato a revolução silenciosa não acontece, viveremos sempre estuprados por aqueles poucos que torna a nossa pátria o que é.
    O que sempre foi. Um país egoísta, mecânico nas ações de um povo manipulado .Viva a igualdade!Avante a educação! Destituição dos canalhas empecilhos à ordem e ao progresso nacional que sempre são sábios imensuravelmente e nunca capazes de por a mão na massa. São canalhas, pois, são teóricos virtuais. Criticar é bem fácil, talvez mais simples do que servir café da manhã a moradores de rua aos domingos pela manhã. A realidade dói.

  • bebeto_maya // Junho 20, 2009 às 1:56 am | Responder

    “Enquanato a revolução silenciosa não acontece, viveremos sempre estuprados por aqueles poucos que torna a nossa pátria o que é [...]”

    Qual? A Maoísta ou a cubana? Fique com elas e todos os cadáveres advindos dos genocídios de Mao e Fidel.

  • Ed // Junho 30, 2009 às 6:35 pm | Responder

    Observações puramente sectárias e reacionárias de quem ainda não conseguiu e nem conseguirá sair da ditadura militar. Acorda! 2010 vem aí!

    Ajuste se calendário e também sua cabeça.

  • bebeto_maya // Julho 1, 2009 às 3:29 pm | Responder

    Ed…Faltou você colocar: 2010 é Dilma! Que Ditadura? O contexto da ditadura militar era uma coisa discutível. Sim, aquilo lá foi uma praga, mas e os anos de sangue, no lugar dos de chumbo? O Partido Comnista segue forte no Brasil: PSOL, PC do B. PSTU, pra não citar PT…Em 63 Jango adorava os comunistas e a revolução cubana ia chegar aqui, sim! Como chegou em outros países da América Latina…Todos, hoje, miseráveis.

  • Bruna // Julho 2, 2009 às 1:52 pm | Responder

    Caro Bruno,

    Sou totalmente partidária da liberdade de expressão. Acredito que de uma forma ou outra a autora da redação expressou o que pensa, ou ainda, o posicionamento que formou com base no que lê ou vê… Assim como você expressou sua contrariedade a uma redação como a dela ter ganho o aludido concurso.

    Na realidade, o que se deve analisar é se realmente as redações analisadas deveriam atender às regras gramaticais e linguísticas, além de ter adequação com o tema, etc… Enfim tudo o quanto seria analisado em uma redação de vestibular ou de concurso…

    O que me parece é que a redação dela venceu pelo jogo de idéias e palavras que ela usou e soube reunir ao longo do texto.

    Não julgo a redação dela de todo ruim, tavez não fosse digna de ser tão aclamada, mas não retiro o mérito dela…

    Considero um tanto quanto preconceituosa uma colega de faculdade da vencedora em questão, Carla, que comentou no início, dizer que não sabe como aquela ingressou na faculdade.

    Por fim, voltando a minha colocação inicial, sou partidária da liberdade de expressão e te reverencio pela crítica, só acredito que poderia ter sido menos áspero e reconhecido, como disse, o mérito dela.

    Foi a primeira vez que visitei seu blog e voltarei mais vezes para ver o que tem escrito.

    Até mais,

    Bruna.

  • julio c hegedus // Outubro 2, 2009 às 12:26 pm | Responder

    Ainda bem que vc se cita “nao intelectual” porque nao entendendo a posicao socio-cultural de Noam Chomsky ou colocando na mesma tumba Che Guevara com Pol Pot!

    Cara, a estudante escreveu muito bem e nao é a semantica ou um erro de portugues que vai tirar isso dela.

    Ao contrario de voce que tenta escrever coisas complicadas e nao consegue entender o sentido pratico das coisas ou distinguir os As dos Zs.

    Ainda bem que papel e internet aceita qualquer coisa.

  • Chris // Outubro 6, 2009 às 4:30 am | Responder

    Quando não há argumentos as pessoas perdem a linha e querem atacar de qq jeito! Digo isso ao primeiro comentário da Carla… Coleguinha de palco do Huck, Faustão ou quem quer q seja não pode escrever bons textos?

    Concordo com o Márcio… esse texto, pra mim, foi uma crítica ao assistencialismo demagogo que está se alastrando por aqui… Ao sistema de cotas raciais, bolsa-família e por aí vai…

    Gostei mto do texto dela e não vi nada pejorativamente esquerdista e revolucionário… E seu exemplo de Kahn??? Sinceramente… mto over… Com um pouquinho mais de boa vontade vc pode entender o que ela quis dizer… E com um pouquinho mais de humildade vc pode começar a fazer boas críticas.

  • Vander // Outubro 11, 2009 às 7:26 pm | Responder

    Disse ela e dirão muitas outras pessoas que não concordam com tudo que está aí, à nossa porta. Ela sonha com um mundo melhor, assim como muitos outros. Mas o texto é, sim, esquerdista, achando que estado deve ser a mãe-galinha que acolhe todos sob suas asas. Isso não existe! Todo país comunista tem governantes vivendo no bem-bom enquanto o povo passa fome, bem como todo país capitalista, tem governo roubando, sacaneando na cara dura, e fazem a parte assistencialista (como nosso “querido” Lulla), de modo que o voto e o apoio eleitoral seja garantido. Ah, e mudar? Vamos todos à rua, caras pintadas, blá,blá,blá… Conversa fiada, isso nunca vai mudar. Vamos sonhar com um mundo melhor, pois é o que nos resta. Vamos dar a nossos filhos bons exemplos. Vamos ajudar a quem podemos e não esperar nada “lá de cima”, pois de lá só vem mais impostos e notícias de mau uso de dinheiro público…

  • Debate // Novembro 7, 2009 às 2:11 pm | Responder

    Premiada UNESCO? (Trojan?)
    Na Biblioteca da Unesco esta premiação não foi encontrada e nem na lista PRIZE UNESCO relativa ao Brasil.
    Gostaria de sair da dúvida, se tiverem informação oficial de alguma página UNESCO com link.

  • Maria // Novembro 13, 2009 às 10:35 am | Responder

    Espero que todos vocês tenham as pernas quebradas, seus braços amputados e suas linguas arrancadas. Um bando de estúpidos falando merda. Não interessa se é um texto de esquerda, de direita ou amarelo ou verde. Foda-se. A merda toda dessa miséria escrita por essa imbecil da Clarice é que ela usa um texto todo para expor seu trama psico-social: “preciso de um mãe que me dê o que necessito, não posso sozinha, não quero!”. E o pior: em seguida ela diz que precisamos ser “efetivos”. Contraditória é ela ou o Brasil (Mãe e Madrasta, cordeira e lobo)? Que putaria de estrutura que ela deseja que o Brasil tenha? Uma estrutura livre, igualitária que respeite a todos igualmente? Que baita merda! A liberdade também é uma prisão, as pessoas não devem ser tratadas igualmente (parem com essa putaria cristã de igualdade porque não existe e não deve existir). E pro inferno esse lance de estrutura. Revolução de dentro pra fora que ela fez foi essa MERDA de texto.

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